1964 – OS METRALHAS

Da esquerda para a direita : O saudoso Isaías Tomasi, Antonio Gullini, Célio Valle, Sálvio Osmar Tonini, o saudoso Antonio Tomasi (Toninho), Inácio Marchi, e o saudoso Julcemar Guedes.

Crianças : algumas das crianças da esquerda para a direita : O saudoso Ari Antonio Bottamedi com a mão na orelha, Gilson Ceccato que aparece somente parte do rosto, Ademar Maçaneiro (Maninho, ao centro de camisa estampada), Ilson Assis Valle (Chico), Salvador Afonso Sgrott e Cesar Augusto Dell’Antonio.

O Sr de chapéu que está na janela observando as crianças dançarem é o saudoso Sr. João Gessele (Joanin) e o personagem que aparece num quadro moldurado é o saudoso Sr. Ador Dalbosco, que foi um dos presidentes da Sociedade Recreativa Humaitá – S.R.H

Na época da Jovem Guarda quando começaram a surgir inúmeros conjuntos musicais pelo Brasil afora, a cidade de Nova Trento – SC., também tinha os seus conjuntos musicais destacando-se entre eles Os Metralhas e depois Os Batuskelas formado por jovens neotrentinos. Esses conjuntos animavam os bailes nos sábados à noite, as tardes dançantes de domingo e na época do carnaval os bailes carnavalescos na Sociedade Recreativa Humaitá e Sociedade Recreativa Primavera.

Na fotografia vemos o Conjunto musical Os Metralhas animando o carnaval infantil do ano de 1964, nas dependências da sede social da Sociedade Recreativa Humaitá – S.R.H. – Nova Trento – SC.

da esquerda para a direita : O saudoso Isaías Tomasi, Antonio Gullini, Célio Valle, Sálvio Osmar Tonini, o saudoso Antonio Tomasi (Toninho), Inácio Marchi, e o saudoso Julcemar Guedes.

CRIANÇAS : Identificando alguma das crianças da esquerda para a direita : O saudoso Ari Antonio Bottamedi com a mão na orelha, Gilson Ceccato que aparece somente parte do rosto, Ademar Maçaneiro (Maninho), Ilson Assis Valle (Chico), Salvador Afonso Sgrott e Cesar Augusto Dell’Antonio.

O Sr de chapéu que está na janela observando as crianças dançarem é o saudoso Sr. João Gessele (Joanin) e o personagem que aparece num quadro moldurado é o saudoso Sr. Ador Dalbosco, que foi um dos presidentes da Sociedade Recreativa Humaitá – S.R.H

Fonte:Godofredo L. Tonini (in perfil Facebook) Postagem Jonas Cadorin

DECADA DE 1960 – DONA GEMA TONINI

Registro fotográfico da Srª Gema Tonini Ceccato de fronte a casa de seu irmão, sr. Elísio Tonini, no inicio da rua João Bayer Sobrinho. Foi funcionária na função de tecelã da filial da Fábrica de Tecidos Carlos Renaux da cidade de Brusque e trabalhava no período da tarde, das 13h30 as 22h00. A fabrica localizava-se no Bairro Cascata (hoje Pousada Portal do Vígolo). Usava a bicicleta como meio de locomoção percorrendo diariamente cerca de 6 km (ida e volta . Residia e ainda reside no bairro Trinta Réis – Ceccato Motos). O guarda chuva fazia era companhia inseparável tanto para chuva, quanto para o sol. Seu afiado senso de humor revela uma mulher incrível que não contraiu novo casamento quando seu marido faleceu. Criou e educou seus quatro filhos com o suor do seu trabalho num época de muita carestia .
Fonte : Álbum da família Gema Tonini Ceccato, publicado no perfil do Facebook do seu sobrinho Godofredo L. Tonini.



1948 – FAMÍLIA BATTISTI ARCHER

FOTOGRAFIA : Da esquerda para a direita : Ricardo Battisti Archer, Sra Hildegard Battisti Archer Perassa, Gema Tonini Ceccato, em seguida duas jovens de nomes desconhecidos, Maria do Carmo Battisti Archer Sgrott, na janela a Sra Maria Cazas Battisti Archer.

“Registro fotográfico realizado no ano de 1948, em frente a residência dos meus saudosos avós o Sr. Joaquim Battisti Archer e a Sra Maria Cazas Battisti Archer, que residiam no Bairro Baixo Salto, bem próximos da Capela de São Roque.HOTEL ANTIGO : A residência dos meus saudosos avós maternos era muito grande. Numa das partes da residência estava estabelecida uma casa comercial mais conhecida por venda, além de servir de pousada para as pessoas que residiam no interior do município de Nova Trento, uma espécie de hotel antigo.E o lado que aparece na fotografia era a residência dos meus avós, propriamente dita. Infelizmente, essa casa depois de vendida foi demolida. POLÍTICA PARTIDÁRIA : Guardo muitas recordações, pois nela passava minhas férias escolares. Foi nessa casa que tomei gosto pela política partidária, pois o meu saudoso avô o Sr. Joaquim Battisti Archer era um politico muito influente no município.”

Colaboração: Godofredo Luiz Tonini. Postagem: Jonas Cadorin

1942 – ALMA BATTISTI – CAPELA DE SÃO JOANIN

CAPELA DE SÃO JOANIN (São João Menino)- BAIRRO TRINTA RÉIS – NOVA TRENTO – 1894

Quando Giovani Battista Ceccato imigrou para o Brasil mais especificamente para Nova Trento, já estava com idade avançada para a época, ou seja, 63 anos, nasceu no ano de 1812.
Muito religioso e esperançoso ao sair de sua localidade Roncegno – Trento – Itália, para o Brasil, prometeu para os seus familiares que se chegassem ao Brasil sãos e salvos devido a perigosa viagem de navio que fariam para chegarem em solo brasileiro, construiria uma pequena Capela para o seu santo de devoção que era São Joanin (São João Batista criança, representado com um cordeiro, fazendo alusão as palavras de Jesus: Eis o Cordeiro de Deus). Conforme o prometido, cumpriu a sua promessa.
CRONICA DOS JESUÍTAS : Para comprovar a construção da Capela de São Joanin, a Cronica dos Jesuítas que exerciam suas funções sacerdotais no município de Nova Trento – SC., em 1894, consta o seguinte :
Domingo dia 01 de julho de 1894 foi benta a nova capela do lado de la do rio em Trinta Réis. Em honra de São João Baptista Menino – São Joanin. O Pe. Afonso Parisi SJ celebrou a primeira missa e o Pe. Ângelo Sabbatini SJ a segunda.
DETALHE : O rio citado na Crônica dos Jesuítas é o Rio do Braço, provavelmente o cronista à época quis facilitar a localização da Capela para conhecimento da população.
FONTE INFORMATIVA : A Crônica dos padres jesuítas, juntamente com a fotografia, foram encaminhadas pelo Padre Flavio Feller.
FOTOGRAFIA DA CAPELA : Relíquia fotográfica realizada ano de 1942, da Capela de São Joanin, construída pelo imigrante italiano Giovani Battista Ceccato na década de 1880, que ficava onde hoje situa-se o Oratório do Calvário.
Sra ALMA BATTISTI : Nessa fotografia também está a Sra Alma Battisti, provavelmente tinha tomado a primeira comunhão, conforme os trajes que estava usando. O local da fotografia tirada situa-se onde seus pais residiam, bem próximo do Oratório do Calvário.
A Sra Alma Battisti é irmã da saudosa Sra Gaudência Battisti Ruberti e filha do saudoso casal Sr. Francisco Battisti e Valeria Ceccato Battisti.

Fonte: Godofredo L. Tonini. Postagem Jonas Cadorin

MÚSICOS DA BANDA PADRE SABBATINI 1950-1960

Precioso registro fotográfico da Banda Musical Padre Ângelo Sabbatini, fundada no dia 08/10/1889, possivelmente realizado entre as décadas de 1950 e 1960.
Pelo local onde os músicos e alguns assistentes encontram-se embaixo de uma barraca, o registro fotográfico deve ter sido realizado durante breve descanso quando da apresentação da banda abrilhantando festividade de local desconhecido e sem data definida.
Sentados da esquerda para a direita : O Srs. Luiz Virgílio Tomasi(bombardino), Conradi, Arthur Sgrott ( clarinete), João Valle, Jordão Cadorin e Aprígio Bottameli (clarinete), desconhecido, Francisco Cadorin(trompa), Fernando Luiz Tomasi (trompete), e Fernando Cadorin(trompa).
Em pé da esquerda para a direita : Desconhecido, Assis Cadorin(trompa), Virgílio Tomasi(trombone), Ricardo Piazza(bumbo), desconhecido. Antônio Guedes com o Chocalho, encoberto está o baterista Mario Ceccato e João Cadorin (baixo tuba).

Fonte : Godofredo Tonini. Postagem: Jonas Cadorin

ESCOLA ESTADUAL – TRÊS BARRAS – NOVA TRENTO -SC – 1970

70389152_694531431016564_931081624815140864_o   “Registro fotográfico do ano de 1970 dos alunos (as) e provavelmente de seus pais da Escola Estadual que ficava na localidade de Três Barras situada ao lado da entrada da estrada de acesso à localidade de Serraval, município de Nova Trento – SC.
    A Professora Sra Lourdes Teresinha Voltolini Hoeppers, e a Sra Maria Aparecida Tomazini foram professoras que lecionaram nesta escola.
Detalhe : A Sra Teresinha Ceccato que estudou nesta escola e nos enviou a fotografia deseja imensamente encontrar-se com a sua ex professora Sra Lourdes Teresinha Voltolini Hoeppers.
Fotografia do ano de 1970 dos alunos e provavelmente de seus pais da Escola Estadual que ficava na localidade de Três Barras, município de Nova Trento – SC. O prédio da escola foi demolido na década de 1990.

Gostaríamos de identificar todos os presentes nesta fotografia, quem souber os nomes por gentileza nos envie.
Acervo fotográfico : Sra Terezinha Ceccato, postado na página de facebook de Godofredo L. Tonini em 12.09.2019

JOGO DE MORA – BAIRRO TRINTA RÉIS – 1950

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Da esquerda para a direita na frente, com a mão enfaixada os Sr. Vicente Ceccato, Aprígio Bottamedi, Alcides Dell’Antonio, desconhecido, o  Sr. usando chapéu desconhecido, e os saudosos Srs. Giácomo Migliorini (Giacomin) e Virgílio Eccel.Atrás, Sr.desconhecido, o outro Sr. possivelmente membro da família Battisti. Registro fotográfico de jogo de mora ocorrido durante os festejos do padroeiro do Bairro Trinta Réis – Nova Trento – SC., São João Batista (São Joanin), na década de 1950. Geralmente no final das festas ocorria esse jogo, os jogadores sempre bem animados e ainda sempre bem vestidos eram uma atração à parte.                                                                                        “O jogo da mora, ou apenas mora, é uma tradição com origem na região italiana do Vêneto e levada para o Brasil pelos imigrantes. A palavra significa “morra!”.
O jogo tradicionalmente é realizado em língua vêneta ou talian e se resume em acertar o número do conjunto de dedos da mão que os contendores sucessivamente apresentam sobre uma mesa, batendo os dedos sobre ela.
A dificuldade é a rapidez com que isso se desenvolve, o que gera sempre um grande entusiasmo em todos que se traduz em exclamações e impropérios em alta voz.
Os jogadores vão apresentando os dedos e gritando os números supostos até um deles acertar a soma. Se um jogador acerta o número deve acusá-lo dizendo mora, senão o ponto não é marcado e o adversário prossegue.
Se mais de um acerta, também não se marca ponto. Se os jogadores são experientes o jogo pode se tornar violento e causar ferimentos nos dedos, pela força e velocidade empregadas e pela sucessão de inúmeras batidas.
O jogo exige grande agilidade manual, reflexos apurados e grande atenção e vivacidade mental, entre o veloz movimento dos dedos e a incessante pronúncia dos números. A pontuação necessária para a vitória é convencionada previamente, variando de 12 a 21 pontos. Pode haver um ou dois juízes, e disputado individualmente ou em parcerias.” Fonte :www.wikipedia.com.br  Foto e comentários, Godofredo L. Tonini . Postagem : Jonas Cadorin

 

Primavera x Humaitá

 

Da esquerda para direita:

Em cima: Valdir Piazza, Acis Cadorin, XXX Cecato, Altair Piazza, Roberto Vale, desconhecido, desconhecido, desconhecido, Miracir Vale, desconhecido, Godofredo Tonini, Cao Marchi, Maurilo Mazzola, Lola Dalbosco e Walter Feller.
Em baixo: Tarcizio Lorenzeti, Osmar Fachini, Otto Orsi, Gilberto Ruberti, Pedro Barauna, Oscar L. Sgrott, José Batisti Archer, João Luiz Orsi, Walter Dalbosco, Clides Michelli e Dico Dellantonia.

Colaboração: Oscar Lino Sgrott

INAUGURAÇÃO DO ALAMBRADO DA SOCIEDADE RECREATIVA HUMAITÁ 1970

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Da esquerda para a direita : Deda Ceccato, ? , Godoi Tonini, Enio Feller (Correca), Dácio Piva, Geraldo Gessele (Pinga), Pedrinho Piva, Virgílio Maurici, Francisco (Chico), Maurilio Mazzola, Miralci Valle, Hermes Mazzola, Caracas, Moisés Mazzola, ?.
Com a bola, Tânia Piazza, na sua frente, a rainha da S.R.H., Izildinha Mazzola.          Registro fotográfico das festividades realizadas no dia em que foi inaugurado o alambrado do campo de futebol da S.R.H. – Sociedade Recreativa Humaitá da cidade de Nova Trento – SC., na década de 1970. Nesse dia o time de futebol da Sociedade Recreativa Humaitá jogou amistosamente contra a equipe do Caxias da cidade de Joinville, empatamos em 5×5, sendo o juiz da partida o Sr. Moacir Tirloni. Foi um dia muito chuvoso e para animar a festa se fez presente a Banda Musical Padre Ângelo Sabbatini. A população prestigiou esse evento, comparecendo maciçamente.
Foto e comentário de Godofredo L. Tonini. Postagem: Jonas Cadorin

 

Sociedade Recreativa Humaitá – time de futebol 1940

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Jogadores que faziam parte do time titular de futebol da Sociedade Recreativa Humaitá – S.R.H., na década de 1940, do município de Nova Trento – SC., e membros da diretoria.
Agachados da esquerda para a direita : Antonio Bado (Badinho), Cláudio Tomazzi (in memorian), Saul Valle (in memorian), João Facchini (in memorian), Oscar Valle (in memorian) e Ulderico Valle;
Em pé da esquerda para a direita : Auxiliar Mario Facchini (in memorian), Carlos Piazza (in memorian), Valdir Valle (in memorian), Nelson Maurici ( in memorian), Hercílio Ceccato (in memorian), Augusto Valle (in memorian), Valdemiro Dalbosco (Miro – In memorian), Alberto Piva (in memorian) e Vitorio Tridapalli (in memorian).
Acervo fotográfico: Ulderico Valle.                                                                                          Informações: Godofredo L. Tonini. Postagem , Jonas Cadorin