
foto: acervo da banda padre Sabattini. Postagem e comentário:Jonas cadorin
foto: acervo da banda padre Sabattini. Postagem e comentário:Jonas cadorin
fotos: Othmar Seehauser e Bruna La Lago Veneri , in L’Odissea Brasiliana.1988. Postagem: Jonas Cadorin
Postagem, foto: Jonas Cadorin
Crispim e Crispiniano eram irmãos de origem romana. Cresceram juntos e converteram-se ao cristianismo na adolescência. Ganhando a vida no oficio de sapateiro, eram muito populares, caridosos, e pregavam com ardor a fé que abraçaram. Quando a perseguição aos cristãos ficou mais insistente, os dois foram para a Gália, atual França.
As tradições seculares contam que, durante a fuga, na noite de Natal, os irmãos Crispim e Crispiniano batiam nas portas buscando refúgio, mas ninguém os atendia. Finalmente, foram abrigados por uma pobre viúva que vivia com um filho. Agradecidos a Deus, quiseram recompensá-la fazendo um novo par de sapatos para o rapazinho.
Trabalharam rápido e deixaram o presente perto da lareira. Mas antes de partir, enquanto todos ainda dormiam, Crispim e Crispiniano rezaram pedindo amparo da Providência Divina para aquela viúva e o filho. Ao amanhecer, viram que os dois tinham desaparecido e encontraram o par de sapatos cheio de moedas.
Quando alcançaram o território francês, os dois irmãos estabeleceram-se na cidade de Soissons. Lá, seguiram uma rotina de dupla jornada, isto é, de dia eram missionários e à noite, em vez de dormir, trabalhavam numa oficina de calçados para sustentar-se e continuar fazendo caridade aos pobres. Quando a cruel perseguição imposta por Roma chegou a Soissons, era época do imperador Diocleciano e a Gália estava sob o governo de Rictiovaro. Os dois irmãos foram acusados e presos. Seus carrascos os torturaram até o limite, exigindo que abandonassem publicamente a fé cristã. Como não o fizeram, foram friamente degolados, ganhando a coroa do martírio.
O Martirológio Romano registra que as relíquias dos corpos desses dois nobres romanos mártires estavam sepultadas na belíssima igreja de Soissons, construída no século VI. Depois, parte delas foi transportada para Roma, onde foram guardadas na igreja de São Lourenço da via Panisperna.
A Igreja celebra os santos Crispim e Crispiniano como padroeiros dos sapateiros no dia 25 de outubro. Essa profissão, uma das mais antigas da humanidade, era muito discriminada, por estar sempre associada ao trabalho dos curtidores e carniceiros. Mas o cristianismo mudou a visão e ela foi resgatada graças ao surgimento dos dois santos sapateiros, chamados de mártires franceses.
*Fonte: Pia Sociedade Filhas de São Paulo Paulinas http://www.paulinas.org.br
Postagem e foto: Jonas Cadorin
“Por seu decreto Quam singulari, sobre a Comunhão das crianças (8 de julho de 1910) e Sacra Tridentina synodus (16 de julho de 1905) sobre a Comunhão Diária, São Pio X lançou as bases do que se tornou uma organização impressionante da Igreja por sua influência espiritual e sua extensão: a Cruzada Eucarística das Crianças. Quatro anos depois, em 1914, o mundo enlouquecido destruiu o que restava da civilização cristã em sangue, fogo e ódio. São Pio X viu seus pedidos urgentes de paz ignorados: o conciliador às tentativas de seu sucessor Bento XV foi tratado da mesma maneira. Após a guerra, centenas de milhares de crianças se juntaram às fileiras da Cruzada. A Cruzada encontrou na Organização de Apostolado da Oração o apoio necessário para sua propagação em todo o mundo. A Cruzada Eucarística das Crianças foi reconhecida canonicamente pelo Papa Pio XI em 6 de agosto de 1932. Na época, tinha três milhões de membros. Todo mês, um tesouro era composto pelo número total de sacrifícios feitos e cuidadosamente registrados pelas crianças. Era, então, enviado ao papa. Aqui está um exemplo: em setembro de 1934, a intenção era para padres e seminários; Foram oferecidas 695.585 missas, 509.585 comunhões, 3.785.529 visitas ao Santíssimo Sacramento, 4.939.544 sacrifícios etc.
Uma das características da Cruzada, além de ser composta por crianças, é a ênfase na devoção ao Santíssimo Sacramento. A criança, por suas Comunhões, oferece-se em sacrifício unida ao Supremo Sacrifício, a Missa. Não é de admirar que uma das conseqüências da Cruzada tenha sido o nascimento de multidões de vocações, como qualquer um que lesse os boletins da época viu claramente.
A Cruzada Eucarística continuou durante a Segunda Guerra Mundial com um renovado espírito de auto-sacrifício, lembrando as palavras de São Pio X: “Brandai a Cruz de Jesus e a mostrai-a à humanidade como única fonte de paz e salvação. ” Em 6 de janeiro de 1958, o Papa Pio XII deu uma aprovação solene e permanente. Era, embora ninguém soubesse naquele momento, o “canto dos cisnes” da Cruzada Eucarística: Os modernistas a queriam destruir. Ainda estava viva no início dos anos 50, mas duraria pouco. Muito em breve, novos sacerdotes com novos métodos foram designados para reformar o que eles chamavam com escárnio de “aquela religião dos papeizinhos” (fazendo alusão às folhas de papel em que os tesouros eram coletados). O nome do boletim foi alterado de “Hóstia” para “Compartilhamento”: um novo programa! O golpe final foi dado no pontificado de João XXIII. Em 1960, por ocasião da peregrinação da Cruzada a Roma, o nome da Cruzada foi alterado para Movimento Eucarístico Juvenil. ” fonte do texto: https://salvemaria.com.br/cruzada/ foto: arquivo : Jonas Cadorin
Homenagem aos imigrantes
Banda Padr Sabattini tendo à frente o maestro Virgilio Tomasi tocando trombone
Músicos que fizeram historia: Na primeira fila: Tutuca, Paulo ‘Alemão’ (Hartke),Moisés Cipriani, Érico Feller, Pinga. Na segunda fila: Antero Ribeiro, Artur sgrott, ?, ? Ricardo(Ricardim) Piazza. terceira Fila: Ludvco ‘Vick’ Cadorin, Norberto Ciprani, João Cadorin, Isaias Cadorin, ? Cipriani,…
Presépio: uma das tradições(paixões) neotrentinas
Homenagens aos jogos olímpicosHomenagem aos agricultores – colonos, mostrando seus trajes e ferramentas de trabalho
Os Reis Magos. Figuras imprescindiveis do presépio e das serenatas de Natal
Apresentação de ginástica rítmica na inauguração da quadra de esportes do Colegio Francisco Mazzola em 1977. Na foto acima se observa a presença da Banda Padre Sabbatini exibindo antigo uniforme vermelho. nas outras duas fotos é possivel observar os fundos da quadra, a figueira, onde hoje tem salas de aula. Nas laterais o prédio do Centro de Encontros Imaculada Conceição eo seminario menor Jesuíta. Na primeira foto os fndos da igreja matriz, casa parquial , o pé de sinamomo da entrada lateral do colegio, a vendinha do Tòto. Foto Acervo Colegio Fancisco Mazzola. Postagem e comentários: Jonas Cadorin
Inauguração da quadra de esportes(quadra aberta, de cimento) em 1977 foi um evento que reunião a comunidade educativa do colégio. Contou com a presença de parte da banda Padre sSabattini.(na foto é possível identicar na primeira fila o musico Ludovico Cadorin, Tarcisio Facchini e Artur Sgrott). Ao fundo, prédio do Sindicato, antigo Banco Inco, Coletoria, Casa do Rádio… no lado da quadra a barraca do churrasco, com a fumaça subindo… Foto: acervo Colégio Farancisco Mazzola. Postagem e comentário: Jonas Cadorin