JOGO DE MORA – BAIRRO TRINTA RÉIS – 1950

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Da esquerda para a direita na frente, com a mão enfaixada os Sr. Vicente Ceccato, Aprígio Bottamedi, Alcides Dell’Antonio, desconhecido, o  Sr. usando chapéu desconhecido, e os saudosos Srs. Giácomo Migliorini (Giacomin) e Virgílio Eccel.Atrás, Sr.desconhecido, o outro Sr. possivelmente membro da família Battisti. Registro fotográfico de jogo de mora ocorrido durante os festejos do padroeiro do Bairro Trinta Réis – Nova Trento – SC., São João Batista (São Joanin), na década de 1950. Geralmente no final das festas ocorria esse jogo, os jogadores sempre bem animados e ainda sempre bem vestidos eram uma atração à parte.                                                                                        “O jogo da mora, ou apenas mora, é uma tradição com origem na região italiana do Vêneto e levada para o Brasil pelos imigrantes. A palavra significa “morra!”.
O jogo tradicionalmente é realizado em língua vêneta ou talian e se resume em acertar o número do conjunto de dedos da mão que os contendores sucessivamente apresentam sobre uma mesa, batendo os dedos sobre ela.
A dificuldade é a rapidez com que isso se desenvolve, o que gera sempre um grande entusiasmo em todos que se traduz em exclamações e impropérios em alta voz.
Os jogadores vão apresentando os dedos e gritando os números supostos até um deles acertar a soma. Se um jogador acerta o número deve acusá-lo dizendo mora, senão o ponto não é marcado e o adversário prossegue.
Se mais de um acerta, também não se marca ponto. Se os jogadores são experientes o jogo pode se tornar violento e causar ferimentos nos dedos, pela força e velocidade empregadas e pela sucessão de inúmeras batidas.
O jogo exige grande agilidade manual, reflexos apurados e grande atenção e vivacidade mental, entre o veloz movimento dos dedos e a incessante pronúncia dos números. A pontuação necessária para a vitória é convencionada previamente, variando de 12 a 21 pontos. Pode haver um ou dois juízes, e disputado individualmente ou em parcerias.” Fonte :www.wikipedia.com.br  Foto e comentários, Godofredo L. Tonini . Postagem : Jonas Cadorin

 

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Primavera x Humaitá

 

Da esquerda para direita:

Em cima: Valdir Piazza, Acis Cadorin, XXX Cecato, Altair Piazza, Roberto Vale, desconhecido, desconhecido, desconhecido, Miracir Vale, desconhecido, Godofredo Tonini, Cao Marchi, Maurilo Mazzola, Lola Dalbosco e Walter Feller.
Em baixo: Tarcizio Lorenzeti, Osmar Fachini, Otto Orsi, Gilberto Ruberti, Pedro Barauna, Oscar L. Sgrott, José Batisti Archer, João Luiz Orsi, Walter Dalbosco, Clides Michelli e Dico Dellantonia.

Colaboração: Oscar Lino Sgrott

INAUGURAÇÃO DO ALAMBRADO DA SOCIEDADE RECREATIVA HUMAITÁ 1970

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Da esquerda para a direita : Deda Ceccato, ? , Godoi Tonini, Enio Feller (Correca), Dácio Piva, Geraldo Gessele (Pinga), Pedrinho Piva, Virgílio Maurici, Francisco (Chico), Maurilio Mazzola, Miralci Valle, Hermes Mazzola, Caracas, Moisés Mazzola, ?.
Com a bola, Tânia Piazza, na sua frente, a rainha da S.R.H., Izildinha Mazzola.          Registro fotográfico das festividades realizadas no dia em que foi inaugurado o alambrado do campo de futebol da S.R.H. – Sociedade Recreativa Humaitá da cidade de Nova Trento – SC., na década de 1970. Nesse dia o time de futebol da Sociedade Recreativa Humaitá jogou amistosamente contra a equipe do Caxias da cidade de Joinville, empatamos em 5×5, sendo o juiz da partida o Sr. Moacir Tirloni. Foi um dia muito chuvoso e para animar a festa se fez presente a Banda Musical Padre Ângelo Sabbatini. A população prestigiou esse evento, comparecendo maciçamente.
Foto e comentário de Godofredo L. Tonini. Postagem: Jonas Cadorin

 

Sociedade Recreativa Humaitá – time de futebol 1940

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Jogadores que faziam parte do time titular de futebol da Sociedade Recreativa Humaitá – S.R.H., na década de 1940, do município de Nova Trento – SC., e membros da diretoria.
Agachados da esquerda para a direita : Antonio Bado (Badinho), Cláudio Tomazzi (in memorian), Saul Valle (in memorian), João Facchini (in memorian), Oscar Valle (in memorian) e Ulderico Valle;
Em pé da esquerda para a direita : Auxiliar Mario Facchini (in memorian), Carlos Piazza (in memorian), Valdir Valle (in memorian), Nelson Maurici ( in memorian), Hercílio Ceccato (in memorian), Augusto Valle (in memorian), Valdemiro Dalbosco (Miro – In memorian), Alberto Piva (in memorian) e Vitorio Tridapalli (in memorian).
Acervo fotográfico: Ulderico Valle.                                                                                          Informações: Godofredo L. Tonini. Postagem , Jonas Cadorin

 

DESFILE 07 DE SETEMBRO – 1972 – Colégio professor Francisco Mazzola

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“1º – Da esquerda para a direita na frente :
Rosemira Lobo (Rose), Tarcísio Facchini (Ico), Maurilio Mazzola, Pedro Montibeller, Enio Feller (Correca), Ismar Voltolini, Oscar Archer (Oscarzinho), Alceu Dalbosco, saudoso Ernani Feller, Miralci Valle, José Moacir Rachadel (Leco), Aldo Hartke e Ana Maria Sgrott
2º – Da esquerda para a direita atrás :
Marcos Rachadel (Paco), Saulo Voltolini, Godofredo Luiz Tonini (Godoi), Deda Ceccato.
3º – Agachadas : Da esquerda para a direita :
Clarinda Tomasi, Maria Elizabete Archer (Bete) e Vera Valle.
Registro fotográfico realizado no pátio do antigo Colégio Normal Professor Francisco Mazzola, hoje nominado de EEB Francisco Mazzola, no dia 07 de Setembro de 1972, após o desfile do dia 07 de setembro.
Estávamos vestidos de preto e branco, pois fazíamos parte da bateria que dava o ritmo da marcha para os demais estudantes. As alunas faziam parte da comissão de frente do colégio, eram destaques.
Dos alunos (as) fotografados apenas 04 permanecem em Nova Trento, um faleceu, os outros 15 saíram da cidade em busca de trabalho, infelizmente perdemos excelentes profissionais.”                                                                                                                                          Foto e informações : Godofredo Tonini. Postagem : jonas Cadorin

ESCOLA REUNIDA – BAIRRO TRINTA RÉIS – NOVA TRENTO – SC – 1966

escolatrintareisPrédio escolar onde funcionava a Escola Reunida Professor Francisco João Valle, no Bairro Trinta Réis, que ficava próxima a atual empresa Nélcia Noivas. Esse prédio de madeira foi construído durante a administração do Prefeito Municipal, o Sr. Luiz Feller, 1965 – 1966, em terreno doado pelo Sr. Carlos Ceccato. Tinha duas salas de aula, uma pequena cozinha e uma sala de Direção e banheiros. Lecionavam nessa escola as professoras, Srª Adelina Marchiori Minatti, Ester Maria Piazza, Maria Vitória Dalbosco Battisti Archer e Maria dos Anjos Cadore. Foi nomeada como primeira Diretora desta escola, a Srta Neli Maria Tirloni.                                                                                                          Fonte: Godofredo Luiz Tonini, postagem Jonas Cadorin

FESTA DO AGRICULTOR

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VICENTE CECCATO

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Vicente Ceccato, esposo de Gemma Ceccato                                                                                      Foto cedida por  Gemma Ceccato, bairro Trinta Réis

 

FAMÍLIA CARLO CECCATO E ROSA MIGLIORINI

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De pé, esquerda para direita: Carmela, Giulia, ,Paulo e Santina Ceccato.                                Sentados, esquerda para direita: Rosa Migliorini com a bebê Filomena, Vicente (menino entre o casal), Carlo, Realina e Lourdes, com vestido de primeira comunhão.                           Fonte: Gema Ceccato, bairro Trinta Réis.