CERIMÔNIA CÍVICA – MEADOS DE 1930

Cerimôna de hasteamento da bandeira , na decada de 1930 defronte a antiga igreja matriz de San Vigili, situada nos fundos da atual praça Getulio Vargas. Se pode observar a presença dos soldados do Tiro de Guerra,´alunos e alunas uniformizados, autoridades e o povo em geral.( A igreja foi demolida em meados da decada de 1940 para se aproveitar os tijolos para a construção do salão paroquial, construido na frente da nova matriz, na antiga praça da bandeira., hoje Praça del Comune. Ao fundo duas residências de madeira na subida do morro do cemitério.(Foto melhorada com IA)

Fonte: arquivo de fotos antigas de Carlos Pedrotti. Postagem: Jonas Cadorin

RAQUEL POLI e OSWALDO DE SOUZA

Saudosa Raquel Poli, professora de dos anos inciais no bairro Ponta Fina Sul nos anos 60-70 e seu esposo Oswaldo de Souza, funcionário público municipal, vereador . Pais da Sônia, Estelita, Carlos e Nelson, residiam no início do bairro Trinta Réis. Fotografia registrada no ano 2000, pelo historiador, Dr., Andesron Sartori.

Foto: acervo particular Anderson sartori. Postagem Jonas Cadorin

DÉCADA DE 1920 – CASA DE COMÉRCIO BOITEUX

“Olha, do meu tempo de criança, o maior comércio era lá no Hippolito Boiteux.Era uma loja bonita! Meu Deus! Tinha de tudo que você procurava. Tinha a partir de arado, ferramentas de tudo o tipo, até bicicleta…Cada porta, era cheio de portas, abria e era uma vitrine. Uma era só chinelos, outra era de lenços, de perfumes, de pó-de-arroz, talco, essas coisas, tudo ele trazia de fora.” Depoimneto da saudosa Raquel Poli de Souza,no ano 2000, concedida ao historiador, Dr. Anderson Sartori.

Foto dos anos 1920, o comécio Boiteux se localizava no canto superior esquerdo, na esquina defronte ao atual supermercado Bittencourt.

Fonte: foto de domínio público, postagem Jonas Cadorin. Informação retirada da dissertação de mestrado de Anderson Sartori: A constituição das identidades no “mundo”dos brasiliani e italiani: o papel da escola na campnha de nacionalização nas décadas de 1930 e 1940 em Nova Trento -SC, Univali, Itajaí 2005

1905 – AUGUSTO SCHNEIDER

“Foto que retrata um time de futebol na Alemanha por volta de 1905. O primeiro da esquerda para a direita, é meu avô materno, Augusto Schneider, que imigrou para o Brasil,vindo a residir em ova Trento. Detalhe é a trave!”depoimento de Ronaldo Raulino.

Fonte: Facebook de Ronaldo Raulino. Postagem: Jonas Cadorin

por Jonas cadorin Postado em Shneider

DÉCADA DE 1970 – RONALDO RAULINO

Ronaldo Raulino, filho de Horácio Raulino e Maria Luiza Shneider, nos tempos de infância em que tudo era motivo para diversão. Imaginem montar um cavalo quando os filmes de western eram sucesso!

Fonte: Facebook de Ronaldo Raulino. Postagem: Jonas Cadorin

1951 – CASAMENTO DE SALVADOR CADORIN e MARIA DO CARMO MAÇANEIRO

No dia 25 de agosto de 1951, sábado, aconteceu o casamento do pedreiro Salvador Cadorin e Maria do Carmo Demonti Maçaneiro. Foram testemunhas no cartório, Guilherme Darós e Dimas Tell. A festa se deu,após a missa, no pátio da casa do seu pai, Francisco Cadorin, na rua João Bayer Sobrinho (detalhe da janela em formato olho de peixe). As festas aconteciam durante o dia, em geral na hora do almoço, as vezes seguido de café da tarde. Ao fundo o casal. No lado esquerdo da noiva, sua irmã Lurdes,a amiga Iolanda Voltolini e de gravata, Francisco Cadorin. Na mesa, a frente, lado esquerdo é possível identificar de terno ciza, o sr. Inácio(Naciót) Lorenzetti. Logo atrás, de terno branco, oçlhando para o fotógrafo: Ferdinando Cadorin e Inácio Gullini.

Fonte: álbum de fotos da familia Salvador e Carme Cadorin. Postagem :Jonas Cadorin(Foto melhorada com IA)

19.03.1919 – HUMAITÁ- 107 ANOS

Fundado em 1919, hoje a Sociedade Recreativa Humaitá celebra 107 anos de existência. Avante, Humaitá !

Fonte: livro, Avante Humaitá , de Luiz Augusto Tridapalli Archer, 2019. Postagem Jonas Cadorin

por Jonas cadorin Postado em Humaitá

FRANCISCO CADORIN E OS NETOS

Francisco Cadorin numa das sua vistas aos netos. No no alto, de verde, Jânio, Jonas, Saulo(de amarelo) Rita (de azul) e Jurema, filhos de Salvador Cadorin e Maria do Carmo Demonti Maçaneiro. A casa ainda existe, na rua João Bayer Sobrinho. Na época , início dos anos 1970, a rua era estreita, sem calçamento e as casas tinham um pequeno jardim na frente, protegido por uma cerca de sarafos.

Foto e postagem: Jonas Cadorin

1950 – SELMA CIPRIANI

A jovem Selma Cipriani, esposa do saudoso Mário Speranzini, posando com sua bicicleta ‘de mulher’. Reside, até hoje, no bairro Mato Queimado. Selma foi a primeira mulher neotrentina a dirigir um automóvel.

Fonte: àlbum da família Cipriani, foto colorida com IA. Postagem Jonas Cadorin