1975 – BANDA PADRE SABBATINI

Da esquerda para direita: Virgílio Tomasi(maestro), 1º sax ?…,2ºsax, Jeremias Cipriani, 3º sax,?…, Érico Feller (trompa) , Joaquim (Quincão) tuba, Isaías Cadorin (surdo), Lino Cadorin(pratos). No centro: Ricardim Piazza(bumbo), Jânio Cadorin(trompa), ?…(trompa), Aprigio Botamelli (clarinete)

Foto: Arquivo Banda Padre Sabbatini. Postagem Jonas Cadorin

1991- ENTRONIZAÇÃO DA ESTÁTUA DE MADRE PAULINA NA IGREJA MATRIZ

Dia 20 de outubro de 1991. Prcissão com a estátua saindo do Cenro Encontros Imaculada Conceição em direção à igreja. Na foto o maestro Moisés Cipriani conduz a banda. N a calçada o saudoso, sempre alegre e prestativo Janari Piva.
Fonte: Anuário IIC 1991. postagem : Jonas Cadorin

Di sei de jenar: ancoi lé l’di dei Re Magi

Dia seis de janeiro: hoje é o dia dos Reis Magos. Dia dia de aproximaras estatuedas dos Reis Magos do menino Jesus no presépio. Hoje também é o último dia do presépio. Uma tradições trazidas pelos tirolezes/trentinos que colonizaram Nova Trento foi a tradição do Canto da Estrela (dos stellari). Consisita em fazer serentas de natal indo nas casa com os personagens dos reis seguinto uma estrela e cantando canções que , hoje sabemos, remontam ao século XVII. Os últimos Stellari , antes do grupo dos Pargoleti, foi o grupo liderado por Virgílio Tomasi com musicos como Vick Cadorin, Artur Sgrott, João Cadorin, Dimas Tell entre outros, com Guilherme Darós, Antônio(Tóni) Cipriani, Elói Tell vestidos de reis. De 2007 em diante o grupo I Pargoleti vem mantendo a tradição . (acesse o http://www.ipargoleti.blogspot.com e confira 13 anos de serenatas)

Guilherme Darós, Elói Tell e Atônio Cipriani
Stellari Pargoleti
A benção dos reis: Christus Mansionem Benedicat
O Monograma traz os dois primeiros algarismo do ano, a inicial de Caspar(Gaspar), Melchior e Baltazar e os dois algarismos finais do ano que vai inciar escritos sobre entrada da porta da residência visitada

Fotos e postagem: Jonas Cadorin

SÃO CRISPIM E CRISPINIANO Padroeiros dos sapateiros

Quadro encontrado na sapataria do saudoso Sr. Gercino Cipriani no bairro Espraiado. A festa dos sapateiros é dia 25 de outubro.

Crispim e Crispiniano eram irmãos de origem romana. Cresceram juntos e converteram-se ao cristianismo na adolescência. Ganhando a vida no oficio de sapateiro, eram muito populares, caridosos, e pregavam com ardor a fé que abraçaram. Quando a perseguição aos cristãos ficou mais insistente, os dois foram para a Gália, atual França.

As tradições seculares contam que, durante a fuga, na noite de Natal, os irmãos Crispim e Crispiniano batiam nas portas buscando refúgio, mas ninguém os atendia. Finalmente, foram abrigados por uma pobre viúva que vivia com um filho. Agradecidos a Deus, quiseram recompensá-la fazendo um novo par de sapatos para o rapazinho.

Trabalharam rápido e deixaram o presente perto da lareira. Mas antes de partir, enquanto todos ainda dormiam, Crispim e Crispiniano rezaram pedindo amparo da Providência Divina para aquela viúva e o filho. Ao amanhecer, viram que os dois tinham desaparecido e encontraram o par de sapatos cheio de moedas.

Quando alcançaram o território francês, os dois irmãos estabeleceram-se na cidade de Soissons. Lá, seguiram uma rotina de dupla jornada, isto é, de dia eram missionários e à noite, em vez de dormir, trabalhavam numa oficina de calçados para sustentar-se e continuar fazendo caridade aos pobres. Quando a cruel perseguição imposta por Roma chegou a Soissons, era época do imperador Diocleciano e a Gália estava sob o governo de Rictiovaro. Os dois irmãos foram acusados e presos. Seus carrascos os torturaram até o limite, exigindo que abandonassem publicamente a fé cristã. Como não o fizeram, foram friamente degolados, ganhando a coroa do martírio.

O Martirológio Romano registra que as relíquias dos corpos desses dois nobres romanos mártires estavam sepultadas na belíssima igreja de Soissons, construída no século VI. Depois, parte delas foi transportada para Roma, onde foram guardadas na igreja de São Lourenço da via Panisperna.

A Igreja celebra os santos Crispim e Crispiniano como padroeiros dos sapateiros no dia 25 de outubro. Essa profissão, uma das mais antigas da humanidade, era muito discriminada, por estar sempre associada ao trabalho dos curtidores e carniceiros. Mas o cristianismo mudou a visão e ela foi resgatada graças ao surgimento dos dois santos sapateiros, chamados de mártires franceses.

*Fonte: Pia Sociedade Filhas de São Paulo Paulinas http://www.paulinas.org.br

Postagem e foto: Jonas Cadorin

DESFILE CÍVICO DE 1980 – HOMENAGENS ESPECIAIS

thumbnail_20200614_194543Homenagem aos imigrantes

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Banda Padr Sabattini tendo à frente o maestro Virgilio Tomasi tocando trombonethumbnail_20200614_191929

Músicos que fizeram historia: Na primeira fila: Tutuca, Paulo ‘Alemão’ (Hartke),Moisés Cipriani, Érico Feller, Pinga. Na segunda fila: Antero Ribeiro, Artur sgrott, ?, ? Ricardo(Ricardim) Piazza. terceira Fila: Ludvco ‘Vick’ Cadorin, Norberto Ciprani, João Cadorin, Isaias Cadorin, ? Cipriani,…

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Presépio: uma das tradições(paixões) neotrentinasthumbnail_20200614_191649

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Homenagens aos jogos olímpicosthumbnail_20200614_185448thumbnail_20200614_184123Homenagem aos agricultores – colonos, mostrando seus trajes e ferramentas de trabalhothumbnail_20200614_183945Os Reis Magos. Figuras imprescindiveis do presépio e das serenatas de Natalthumbnail_20200614_183849

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ANTÔNIO CIPRIANI E CLEMENTE DEMONTI (LILIM)

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Personagens inesquecíveis da história neotrentina: Clemente Demonti, ‘Lilim’, comerciante, morador do bairro  Ponta Fina Norte, próximo ao oratório de Santo Antonin e Antônio Cipriani, ‘Tóni Canton’, carpinteiro e agricultor, morador do bairro Mato Queimado. Na foto os dois fazem o casal do casamento caipira na festa junina no colégio Francisco Mazzola no ano de …. , Clemente é o noivo. Ambos , pais de familia e profisonais respeitados, sempre que surgiam oportunidades  davam vasão a sua veia teatral encenando vários personagens.                                                                                          Foto: Alexandre Cipriani. Postagem: Jonas Cadorin

Sobrado do sapateiro Gercindo Cipriani

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Sobrado que pertenceu ao sapateiro Gercino Cipriani  no bairro Espraiado. Além de sapateiro, Gercino  notabilizou-se por ser um homem recluso, solteiro,excêntrico, de inteligência apurada, vivia sozinho e evitava visitas. Enquanto pode frequantava a  missa na matriz. Usando paletó e deslocando-se numa bicicleta preta,pneus de borracha sem câmara, das antigas, sem bagageiro. Ia e voltava! Um homem curioso, um leitor, um inventor, um músico. Confeccionou dois violinos a partir de moldes que produziu observando  figuras de violinos na revista “O Cruzeiro”.( Após seu falecimento sua casa ficou fechada e foi alvo de vandalismo de curiosos que acreditavam  encontrar no seu interior algum’ tesouro’ escondido. Com autorização do seu  sobrinho, Sr. Daniel, visitei a casa uma semana antes que fosse demolida. Passei amanha observando e foleando restos de livros, revistas, correspondência, livros contábeis de sua sapataria domestica, ferramentas de sapateiro,  recortes de revistas com modelos de sapatos, moldes de violinos,muitas partituras, um quadro de São Crispim e são Crispiniano padroeiros dos sapateiros(foto abaixo), espalhados pela casa. No final da vida, doente foi internado  no hospital Imaculada Conceição. A enfermeira Rita Cadorin Tomasoni que o atendeu relatou que  ele ficou maravilhado  e intrigado quando viu pela primeira vez uma televisão em cores)

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Foto do sobrado cedida por Alexandre Cipriani. Postagem e comentários: Jonas Cadorin

 

Um Prefeito,um Aluno, um Professor

2020-02-27 14.17.00

Formatura  na igreja matriz de Nova Trento de alunos do  colégio Francisco Mazzola(1976-77). Na foto o prefeito Eurides Batistti entrega o diploma ao formando do segundo grau, Jonas Cipriani ao fundo, sempre sorridente, o professor Janari Piva. Infelizmente os três já faleceram, cada um a seu tempo, deixando o sorriso como lembrança.                                                                                                                                               Foto: arquivo do Colégio Francisco Mazzola, Postagem: Jonas Cadorin