DÉCADA DE 1970 – RONALDO RAULINO

Ronaldo Raulino, filho de Horácio Raulino e Maria Luiza Shneider, nos tempos de infância em que tudo era motivo para diversão. Imaginem montar um cavalo quando os filmes de western eram sucesso!

Fonte: Facebook de Ronaldo Raulino. Postagem: Jonas Cadorin

1976 – TIME DO HUMAITÁ

Da esquerda para a direita: Maurilio Merizio, Miralci Valle, Renei Rachadel, Luiz Alberto, Pedrinho Piva, Oscar Archer, Batista, Valois Dalcastgne(de paletó), Araldo Raulino, Moisés Mazzola, Celso Cim, Bigorrilho, Caiaco, Janari Piva.

Fonte: Livro Avante Humaitá. Luiz Augusto Tridapalli Archer, 2019,p.262.Imagem melhorada com IA. A foto em preto e branco foi postada no site em 25 de janeiro. Postagem: Jonas Cadorin

DÉCADA DE 1960 – ANTÔNIO RAULINO

Antônio Raulino, casado com Maria Feller, pais do saudoso Fábio do açougue, Horácio, Henriqueta, Nestor… ) Na foto o açougue que ficava nos fundos da casa do Sr. Mário Feller, no bairro Besenello. A família Raulino era natural da localidade de Tijipió, o município de Major Gercino e teria vindo a Nova Trento por volta de 1940.( A foto foi enviada por Ronaldo Raulino, filho do Sr. Horácio Raulino.)

Foto: Ronaldo Raulino. Postagem com informações de Ronaldo Raulino e Afonso Foster

DÉCADA DE 1990 TORNEIO DE PÁSCOA FUTSAL

De pé, da esquerda para a direita: Renei Rachadel, Oscar Archer, Kidinho, Vlademir Dalbosco (Tito),Pedro Paulo Tridapalli, Fiorello Dell’Antonia. Agachados da esquerda para a direita: Paulo Cesar Rachadel, Nado Raulino, Jânio Mendonça( Gavião), Afonso Sartori(Tilinho) Afonso Cadorin.

Fonte: Álbum família Dalbosco. Postagem: Jonas Cadorin

1970 -1995 AÇOUGUE DO FÁBIO

24,09,1991- Isidoro Maçaneiro e Saulo Cadorin, açougueiros do açougue do Fabio exibindo um boi que depois de abatido pesou 34,5 arroubas.( O boi pertencia ao sr… Capraro, do bairro Vígolo. Bois como este eram usados em serviços agrícolas e quando velhos eram vendidos aos açougues)
A foto registra o prédio onde funcionou o açougue do Sr. Fábio Raulino, casado com Albertina Darós, localizado na rua João Bayer Sobrinho. O açougue marcou uma época em que se comprava carne bovina e suína em abatedouros – açougues- onde os animais eram abatidos nas primeiras horas da manhã e depois de esquartejados eram comercializados no balcão na parte da frente. Sr Fábio foi o último açougueiro a manter este tipo de de comércio.(Antes dele e contemporâneos a ele também havia o açougue do do Angelim Dalri, no Salto e do Érico Corsi, na subida do Moro da Cruz. O sr. Aprígio Botamelli, esporadicamente também comercializava carne ,de porta em porta de animais que abatia em casa). Importante lembrar que neste período o regramento sanitário para o abate e comercialização de carne ainda eram incipientes o que não impedia dos açougueiros de exercer sua profissão com responsabilidade zelando pela higiene possível para os padrões daquele tempo. Fábio era o açougueiro proprietário e responsável por uma equipe de profissionais como Isidoro Maçaneiro, Saulo Cadorin, Leodelides (Lidi) Michelli, Nestor Raulino, … Orsi(Zorro).
Foto realizada em nos idos dos anos dois mil quando o local já estava fechado. O ambiente era onde acontecia os abates era todo pintado de branco e uma calha com água corrente ajudava a higienizar o espaço e evitar a propagação de insetos como moscas. Ao lado do abatedouro fica a mangueira onde os animais a serem abatidos ficavam aguardando sua vez! O açougue do Fábio era também um espaço onde as crianças iam presenciar o fadigoso trabalho dos açougueiros.. Quando o boi fugia era uma festa!

Fotos cedidas por Saulo Cadorin. Postagem e comentários: Jonas Cadorin