IGREJA DE SÃO VIGILIO

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Igreja de São Vigilio, patrono de Trento, inaugurada com festa e missa solene em 1929 na praça Galileu Galileu(atual praça Getúlio Vargas). Observa-se que havia um portão de madeira na porta central para impedir a entrada de animais. Além do conjunto de janelas baixas há um conjunto de aberturas circulares que permitiam a captação de luz natural . A igreja foi demolida em 1947 e os tijolos foram utilizados na construção do atual salão paroquial. (  Os padres Jesuítas vieram a Nova Trento em 1878 e  edificaram em 1885 uma igreja dedicada ao Sagrado Coração de Jesus no local onde se encontra a atual. Em 1942 quando foi inaugurada a igreja atual, o Bispo Dom Joaquim Domingues de Oliveira decidiu que a igreja seria dedicada a São Vigílio(Virgílio)  e a estátua do Sagrado Coração de Jesus possou  a ocupar lugar num monumento  externo , defronte e igreja. A estátua foi destruída anos depois por um raio)

Foto: cartão postal Jonas Cadorin

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Foto reprodução: Cleber Battisti Archer

Solenidade de inauguração da igreja ou  evento comemorativo ao dia da independência(observa-se a presença das crianças uniformizadas e de um pelotão do exercito ou policia

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Foto reprodução: Cleber Battisti Archer

A esquerda residencia da família Piazza, a esquerda ao fundo a igreja de São Vigilio. No centro da forto a obra de construção da ponte sobre o ribeirão Alferes.

Foto reprodução: Cleber Battisti Archer2016-09-28 10.57.54.png

Foto reprodução: Cleber Battisti Archer

Praça Galielu Galilei/ Getúlio Vargas com a igreja de São Vigilio ao Fundo

FANFARRA ESCOLAR GRUPO ESCOLAR LACERDA COUTINHO – NOVA TRENTO -SC

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Na frente, esquerda para direita: Godofredo Tonini., Isaias Montibeller,__,__,__,Maurilio Mazzola.

Atrás, esquerda para direita: Virgílio Bertotti,__, ‘Badico’ Dalbosco, __,__,__, Eudes Mazzola .

Foto registrada no palco do patio coberto do Grupo Escolar Lacerda Coutinho(atual Colégio Estadual Francisco Mazzola). Ao fundo, no quadro negro, a letra do hino da independência. Durante todo o periodo dos governos militares(1964 a 1985) era prática diária ou semanal as homenagens cívicas. Todas as turmas ficavam perfiladas em pelotões, como se fazia nos quartéis. Tomava-se distância  em relação ao individuo da frente e da  das laterias.: simetria. Ordem e Progresso. Os hinos nacional, da bandeira, do estado e da Independência eram ensaiados a exaustão. todos aprendiam de cor.

Peço a colaboração para identificarmos os demais membros desta foto. MANDE SUA INFORMAÇÃO NO ‘BALÃO ‘ DE DIALOGO QUE ESTÁ NO LADO DIREITO  SUPERIOR DESTA POSTAGEM

Foto: arquivo Jonas Cadorin

CONSTRUÇÃO DA ATUAL IGREJA MATRIZ DE NOVA TRENTO

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Construção da igreja matriz de Nova Trento, iniciada no ano de 1940, finalizada em 1942, erigida com trabalho voluntário das famílias. No local havia a igreja Del Sacro Cuore di Jesú, se observa na frente do novo prédio o monumento com  a estátua do sagrado Coração de Jesus. Segundo me informou a falecida Henriqueta Sartori, a estátua foi destruída por um raio e  muitas pessoas levaram pedaços para casa  para guardar como relíquia.

Foto: arquivo Jonas Cadorin

JOSÉ GIAKOMELLI (GIACOMELLI)

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Túmulo antigo com registro do óbito em metal afixado na cruz no cemitério do bairro Pinheral, município de Angelina. Se percebe que a grafia do sobrenome sofreu alteração com a letra K substituindo a letra C na grafia correta.

Foto : Jonas Cadorin, 27,09,2916

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FAMÍLIA BATISTI (BATISTTI) – CEMITÉRIO DO PINHERAL

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Família Marchi na lápide do cemitério do bairro Pinheral, município de Angelina. Atilho Marchi deve ter vindo da região do Trentino ou nasceu no Brasil logo após a chegada dos primeiros na região de Nova Trento em 1875. Os cemitérios com suas lápides guardam a memória afetiva da comunidade bem como é uma grande fonte informações. Nossos antepassados não viveram em vão. O Alfero é mais uma forma de eternizar a memória dos que se foram.

Foto: Jonas Cadorin, 27.09.2016

 

 

 

HISTÓRIA DA IMIGRAÇÃO DA FAMÍLIA DARÓS

Recebemos do Leandro Luis Daros, a HISTÓRIA DA IMIGRAÇÃO DA FAMÍLIA DARÓS.

Era janeiro de 1878, inverno na Itália recém unificada. A Crise econômica e a fome (carestia) fizeram com que milhares de italianos imigrassem para Austrália, América do Norte e Sul. Umas dessas famílias foi a Darós, que deixou a “comune” de Serravalle (atual cidade de Vittorio Veneto, Treviso) a bordo do Vapor Portena em direção ao Rio de Janeiro. Na viagem de 21 dias a bordo do vapor cruzando o oceano Atlântico o capitão Robert escreve em seu diário de bordo: “o número embarcado nesse vapor é de 590, sendo 514 italianos e 76 austríacos. Duranta a viagem morreram 9”.
 
O patriarca e aquele que dá origem à família Darós em Nova Trento é Andrea Daros, à época (1878) com 32 anos. Veio acompanhado de sua esposa Pasqua, então com 26 anos, e dos filhos: Francesco (5 anos), Antonio (2 anos), Antonia (3 meses) e Gio-Batto (3 anos). O nome Gio-Batto trata-se de apelido de Giovanni Battista. No mesmo vapor Portena também estavam o sogro e sogra de Andrea Daros e outras famílias tradicionais de Nova Trento (Cadorin, Sartori, Ferrari, etc).
 
Não é claro na história o motivo da família Darós (do italiano Da Ros) oriunda do Veneto ter se fixado em Nova Trento, já que a maioria dos imigrantes do Veneto foram para o sul de Santa Catarina. Acredita-se que na chegada ao Rio de Janeiro tenham sido incluídos em um grupo de Trentinos que seguia para o sul.
 
Abaixo foto da capa do diário de bordo do vapor Portena e dos nomes da família Darós. 
Registro FamiliaVapor Portena

Saudações,


Leandro Luis Daros

 

Gostaríamos de agradecer a todas as colaborações. Estamos sempre a disposição no e-mail alferont@gmail.com

 

QUI RIPOZA VEGILIO FANTINI – MAESTRO DI SCOLLA

20160403_093458 lápide rara que se salvou da campanha de nacionalização da língua italiana. Durante o período da segunda guerra mundial os imigrantes e seus descendes foram obrigados a falar português. Os cemitérios também sofreram modificações das lápides. Não se sabe como o cemitério do Baixo Salto escapou da perseguição pois até hoje ainda se encontram algumas lápides  com inscrições em italiano. Acima uma preciosidade: uma homenagem a um dos primeiros professores de Nova Trento que foi afastado do cargo porque ensina alfabetizava em italiano, a única língua que conhecia ! Diz a inscrição: QUI RIPOZA VEGILIO FANTINI – MAESTRO DI SCOLLA – MORTO LI 7 GIUGNO DEL 1903 – ANNI 54 ( AQUI REPOUSA VEGILIO FANTINI, PROFESSOR(MESTRE) DE ESCOLA. MORRREU NO DIA 7 DE JUNHO DE 1903 COM 54 ANOS). Em breve publicaremos algumas lápides por considerarmos importante manter a memória dos nossos antepassados e ajudar pessoas a localizar possíveis parentes ou sobrenomes que já são raros ou não mais existem em Nova Trento.