NOVA TRENTO -DÉCADA DE 1960

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Foto de boa resolução tirada do alto do morro do cemitério. No canto direito,baixo, é possível visualizar um pedaço da praça Getúlio Vargas com o obelisco comemorativo aos 50 anos de imigração  italiana/tiroleza a Nova Trento. A frente a casa de quatro fachadas pertence a família de Romeu Piazza No lado a casa que pertenceu ao sr. Fioravante Marchi. Note-se ao fundo a presença de araucárias(pinheiros que se não foram cultivadas eram nativas e que se adaptaram bem ao clima da região). Ao fundo a igreja matriz antes da reforma(com seu teto alto, duas águas) e logo a frente o prédio da antiga prefeitura. A esquerda, ao fundo , a casa “salamanca” residencia atual de sr. Vita Sgrott, a casa do Falecido ‘Dedéco’ Piazza(padeiro). A seguir a residencia da família Batistotti onde funcionou a sede do Circolo trentino na década de 1980. Ainda esta de pé a imponente casa de comércio da família Boiteux (hoje faria frente com o mercado Bitencourt.

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ORLANDO DALBOSCO

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“Orlando Dalbosco (Lola), além de ser um excelente pedreiro, era um um exímio tocador de Bandolim.Conforme relatos de vizinhos, reunia seus filhos quando pequenos e com eles cantava ao som dos acordes deste instrumento musical muito popular na terra de origem.
Em época natalina, reunia seus familiares e ao som do seu bandolim cantavam músicas de Natal que deixavam todos emocionados.
Ficaram vivas até hoje na memória dos que assistiram esses belos acontecimentos proporcionados por esse saudoso pai de família e admirável músico.                                 Foi também um destacado colaborador das causas nobres em benefício do Bairro Trinta Réis, onde residia. Destacamos sua atuação de colaborador e incentivador na construção de três obras distintas de interesse da população do bairro Trinta Réis:                                                                                                      1ª – De cunho religioso, a construção do monumento religioso denominado de Calvário; 2ª – De cunho social, fundação e construção da Sociedade Recreativa Primavera, que antes de ser inaugurada a sua sede, os bailes carnavalescos e outros bailes eram realizados embaixo de lonas usadas em caminhões de transporte de cargas;                      3ª – De cunho esportivo, fundação do time de futebol da Sociedade Primavera e a construção do campo de futebol desse time.                           Também foi colaborador e incentivador de muitas outras causas de cunho social, em favor da população daquele belo nominado de Bairro Trinta Réis.”                                          Foto e comentários: Godofredo Tonini. Postagem: Jonas Cadorin

 

FAMÍLIA CIPRIANI – BAIRRO CASCATA – NOVA TRENTO – 1891

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Na fila da frente da esquerda para a direita : Maria, o casal Feliciana e Jozé, Gercindo, Otília e Julieta. Na fila de trás da esquerda para a direita : Ângelo, Francisco, Alberto, João e Hercílio.                                                                                                                                Registro fotográfico da tradicional família de Jozé Cipriani e de Feliciana Vendrami, imigrantes italianos que a partir do ano de 1875 estabeleceram-se em terras que deram origem ao futuro território do município de Nova Trento – SC,. mais precisamente no Bairro Cascata, cuja terras e residência localizavam-se defronte a filial da Fabrica de Tecidos Renaux, da cidade de Brusque.Jozé Cipriani, com 24 anos de idade e Feliciana Vendrami, com 19 anos de idade casaram-se em Nova Trento no dia 11 de abril de 1891 na Capela do Sacratíssimo Coração de Jesus, casamento este celebrado pelo Padre Ângelo Sabbatini, que chegou nessa paróquia em 03 de janeiro de 1880.Padre Ângelo Sabbatini, foi o fundador da Banda Musical que hoje tem o seu nome, em 05 de outubro de 1889, da qual o saudoso Sr. Gercindo Cipriani um dos filhos desse casal, fez parte como clarinetista e violino.                                                                                                                        Jozé Cipriani, natural de Torragnolo Diocese de Trento no Tirol, filho de Ângelo Cipriani e Judith Gerola, nasceu em 1867;                                                                                                        Feliciana Vendrami, natural de Soffratta Província de Treviso na Itália, filha de Caetano Vendrame e Anna Sacconi, nasceu em 1872.

 Fonte de consulta : Fotografia e Certidão de casamento. Acervo : Eder Cipriani.                    Informações:  Godofredo l. Tonini. Postagem: Jonas Cadorin

 

Casamento de Valério Cadorin (Lélo) e Catarina.

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“CASAMENTO A MODA ANTIGA – NOVA TRENTO
Registro fotográfico do casamento do meu saudoso amigo Valério Cadorin (Lélo), e de sua esposa Catarina.
Antigamente os convidados dos casamentos geralmente eram os vizinhos mais próximos, e os parentes dos noivos.
A decoração em sua maioria consistia em enfeites com pés de palmitos, nos quais se dependuravam pequenos buques de flores naturais, ou feitas com papel crepom, mas o que mais importava eram os excelentes almoços ou jantares, proporcionados pelos noivos.
Identificando os participantes desse casamento :
1ª – Mesa : da esquerda para a direita :
1ª – Fila : os saudosos (as) : Maria do Carmo(Carmen) Maçaneiro Cadorin, Tereza Dalri Cadorin, José Cadorin (Bepi), Francisco Cadorin, Adelina Demonti Cadorin, Jordão Cadorin, José Dell’Antonia, e Maria Cadorin ;
2ª – Fila : dois desconhecidos, Nilton Cadorin, cinco desconhecidas, as saudosas Claudia Gessele Cadorin, Camila Cadorin Eccher, e desconhecido ;
2ª – Mesa : da esquerda para a direita :
1ª – Fila : Padre Moisés Facchini( Leja), meus saudosos pais Benta Josefina Battisti Archer Tonini e Elísio José Tonini, os demais desconhecidos ;
2ª – Fila : todos desconhecidos.
Mesa dos casados :
Da esquerda para a direita : Os saudosos Geraldo Cadorin e Valério Cadorin, esposo, Catarina, esposa, o saudoso Padre Claudio Cadorin e a Sra Albertina Darós.”

Fotos e comentários: Godofredo L. Tonini. Postagem: Jonas Cadorin

Filial da fábrica de tecido Renaux, Cascata, Nova Trento 1924-1972

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Filial da fábrica de tecido Renaux, no bairro Cascata, de 1924 a 1972, sob a gerencia da família Hartke. Com seu fechamento ficou abandonada por anos. Em 2002 os empresários Julio Cesar Santos e sua esposa Deisi Hartke Santos restauraram o prédio a direita da foto  e transformaram o local na atual Pousada Portal do Vígolo.                            Foto e informações: Jornal O trentino de 03.10.2018. Postagem Jonas Cadorin

BUONA PASQUA

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Cartão de Boas festas de Páscoa  foi enviado por  Giácomo Tommasi a José Bastiani em data de 11/04/1914 . Giacomo(Tiago) Tommasi  possuía uma pequena fábrica de cerveja, em Nova Trento. No ano de 1942 Giacomo mesmo residia no local onde hoje está localizada a loja da Di Mirmay, na rua lateral da praça Galileu Galilei(Getúlio Vargas) e ali funcionava a estação do correio.  Note-se que os dizeres então em língua italiana.                                                                                                                                                                 Imagem cedida por Luiz Bastiani.           Postagem: Jonas Cadorin

HISTÓRIA DO CASAL SALVADOR CAETANO BISSOLI e ANGELINA GIACOMOSSI BISSOLI

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“SALVADOR CAETANO BISSOLI,  o “seu Vítôr”, como todas as pessoas o chamavam, nasceu em Alto Salto, Município de Nova Trento, Santa Catarina, no dia 27 de março de 1891, filho de Caetano Bissoli (Carlo Gaetano) e de Maria Turassi Bissoli, sendo seus avós paternos João Bissoli, (Giovanni) e Giuseppina Pesante Bissoli e seus avós maternos Jácomo Turassi (Jácome) e Carlotta Manara Turassi (Certidão nº 30.044, fls. 23, do Livro nº 32-A, do Registro de Nascimentos do Cartório do Registro Civil de Tijucas). São seus bisavós paternos dia 26 de abril de 1891, na Paróquia de Nova Trento, pelo padre Sabbatini SCJ, (Certidão de Batismo, nº 13, fls. 31, do Livro dos Batizados de 1880 a 1895, da Paróquia de Nova Trento, do Arquivo Histórico Eclesiástico de Florianópolis).
ANGELINA GIACOMOSSI nasceu em Nova Trento, no dia 05 de novembro de 1893, filha de Carlo Giacomossi e de Fortunata Puel Giacomossi, sendo seus avós paternos Domingos Gioacomossi e Catharina Ambrosi Fasanelli Giacomossi e seus avós maternos Daniel Puel (Daniele) e Anna Tomasi Puel e foi batizada no dia seguinte ao seu nascimento pelo padre Sabbatini SCJ. Seus padrinhos de Batísmo foram seus avós maternos Daniel Puel e Anna Tomasi Puel. Isso prova que seus avós maternos emigravam da Itália para o Brasil (Certidão de Batismo, nº 5, fls, 73v, do Livro de Batismos de 1890 a 1895, da Paróquia de Nova Trento, do Arquivo Histórico Eclesiástico de Florianópolis).

Salvador Caetano Bissoli e Angelina Giacomossi realizaram seu casamento religioso no dia 9 de outubro de 1915, na Igreja Matriz de Tijucas, sendo celebrante o Padre Ludovico Cóccolo e sendo testemunhas Sebastião Coelho Gomes e Luiz Giacomossi. Ele casou com o nome de “Vitôr Caetano Bissoli”, com 24 anos de idade e ela com 22. (Certidão nº 21, fls. 81, do Livro de Casamentos F, da Paróquia São Sebastião, de Tijucas). O casamento foi realizado no dia 10 de setembro de 1917, na cidade de Tijucas (Certidão de casamento 102, fls. 111, do Livro nº 5, do Registro de Casamentos do Cartório de Registro Civil de Tijucas). Desta dada em diante, Angelina passou a assinar-se Angelina Giacomossi Bissoli.

O casal foi residir na localidade de Nova Descoberta, Distrito de Canelinha, Município de Tijucas, numa casa de madeira, distante 200 metros da morada de Carlo Giacomossi, pai de Angelina, ao lado de uma lagoa que viviam jacarés, perto de uma figueira grande. Era a herança de Angelina, por morte de sua mãe Fortunata Puel Giacomossi. Ficava distante um quilômetro da Capela de Santo Antônio.”     BISSOLI,Salvador. In: América, um sonho, uma esperança, p.47-48

Postagem: Jonas Cadorin

SALVADOR CAETANO BISSOLI e ANGELINA GIACOMOSSI BISSOLI

2018-10-01 08.37.502018-10-01 08.40.32SALVADOR CAETANO BISSOLI  filho de CARLO GAETANO BISSOLI e de MARIA TURASSI BISSOLI. Neto de GIOVANNI BISSOLI e de GIUSEPPINA PESANTE BISSOLI, bisneto de MICHELE ÂNGELO BISSOLI e de MARGHERITA TOGNOLI BISSOLI.

“A pesquisa feita na Itália, conseguiu chegar até os bisavós paternos de Salvador Caetano Bissoli.O vigário da paróquia de Santo Stéfano, da Comuna de Ísola della Scala Abade Dom Giovanni Ballarini me mandou a certidão de batismo de GIOVANNI BISSOLI, filho de Michele Ângelo Bissoli e de Margherita Tognoli Bissoli, nascido em Comuna de Ísola della Scala, Província de Verona, no dia 18 de julho de 1834 e batizado no dia 19 do mesmo mês (Registro de Batismo vol. 1834, pág. 418, nº 87). Mandou-me, também, a certidão de Batismo de CARLOS GAETANO BISSOLI, filho de GIOVANNI BISSOLI  e de GIUSEPPINA PESANTE BISSOLI, nascido na Comuna de Ísola della Scala, Província de Verona, no dia 23 de janeiro de 1868 e batizado no dia 26 do mesmo mês (Registro de Batismo vol. 1969, pág. 61, nº 3). Enviou-me, ainda, a certidão de batismo de LUIGI BISSOLI, filho de Giovanni Bissoli e de Giuseppina Pesante Bissoli, nascido na Comuna de Ísola della Scalla, Província de Verona, no dia 27 de outubro de 1870 e batizado no mesmo dia (Registro de Batismo vol. 1870, pág. 75, nº 130).

Sabemos que Giovanni Bissoli e Giuseppina Pesante Bissoli tiveram três filhos: Jucundo Bissoli, Carlo Gaetano Bissoli e Luigi Bissoli, todos nascidos em Ísola della Scala.

A família partiu da Comuna de Ísola della Scala, Província de Verona, Região de Vêneto, Ítalia, por volta do ano de 1875 com as emigrações no Norte da Itália com destino à Colônia de Nova Trento, Estado de Santa Catarina, Brasil. Giovanni deveria ter tido 41 anos de idade; Jucundo, 9 anos; Carlos Gaetano, 7 anos, e Luigi teria 5 anos. Vieram encaminhados à Colônia itajaí-Prícipe Dom Pedro que tinha sede em Brusque.

Embora a Colônia de Nova Trento estivesse situada no vale do rio Tijucas, a entrada dos emigrantes era feita pelo porto de Itajaí até a Colônia de Brusque e de lá entravam na Colônia de Nova Trento (Bibl. 1. P. 306)

Podemos comprovar a presença em Nova Trento de Giovanni Bissoli e de seus dois filhos Jucundo e Carlo Gaetano.

O Livro “Vencer ou Morrer”, de Renzo Maria Grosseli, com base em documentos coloniais e de registro, menciona na página 533 o nome do Giovanni Bissoli entre “outros colonos de Nova Trento e como originária de Ísola della Scala, Verona”. Registra, ainda, que “casaram dois filhos na colônia, sendo de se supor que aí estivesse toda a família”. Os dois filhos que casaram foram Jucundo e Carlo Gaetano. A última informação dá a entender que a esposa Giuseppina e o filho Luigi também vieram para Nova Trento.

Chegando em Nova Trento, Giovanni Bissoli e sua família foram residir na linha de Alto Salto, não tendo sido possível localizar o lugar exato de sua residência.”BISSOLI, Salvador. in: América, um sonho, uma esperança

Postagem: Jonas Cadorin

ESCOLA REUNIDA – BAIRRO TRINTA RÉIS – NOVA TRENTO – SC – 1966

escolatrintareisPrédio escolar onde funcionava a Escola Reunida Professor Francisco João Valle, no Bairro Trinta Réis, que ficava próxima a atual empresa Nélcia Noivas. Esse prédio de madeira foi construído durante a administração do Prefeito Municipal, o Sr. Luiz Feller, 1965 – 1966, em terreno doado pelo Sr. Carlos Ceccato. Tinha duas salas de aula, uma pequena cozinha e uma sala de Direção e banheiros. Lecionavam nessa escola as professoras, Srª Adelina Marchiori Minatti, Ester Maria Piazza, Maria Vitória Dalbosco Battisti Archer e Maria dos Anjos Cadore. Foi nomeada como primeira Diretora desta escola, a Srta Neli Maria Tirloni.                                                                                                          Fonte: Godofredo Luiz Tonini, postagem Jonas Cadorin

HOMENAGEM CÍVICA- DÉCADA DE 1940

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A segunda Guerra Mundial duro de 1939 a 1945. durante este período Nova Trento participou intensamente de todo o processo. Enviou soldados, organizou o Tiro de Guerra, fez coletas de metais, foi vigiado pelas campanhas de nacionalização da língua. Homenagens cívicas manter vivo o ardor patriótico eram organizados com certa frequência. Nomes de praças e ruas foram trocados por nomes de heróis nacionais. A atual praça Getúlio Vargas de Nova Trento, se chamava praça Galileu Galilei. Os cemitérios tiveram suas lápides com os nomes traduzidos para o português. atualmente o cemitério do Baixo Salto é o único que ainda guarda( não se sabe até quando) tum ulos em italiano.

Postagem: Jonas Cadorin