








Foto:Cláudio bersi de Souza (livro: O Anjo da Humildade). Postagem Jonas Cadorin

“Por seu decreto Quam singulari, sobre a Comunhão das crianças (8 de julho de 1910) e Sacra Tridentina synodus (16 de julho de 1905) sobre a Comunhão Diária, São Pio X lançou as bases do que se tornou uma organização impressionante da Igreja por sua influência espiritual e sua extensão: a Cruzada Eucarística das Crianças. Quatro anos depois, em 1914, o mundo enlouquecido destruiu o que restava da civilização cristã em sangue, fogo e ódio. São Pio X viu seus pedidos urgentes de paz ignorados: o conciliador às tentativas de seu sucessor Bento XV foi tratado da mesma maneira. Após a guerra, centenas de milhares de crianças se juntaram às fileiras da Cruzada. A Cruzada encontrou na Organização de Apostolado da Oração o apoio necessário para sua propagação em todo o mundo. A Cruzada Eucarística das Crianças foi reconhecida canonicamente pelo Papa Pio XI em 6 de agosto de 1932. Na época, tinha três milhões de membros. Todo mês, um tesouro era composto pelo número total de sacrifícios feitos e cuidadosamente registrados pelas crianças. Era, então, enviado ao papa. Aqui está um exemplo: em setembro de 1934, a intenção era para padres e seminários; Foram oferecidas 695.585 missas, 509.585 comunhões, 3.785.529 visitas ao Santíssimo Sacramento, 4.939.544 sacrifícios etc.
Uma das características da Cruzada, além de ser composta por crianças, é a ênfase na devoção ao Santíssimo Sacramento. A criança, por suas Comunhões, oferece-se em sacrifício unida ao Supremo Sacrifício, a Missa. Não é de admirar que uma das conseqüências da Cruzada tenha sido o nascimento de multidões de vocações, como qualquer um que lesse os boletins da época viu claramente.
A Cruzada Eucarística continuou durante a Segunda Guerra Mundial com um renovado espírito de auto-sacrifício, lembrando as palavras de São Pio X: “Brandai a Cruz de Jesus e a mostrai-a à humanidade como única fonte de paz e salvação. ” Em 6 de janeiro de 1958, o Papa Pio XII deu uma aprovação solene e permanente. Era, embora ninguém soubesse naquele momento, o “canto dos cisnes” da Cruzada Eucarística: Os modernistas a queriam destruir. Ainda estava viva no início dos anos 50, mas duraria pouco. Muito em breve, novos sacerdotes com novos métodos foram designados para reformar o que eles chamavam com escárnio de “aquela religião dos papeizinhos” (fazendo alusão às folhas de papel em que os tesouros eram coletados). O nome do boletim foi alterado de “Hóstia” para “Compartilhamento”: um novo programa! O golpe final foi dado no pontificado de João XXIII. Em 1960, por ocasião da peregrinação da Cruzada a Roma, o nome da Cruzada foi alterado para Movimento Eucarístico Juvenil. ” fonte do texto: https://salvemaria.com.br/cruzada/ foto: arquivo : Jonas Cadorin



As fotos a seguir registram a solenidade de inauguração do novo prédio da escola da localidade de Barra do Macaco. A obra foi construída em convênio com o Ministério da Educação e ficou pronto em dezembro de 1969 final da gestão do prefeito Pedro Piva Júnior que foi sucedido por Santino Ludovino Voltolini. Postagem: Jonas Cadorin, Arquivo pessoal.
















Inauguração do predio escolar de ribeirão São João, na rua Tijucas, bairro Mato Queimado, no dia 06 de setembro de 1969, final da gestão do prefeito Pedro Piva Junior. Atualmnete o prédio está desativado. Na época representou significativo avanço na melhoria das escolas que, até então eram de madeira. Estas novas escolas seguiam um padrão estipulado pelo governo do Estado que contemplavam normas de sanitárias como água encanada, instaloções sanitárias de alvenaria que substituiam as ‘casinhas ou privadas de madeira), as salas eram ilumidadas com energia elétrica além de contar com iluninaçao natural providenciado por amplas janelas envidraçadas. Fonte: Relatório anual, 1969,Pedro Piva Júnior. Postagem e foto arquivo pessoal Jonas Cadorin
![]()
“Serviço de melhoria , com trator de esteira, nas estradas de Serraval e Letreiro. Serviço iniciado em 10 de março e terminado a 18 de abril de 1969.” Na decada de 1960 a mecanização de serviços, até então feitos de forma braçal vão trazendo melhorias na infraestrutura do município que tinha sua economia baseada nas atividades agrícolas. Uma curiosidade: foi nesta casião que as pedras com inscrições rupestres que deram nome à localidade foram soterradas.Informações e fotos do relatório anual e de final de mandadto do prefeito Pedro Piva Junior. Postagem e informações : arquivo pessoal Jonas Cadorin
![]()
![]()
“Retificação do Rio do Braço, na localidade de Baixo Salto. a draga chegou no dia 10 de agosto de 1969 e iniciou o trabalho no dia 11. O serviço foi terminado em 20 de novembro. A draga saiu do município a 22 de 11 de 1969”. Informaçoes do relatório apresentado aos vereadores pelo prefeto Pedro Piva Junior. Postagem e foto: arquivo pessoal Jonas Cadorin
![]()
Dia 7 de setembro de 1969, 16 horas, dia chuvoso, com abenção do padre Constâncio Marchi, ladeado pelo prefeito Pedro Piva Junior e sua esposa Isabel foi nuagurada a ponte de concreto, localizada nas proximidades do ‘casebre’ de Madre Paulina. Entre o prefeito e o padre se pode ver o sr. Santino L. Voltolini. No lado direito da foto, ao lado do menino de camisa branca, o Sr. Eliseu Dalri, filho do homenageado. Estanislao Dalri, ‘Lao’, fora um do primeiros moradores do bairro e líder na comunidade, chegando a ocupar o cargo de vereador. Importante lembrar que, mesmo sendo uma ponte pequena, para a época o concreto armado marcava a substituição das pontes e pontilhões de madeira. Foto: Arquivo pessoal Jonas Cadorin. Postagem Jonas Cadorin
![]()
![]()