1970 – INAUGURAÇÃO DE ESCOLA – BARRA DO MACACO -NOVA TRENTO

As fotos a seguir registram a solenidade de inauguração do novo prédio da escola da localidade de Barra do Macaco. A obra foi construída em convênio com o Ministério da Educação e ficou pronto em dezembro de 1969 final da gestão do prefeito Pedro Piva Júnior que foi sucedido por Santino Ludovino Voltolini. Postagem: Jonas Cadorin, Arquivo pessoal.

Da esquerda para a direita: PADRE HUMBERTO MELZ, PADRE VIGÁRIO CONSTÂNCIO MARCHI,PREFEITO PEDRO PIVA JÚNIOR E ESPOSA ISABEL MARIA PIVA, DEPUDATO FEDERAL ALBINO ZENI, EVARISTO SPLENGLER, PREFEITO DE GASPAR, O PREFEITO ELEITO SANTINO LUDOVINO VOLTOLINI E SUA NOIVA ERACILDA FRANZOI, VEREADOR AIRES MANOEL RACHADEL
DISCURSO DO DEPUTADO FEDERAL ALBINO LENZI EM FRENTE A ESCOLA. O AMBIENTE ESTAVA ENFEITADO COM BANDEIRINHAS E PÉS DE PALMITO, COSTUME USADO PARA ORNAMENTAR FESTAS.

1970 – INAUGURAÇÃO ESCOLA -SAUDADE GRANDE

PRÉDIO ONDE FUNCIONAVA A ESCOLA DA LOCALIDADE DE SAUDADE GRANDE ATÉ 1969.MESMO EM CONDIÇÕES PRECÁRIAS A EDUCAÇÃO ESCOLAR EM NOVA TRENTO FEZ PARTE DO COTIDIANO DA CIDADE DESDE O REMOTOS TEMPS DA CHEGADA DOS IMIGRANTES. AS FOTOS E COMENTÁRIOS A SEGUIR FAZEM PARTE DO RELATÓRIO DE GESTÃO DO ANO DE 1969 DO PREFEITO PEDRO PIVA JÚNIOR. POSTAGEM : JONAS CADORIN,ARQUIVO PESSOAL.
INAUGURAÇÃO, EM 25.01.1970, DO PRÉDIO ESCOLAR DE ALVENARIA CONSTRUÍDO NA LOCALIDADE DE SAUDADE GRANDE EM CONVÊNIO COM O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, MEC, CONCLUÍDO EM DEZEMBRO DE 1969.
DETALHE DAS INSTAÇÕES SANITÁRIAS, (MASCULINA E FEMININA) SUBSTITUINDO UMA ANTIGA PRIVADA DE MADEIRA. OBSERVE-SE QUE HAVIA ÁGUA ENCANADA
PADRE HUMBERTO MELZ, BENÇÃO DO PRÉDIO
CORTE DA FAIXA INAUGURAL. Da esquerda para a direita: DEPUTADO FEDERAL ALBINO ZENI, PADRE CONSTANCIO MARCHI, VIGÁRIO, PEDRO PIVA JÚNIOR, PREFEITO
da equerda para direita: DEPUTADO FEDERAL ALBINO ZENI, EVARISTO SPENGLER, PREFEITO DE GASPAR,SANTINO LUDOVINO VOLTOLINI,PREFEITO ELEITO, PEDRO PIVA JÚNIOR, PREFEITO, SUA ESPOSA ISABEL, PADRE CONSTANCIO MARCHI,de óculos, ao fundo

1969 – INAUGURAÇÃO DA PONTE ESTANISLAO DALRI – VIGOLO

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Dia 7 de setembro de 1969, 16 horas, dia chuvoso, com abenção do padre Constâncio Marchi, ladeado pelo prefeito Pedro Piva Junior e sua esposa Isabel foi nuagurada a ponte de concreto, localizada nas proximidades do ‘casebre’ de Madre Paulina. Entre o prefeito e o padre se pode ver o sr. Santino L. Voltolini. No lado direito da foto, ao lado do menino de camisa branca, o Sr. Eliseu Dalri, filho do homenageado. Estanislao Dalri,  ‘Lao’, fora um do primeiros moradores do bairro e líder na comunidade, chegando a ocupar o cargo de vereador. Importante lembrar que, mesmo sendo uma ponte pequena, para a época o concreto armado marcava a substituição das pontes e pontilhões de madeira.                      Foto: Arquivo pessoal Jonas Cadorin. Postagem Jonas Cadorin

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ALGUNS PADRES DE NOVA TRENTO

thumbnail_20200609_202423Em pé: padre Ivo Dalsenter S.J. Ajoelhados: Padre Inácio Valle, Padre Arlindo de Oliveira, Padre Otaviano Marchi, duas Irmanzinhas da Imaculada Conceição com o hábito preto. Até a decada de 1970 , Nova Trento era conhecida como ‘um seminário a céu aberto’ devido a quantidade de vocações sacerdotais e religiosas provenientes da cidade.                Fonte: Eugenio Martini.  Postagem: Jonas Cadorin

BANCA PARA LAVAR ROUPA NO RIO

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FOTOGRAFIA : A esquerda com lenço na cabeça, minha saudosa tia Catarina Battisti Archer Marchi (Tia Catina), e sua amiga de nome desconhecido, lavando roupa às margens do Rio do Braço em terras do saudoso Sr. Emílio Battisti, ali existia uma pequena praia.

Tempos passados usava-se muito um equipamento totalmente de madeira nominado de banca para lavar roupa.Não importava se era às margens dos ribeirões ou do Rio do Braço, rio esse que atravessa o nosso município de Oeste para Leste em toda a sua extensão, essas bancas eram usados por quase todas as donas de casa.Geralmente as roupas eram lavadas no período da manhã, as lavadeiras colocavam as bancas geralmente duas ou três próximas uma das outras, assim realizavam as suas tarefas, e aproveitavam para conversar.As águas não eram tão poluídas, além de serem abundantes. Até a chegada da máquina de lavar roupa, esse era o melhor método empregado pelas donas de casa.As roupas eram levadas até às margens dos rios ou ribeirões, em bacias de alumínio ou em baldes, depois eram estendidas nas cercas de arame farpado que cercavam as pequenas pastagens ou pastos para o vento não leva-las, não existiam ainda os grampos atuais usados para prende-las, depois de secas eram recolhidas, tinha que se ter um cuidado extremo para não rasga-las ao retira-las das cercas.Quando aconteciam as enchentes, a preocupação primeira era ir até a beira do Rio do Braço colocar a banca de lavar roupa em segurança para as águas não levarem-na, independente da hora que o rio começava a encher em demasia, era um artigo de luxo.

Fonte e comentários: Godofredo L. Tonini. Postagem: Jonas Cadorin

CONCENTRAÇÃO DO DESFILE DE 7 DE SETEMBRO- DÉCADA DE 1970

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Grupo Escolar Lacerda Coutinho na concentração do desfile. No lado direito da foto professores de ginástica, Fioravante Marchi e Nair Valle. Uma irmão da imaculada Conceição  a frente do pelotão de acrobacias  com arcos( estas evoluções eram ensaiadas nas ulas de Ginástica- hoje Educação Física). A fanfarra está logo a seguir. Atrás da fanfarra havia uma cerca viva que delimitava o espaço da horta que servia para aulas de Técnicas Agrícolas e  de onde tirados verduras e legumes para a sempre bem vinda  sopa – merenda escolar. As árvores ao fundo  eram laranjeiras e vergamoteiras do pomar da família do sr. João Valle, musico( tocava a  Requinta, uma variação do clarinete em tom agudo)), cantor barítono que encantava a todos com seu timbre de voz durante as missas.A foto foi tirada no local onde havia o campo de futebol (hoje tem dois ginásios de esporte.  O colégio foi dividido pelo  Rua dos Imigrantes , aberta na década de 1980) . Ao fundo o  GOT – Ginásio Orientado para o Trabalho, hoje centro de encontros Imaculada Conceição – CEIC.

Foto: acervo do colégio Francisco Mazolla. Postagem  e comentários Jonas Cadorin

HUMAITÁ- BAILE DE CARNAVAL -1970

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Érico Bianchini (Neco), Maura Carolina Floriani Kortelt, rainha da Sociedade Recreativa Humaitá do ano de 1969, seu primo Nelson Visentainer e Armi Zilda Floriani Battisti Archer, rainha do carnaval do ano de 1970.

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Na frente da esquerda para a direita: de nome desconhecido, a rainha da Sociedade Recreativa Humaitá do ano de 1969, Maura Floriani Kortelt, seu esposo Osni Kortelt. Na fila de trás : Dilva Boso, Clarinda Tomasi, desconhecida, Judite Valle e José do Patrocinio Montibeller (Dedé). No canto superior a esquerda Elias Minatti.

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Registro fotográfico de um dos três bailes carnavalescos realizados na sede social de propriedade da Sociedade Recreativa Humaitá – S.R.H., no ano de 1970.O prédio dessa sociedade localizava-se defronte ao seu campo de futebol, situado à Rua Prefeito Municipal Nicolau Bado. Da esquerda para a direita : ? Bottamedi, Hermes Plácido Mazzola, Armi Zilda Floriani Battisti Archer, rainha do carnaval do ano de 1970, seu esposo Emanuel Battisti Archer (Nelo) e Marinho Tomasi.

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O saudoso Sr. Carlos Tridapalli (Nene), a saudosa Sra Lina Carmelina Tomazoni, Armi Zilda Floriani Battisti Archer, rainha do carnaval da Sociedade Recreativa Humaitá do ano de 1970, os saudosos Sr. Glauco de Souza, sua esposa Sra Neide Tolomeotti de Souza e Orlandina Luchtemberg. Atrás mais a esquerda da fotografia, Tadeu Busnardo.

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 Na frente, da esquerda para a direita, Rosemira Montibeller (Miroca), Armi Zilda Floriani Battisti Archer, rainha do carnaval da Sociedade Recreativa Humaitá do ano de 1970, seu cunhado Osni Kartelt e Liria Cadorin Marchi. Atrás, bem a esquerda, Roberto Valle ( Betharra).

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Da esquerda para a direita ; O saudoso Jango Feller, ? Floriani, a saudosa Sra Selina (Celene) Voltolini Floriani, Emanuel Battisti Archer (Nelo), Armi Zilda Floriani, rainha do carnaval da Sociedade Recreativa Humaitá do ano de 1970, Leonir Feller, desconhecido, Vilma Feller e desconhecido.

Fotos e texto: Godofredo L. Tonini. Postagem Jonas Cadorin

 

 

 

Primavera x Humaitá

 

Da esquerda para direita:

Em cima: Valdir Piazza, Acis Cadorin, XXX Cecato, Altair Piazza, Roberto Vale, desconhecido, desconhecido, desconhecido, Miracir Vale, desconhecido, Godofredo Tonini, Cao Marchi, Maurilo Mazzola, Lola Dalbosco e Walter Feller.
Em baixo: Tarcizio Lorenzeti, Osmar Fachini, Otto Orsi, Gilberto Ruberti, Pedro Barauna, Oscar L. Sgrott, José Batisti Archer, João Luiz Orsi, Walter Dalbosco, Clides Michelli e Dico Dellantonia.

Colaboração: Oscar Lino Sgrott

NOVA TRENTO -DÉCADA DE 1960

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Foto de boa resolução tirada do alto do morro do cemitério. No canto direito,baixo, é possível visualizar um pedaço da praça Getúlio Vargas com o obelisco comemorativo aos 50 anos de imigração  italiana/tiroleza a Nova Trento. A frente a casa de quatro fachadas pertence a família de Romeu Piazza No lado a casa que pertenceu ao sr. Fioravante Marchi. Note-se ao fundo a presença de araucárias(pinheiros que se não foram cultivadas eram nativas e que se adaptaram bem ao clima da região). Ao fundo a igreja matriz antes da reforma(com seu teto alto, duas águas) e logo a frente o prédio da antiga prefeitura. A esquerda, ao fundo , a casa “salamanca” residencia atual de sr. Vita Sgrott, a casa do Falecido ‘Dedéco’ Piazza(padeiro). A seguir a residencia da família Batistotti onde funcionou a sede do Circolo trentino na década de 1980. Ainda esta de pé a imponente casa de comércio da família Boiteux (hoje faria frente com o mercado Bitencourt.