1939 – Padre José Da Poian -Vigário

Ficha de registro de estrangeiros no período que antecedeu a 2ª guerra Mundial do padre José Da Poian, vigário , na época, em Nova Trento. Nas observações ficou registrado o ano em ele passou a residir no em Pelotas no Rio Grande do Sul(1941 a 1945)> Estrangeiro, em especial italianos e alemães foram vigiados durante o período da guerra.

Fonte: Godofredo L. Tonini. Postagem e comentário: Jonas Cadorin

2001 – PRIMEIRA MISSA CAPELA MORTUÁRIA

Celebração da primeira missa em 2001, Pe. José Wolmer, sobre os fundamentos da atual capela mortuária localizada ao lado do cemitério municipal de Nova Trento. Ante dessa época os velórios aconteciam nas residencias dos falecidos , a missa de corpo presente celebrada na igreja matriz e o cortejo seguia a pé até o local do sepultamento.

Foto e postagem: arquivo pessoal Jonas Cadorin

1964 – OS METRALHAS

Da esquerda para a direita : O saudoso Isaías Tomasi, Antonio Gullini, Célio Valle, Sálvio Osmar Tonini, o saudoso Antonio Tomasi (Toninho), Inácio Marchi, e o saudoso Julcemar Guedes.

Crianças : algumas das crianças da esquerda para a direita : O saudoso Ari Antonio Bottamedi com a mão na orelha, Gilson Ceccato que aparece somente parte do rosto, Ademar Maçaneiro (Maninho, ao centro de camisa estampada), Ilson Assis Valle (Chico), Salvador Afonso Sgrott e Cesar Augusto Dell’Antonio.

O Sr de chapéu que está na janela observando as crianças dançarem é o saudoso Sr. João Gessele (Joanin) e o personagem que aparece num quadro moldurado é o saudoso Sr. Ador Dalbosco, que foi um dos presidentes da Sociedade Recreativa Humaitá – S.R.H

Na época da Jovem Guarda quando começaram a surgir inúmeros conjuntos musicais pelo Brasil afora, a cidade de Nova Trento – SC., também tinha os seus conjuntos musicais destacando-se entre eles Os Metralhas e depois Os Batuskelas formado por jovens neotrentinos. Esses conjuntos animavam os bailes nos sábados à noite, as tardes dançantes de domingo e na época do carnaval os bailes carnavalescos na Sociedade Recreativa Humaitá e Sociedade Recreativa Primavera.

Na fotografia vemos o Conjunto musical Os Metralhas animando o carnaval infantil do ano de 1964, nas dependências da sede social da Sociedade Recreativa Humaitá – S.R.H. – Nova Trento – SC.

da esquerda para a direita : O saudoso Isaías Tomasi, Antonio Gullini, Célio Valle, Sálvio Osmar Tonini, o saudoso Antonio Tomasi (Toninho), Inácio Marchi, e o saudoso Julcemar Guedes.

CRIANÇAS : Identificando alguma das crianças da esquerda para a direita : O saudoso Ari Antonio Bottamedi com a mão na orelha, Gilson Ceccato que aparece somente parte do rosto, Ademar Maçaneiro (Maninho), Ilson Assis Valle (Chico), Salvador Afonso Sgrott e Cesar Augusto Dell’Antonio.

O Sr de chapéu que está na janela observando as crianças dançarem é o saudoso Sr. João Gessele (Joanin) e o personagem que aparece num quadro moldurado é o saudoso Sr. Ador Dalbosco, que foi um dos presidentes da Sociedade Recreativa Humaitá – S.R.H

Fonte:Godofredo L. Tonini (in perfil Facebook) Postagem Jonas Cadorin

DECADA DE 1960 – DONA GEMA TONINI

Registro fotográfico da Srª Gema Tonini Ceccato de fronte a casa de seu irmão, sr. Elísio Tonini, no inicio da rua João Bayer Sobrinho. Foi funcionária na função de tecelã da filial da Fábrica de Tecidos Carlos Renaux da cidade de Brusque e trabalhava no período da tarde, das 13h30 as 22h00. A fabrica localizava-se no Bairro Cascata (hoje Pousada Portal do Vígolo). Usava a bicicleta como meio de locomoção percorrendo diariamente cerca de 6 km (ida e volta . Residia e ainda reside no bairro Trinta Réis – Ceccato Motos). O guarda chuva fazia era companhia inseparável tanto para chuva, quanto para o sol. Seu afiado senso de humor revela uma mulher incrível que não contraiu novo casamento quando seu marido faleceu. Criou e educou seus quatro filhos com o suor do seu trabalho num época de muita carestia .
Fonte : Álbum da família Gema Tonini Ceccato, publicado no perfil do Facebook do seu sobrinho Godofredo L. Tonini.



1985 – MAURILIO MERIZIO – PUBI

O Saudoso professor Maurilio Merizio participan a comitiva de Nova Trento que participou do XI EMOBRESC ( Encontro Estadual do Programa Cultural do MOBRAL de Santa Catarina) no município de Concórdia. Na ocasião o professor dirigiu o grupo de teatro amador que apresentou a peça A Vitória da Cruz. A peça conquistou o 5º lugar .

Fonte: arquivo pessoal Jonas Cadorin

1970- SALVADOR BONECHER

O pedreiro Salvador Bonecher, morador do bairro Vigolo, em plena juventude em meados dos anos 70 posando ao lado de sua Vespa, sonho de consumo dos jovens daquela época. Sr. Salvador, hoje com 76 anos, ainda reside no Vígolo, é casado com Edina Teresinha Minatti Bonecher. Um casal que fala o dialeto tirolez/trentino e cultiva os costumes de antigamente como fazer o sbrega dhjaqueta, crauti, polenta, taiadele, sfregoloti…presépio, santa Lucia, pregar la corona…

Colaboração: Emilio Bonecher Masera. Postagem: Jonas Cadorin

2000 – PEDRA FUNDAMENTAL DA CAPELA MORTUÁRIA

Até o ano 2000 o costume de velar os defuntos era feito em casa,em geral na sala. Os mais antigos fazia a ‘eça’ utilizando uma porta da casa, apoiada sobre duas cadeiras enquanto o caixão era confeccionado e forrado com tecido preto ou branco na casa de algum marceneiro da cidade . Com o advento das funerárias na década de 1970, os caixões começaram a ser padronizados e acrescidos de adereços ou detalhes que faziam com que o preço oscilasse de acordo com o gosto e as posses dos familiares. O cortejo fúnebre saia da casa do falecido até a igreja matriz. Depois da missa de corpo presente era conduzido ao cemitério levado por familiares.( Tempo mais tarde pelos carros funerários. )A procisão era encabeçada por alguém carregandouma cruz( o ‘Duci Mutcho’ fez esta função por muitos anos), em seguida o caixão seguido do padre, familiares e muitas vezes pela banda padre Sabattini. No ano de 2000, no mandato do prefeito Saul Jose Rover e seu vice Jorge Bruno Ferrarro,(1997-2000), foi lançada a pedra fundamental da atual capela mortuária nas imediações do cemitério municipal. O projeto foi assinado pelo engenheiro Alfredo Cadorin. Desde então, os velórios acontecem neste local que dispoe de toda a estrutura para acolher os familiares e amigos que se reunem para prestar as últimas homenagens aos seus entes queridos.
Assinando a ordem de serviço, o vice prefeito Jorge B.Ferraro. Atrás o padre José Vollmer, Luiz Feller(Didi), Alvaro Polli

Fonte e postagem: arquivo pessoal Jonas Cadorin

1930 – FILHAS DE ARACY E ROMEU BOITEUX PIAZZA

Cartão postal com as filhas do casal Romeu Boiteux Piazza e Aracy Baptista Pereira Piazza, posando junto ao monumento do bisavô coronel Henrique Carlos Boiteux, na atual praça Getulio Vargas. São elas: Alba Heloísa Piazza(de Carvalho) 1924-2019) , Maria Aparecida Piazza 1928 – 2017 e Mônica Piazza (morreu na tenra idade)

Colaboração: Fátima Piazza(filha do saudoso Walter F. Piazza, imão das meninas da foto). Postagem: Jonas Cadorin