CARNAVAL – S. R. HUMAITÁ – 1960

 

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‘Identificando os foliões (as) da esquerda para a direita : Nilce Tirloni Hartke, Selma Franzoi, Neli Tirloni, Lurdes Dalri (Lurdinha), Nilton Battisti (Nico) e Oscar Hartke.

Sentadas as saudosas Nelita Emília Valle, sua mãe Maria Poli Valle (Mariota), a terceira de nome desconhecido, a que aparece somente o rosto é a minha tia Cecília Tomasoni Archer (Tia Cila), que aparece bem no canto direito da fotografia na parte debaixo.

À época esses bailes carnavalescos eram muito animados, todos se conheciam e divertiam-se muito.

Detalhe, devido recomendação religiosa, no último dia de carnaval, ou seja, terça feira, os foliões só podiam dançar até a meia noite, sob pena de desrespeitarem as recomendações religiosas, além de serem sido advertidos pelos próprios pais de que se não fosse respeitada essa recomendação, os pais iriam busca-los no local do baile, especialmente as mulheres, o que seria considerado um vexame pelos os foliões, perante os seus amigos (as).

A própria sociedade promotora dos bailes carnavalescos, determinava o término do baile à meia noite de terça feira, para que tudo terminasse a contento.

A religião católica tinha muita influência à época sobre o comportamento das pessoas.’

Texto e fotografia: Godofredo L. Tonini. Postagem Jonas Cadorin

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Casamento de Valério Cadorin (Lélo) e Catarina.

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“CASAMENTO A MODA ANTIGA – NOVA TRENTO
Registro fotográfico do casamento do meu saudoso amigo Valério Cadorin (Lélo), e de sua esposa Catarina.
Antigamente os convidados dos casamentos geralmente eram os vizinhos mais próximos, e os parentes dos noivos.
A decoração em sua maioria consistia em enfeites com pés de palmitos, nos quais se dependuravam pequenos buques de flores naturais, ou feitas com papel crepom, mas o que mais importava eram os excelentes almoços ou jantares, proporcionados pelos noivos.
Identificando os participantes desse casamento :
1ª – Mesa : da esquerda para a direita :
1ª – Fila : os saudosos (as) : Maria do Carmo(Carmen) Maçaneiro Cadorin, Tereza Dalri Cadorin, José Cadorin (Bepi), Francisco Cadorin, Adelina Demonti Cadorin, Jordão Cadorin, José Dell’Antonia, e Maria Cadorin ;
2ª – Fila : dois desconhecidos, Nilton Cadorin, cinco desconhecidas, as saudosas Claudia Gessele Cadorin, Camila Cadorin Eccher, e desconhecido ;
2ª – Mesa : da esquerda para a direita :
1ª – Fila : Padre Moisés Facchini( Leja), meus saudosos pais Benta Josefina Battisti Archer Tonini e Elísio José Tonini, os demais desconhecidos ;
2ª – Fila : todos desconhecidos.
Mesa dos casados :
Da esquerda para a direita : Os saudosos Geraldo Cadorin e Valério Cadorin, esposo, Catarina, esposa, o saudoso Padre Claudio Cadorin e a Sra Albertina Darós.”

Fotos e comentários: Godofredo L. Tonini. Postagem: Jonas Cadorin

POUSADA DA DONA CATINA

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Sobrado e pousada da Dona Catina Marchi na entrada para o bairro Salto, de fronte ao comercial Dalri. Foi demolido há cerca de dez anos. Colonos provenientes do interior ‘pousavam ‘ na residência antes de seguir caminho. Dona Catina servia café, alugava o quartinho para dormir e um lugar para a montaria no estábulo que ficava nos fundos.

Foto: Jonas Cadorin, década de 1980

ANA DALRI – UMA SANTA DE CEMITÉRIO

20151102_104709Ana Dalri  * 19.09.1874  + 30.05.1945  A data de nascimento atesta o que Ana deva ter nascido na região do Tirol (Trentino atual). Faleceu de câncer e os que a conheceram  afirmam que suportou o sofrimento com resignação cristã somente vista em pessoas de muita fé, numa época em que  os medicamentos eram escassos e caros. Seu túmulo é local de visitação por pessoas que buscam alcançar alguma graça. É tida como uma santa de cemitério pois sua santidade não é reconhecida pelo processo canônico  católico.

FORMANDOS 1973 COLÉGIO FRANCISCO MAZZOLLA – NOVA TRENTO

formandos 1973 - Francisco Mazzola - Nova Trento

 

FORMANDOS 1973 COLÉGIO FRANCISCO MAZZOLLA – NOVA TRENTO

Fila da frente, da direita para a esquerda: Francisco Carlos Valle, Isaias Peixer, João Dalbosco, Arlete Dalri, Milene Cadorin, Soeli Piazza, …?….Maria do Rosario Archer, Brás Bottamedi

Fila de trás, da direita para a esquerda: Januário Sartori, Elias Dadam,… Tomasi, Clara Dalri (“Quiarota”), Moisés Cipriani, Maria José Reis, Maridalva Tomasini,Fernando Piva,..?.., Tânia Tridapalli, Sônia Souza,Nilza Terezinha Piva

Colaboração: Fernando Piva

SOCIEDADE RECREATIVA HUMAITÁ – NOVA TRENTO SC – 1966

Humaita F.C.

CAMPEÃO INVICTO : Equipe de futebol de Aspirantes da Sociedade Recreativa Humaitá, da cidade de Nova Trento SC., que disputou o Campeonato da Liga Desportiva Brusquense, na categoria de Aspirantes, no ano de 1966, fomos campeões invictos.
Disputavam esse campeonato de futebol de campo, os times de futebol de Brusque, Guabiruba, Nova Trento, São João Batista, Canelinha e Tijucas.
De Brusque : Guarani, Paisandu, e eventualmente o Clube Atlético Carlos Renaux;
De Guabiruba : Aimoré;
De Nova Trento : S.R. Humaitá;
De São João Batista : USATI;
De Canelinha : Galeão;
De Tijucas : Tiradentes e XV de Novembro.
Em pé : Auxiliar de Treinador, Elias Dalri (in memoriam), Célico Mazzola, Célio Battisti (Celinho(, Godofredo Luiz Tonini (Godoi), Paulo Lindolfo Voltolini (Paulinho) (in memoriam), Miralci Valle, Agostinho Luchtemberg, treinador Nélson Maurici (in memorian) e o Presidente da S.R.H., Alcides Claudio Sgrott (in memoriam).
Agachados : Maurílio Mazzola, Ernani Feller (in memoriam), Pedrinho Piva, Ênio Feller (Corréca), e Hermes Mazzola. Valentim Borgonovo, Virgílio Maurici, Eudes Mazzola, Izaias Valle, Biroca (brusque), Dassio Piva, Escurinho, Caraca (Brusque) Nelson Mauricio,             Abaixados – esquer. Direita. Brusque, Geraldo Gessele (Pinga), Luiz Alberto Tridapalli, Antonio Tridapalli, Alvim Piazza (peixinho)

Informações Godofredo L. Tonini     Foto: Luiz Hugo Piva

Reprodução: Cindy Ane Maffezoli

Família Dalri

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Família de Stanislao Domenico Dalri e Carolina Feller, casal que deu origem a uma das famílias mais numerosas de Nova Trento.

Stanislao Domenico Dalri nasceu em Nova Trento em 12 de agosto de 1887 e morreu em 18 de maio de 1977, sendo enterrado no cemitério municipal. Seu pai era Casto Giuseppe Dalri, imigrante da cidade de Nanno, no Tirol Italiano (atual Trentino), então pertencente ao antigo Império Austro-Húngaro. Sua mãe era Domenica Orsi, originária de Besenello no Tirol e viúva de Pietro Dalsenter. Stanislao foi presidente da Câmara de Vereadores de Nova Trento pela UDN.
Sua esposa Carolina Feller nasceu em Nova Trento em 14 de abril de 1893 e morreu em 9 de junho de 1968, sendo sepultada também no cemitério de Nova Trento. Era filha de Luigi Giuseppe Feller, conhecido como “Gigio masador” [1], e de Teresa Domenica Comper, ambos originários da cidade de Besenello, no Tirol Italiano.

Presentes na foto:
Sentados: Stanislao Dalri e Carolina Feller.
Sentado no colo de Carolina: Gervásio
De pé, no meio do casal: Inês
De pé, à direita de Stanislao: Egidio
De pé, atrás do casal, da esquerda para a direita: Eliseu Vítor, José Dinis, Luiz Domingos, Ivo, Estanislau Filho, Cecília, Zulmira, Domingas e Maria Carmelina

Acervo: Sidnei Zanella
Reprodução da foto: Sidnei Zanella

[1] Gigio é o apelido para o nome italiano Luigi. A palavra masador, por outro lado, é a versão em dialeto trentino da palavra italiana mezzadro, que se referia ao trabalhador submetido a um contrato de mezzadria. Esta palavra, de origem latina, significa “aquele que divide à metade”: ou seja, nesse tipo de contrato agrário, que teve origem durante o Feudalismo, o dono da terra e o agricultor mezzadro dividiam (normalmente pela metade) os produtos do trabalho deste último no terreno do proprietário. Provavelmente Luigi Dalri trabalhava como mezzadro no tempo que vivia no Tirol.