Professora de Educação Física

Dona Dorothéa Dalri Franzoi Professora de Educação Física, quando foi lecionar em Tigipió em São João Batista no ano de 1952, mas retornou a Nova Trento no ano posterior.

Colaboração: Selma Franzoi

Amigos em 1964

Centro de Nova Trento, ao lado da Igreja Matriz

Ano: 1946

Foto dos amigos:

Em pé: DOROTHÉA DALRI, ROSINHA ARCHER, ……….OLDERICO VALLE…..FELLER…

Colaboração: Selma Franzoi

CASTO DALRI E DOMENICA ORSI

Entre tantos imigrantes que em 1875 embarcaram nos navios a vapor rumo ao Brasil estava Anna Stringari, viúva de Giacomo dal Ri, da Comune di Nanno.

Sem esperança de dias melhores naquela região e com cinco filhos para sustentar – Casto, Crescenzo, Angela, Romana e Ermínia – veio com o objetivo de refazer a vida da família no país da cucanha, da fartura, como diziam nas propagandas da época. Não faziam ideia que iriam ajudar a fundar uma NOVA Trento. Na Colônia Nova Trento, 1876 a família Dalri se estabelece na linha Vigolana, o Vígolo que conhecemos hoje.Por serem poucos os imigrantes da Val di Non em Nova Trento, a família recebe o apelido de nonesi, mantido até os dias atuais.Casto Dalri, o mais velho, auxilia a mãe assumindo o papel de ‘homem da casa’ nos cuidados da família e dos negócios. Exímio carpinteiro, agricultor, produtor de vinho, conciliador, tornou-se um homem respeitado na linha Vigolana.Em 1886, aos 33 anos de idade, Casto se casa com a viúva de Pietro Dalsenter, Domenica Orsi, de 30 anos de idade, com quem teve sete filhos: STANISLAO DOMENICO, MARIA, ANNA, LUIZA, GIACOMO e VITOR (gêmeos) e LUIZ.Além do sustento da casa exerceu sua liderança na comunidade vigolana. Foi um dos Conselheiros Municipais (vereador) quando em 1892, junto com políticos como Henrique Carlos Boiteux, Francisco Gottardi Primo, Hipólito Boiteux, João Valle e Giacomo Poli, encabeçaram o processo de emancipação política da colônia Nova Trento a condição de município.

Fotos Sidnei Zanella. Postagem: Jonas cadorin

CASAMENTO DE MARIS STELLA CADORIN E JOSÉ DINIS DALRI

2019-09-27 14.49.09

Maris Stella, com um ramalhete de camélias. A camélia também era conhecida como a flor da fidelidade. A daminha de honra é  Zita Busnardo. Os casamentos, em geral eram celebrados aos sábados antes do meio dia. em seguida era servido o almoço e a festa se prolongava até o inicio da noite. a falta d energia elétrica fazia com que as festas terminassem cedo por este motivo aproveitavam a luz do dia. Ao fundo a antiga porta de madeira da igreja matriz com as iniciais da Companhia de Jesus – Jesuítas: AMDG (Ad Maiorem Dei Gloriam – Para a maior gloria de Deus)

Colaboração: Sidnei Zanella. Postagem e comentários: Jonas Cadorin

CARNAVAL – S. R. HUMAITÁ – 1960

 

2019-03-18 22.15.09

‘Identificando os foliões (as) da esquerda para a direita : Nilce Tirloni Hartke, Selma Franzoi, Neli Tirloni, Lurdes Dalri (Lurdinha), Nilton Battisti (Nico) e Oscar Hartke.

Sentadas as saudosas Nelita Emília Valle, sua mãe Maria Poli Valle (Mariota), a terceira de nome desconhecido, a que aparece somente o rosto é a minha tia Cecília Tomasoni Archer (Tia Cila), que aparece bem no canto direito da fotografia na parte debaixo.

À época esses bailes carnavalescos eram muito animados, todos se conheciam e divertiam-se muito.

Detalhe, devido recomendação religiosa, no último dia de carnaval, ou seja, terça feira, os foliões só podiam dançar até a meia noite, sob pena de desrespeitarem as recomendações religiosas, além de serem sido advertidos pelos próprios pais de que se não fosse respeitada essa recomendação, os pais iriam busca-los no local do baile, especialmente as mulheres, o que seria considerado um vexame pelos os foliões, perante os seus amigos (as).

A própria sociedade promotora dos bailes carnavalescos, determinava o término do baile à meia noite de terça feira, para que tudo terminasse a contento.

A religião católica tinha muita influência à época sobre o comportamento das pessoas.’

Texto e fotografia: Godofredo L. Tonini. Postagem Jonas Cadorin

Casamento de Valério Cadorin (Lélo) e Catarina.

44106496_510658579403851_4281175236889542656_o

“CASAMENTO A MODA ANTIGA – NOVA TRENTO
Registro fotográfico do casamento do meu saudoso amigo Valério Cadorin (Lélo), e de sua esposa Catarina.
Antigamente os convidados dos casamentos geralmente eram os vizinhos mais próximos, e os parentes dos noivos.
A decoração em sua maioria consistia em enfeites com pés de palmitos, nos quais se dependuravam pequenos buques de flores naturais, ou feitas com papel crepom, mas o que mais importava eram os excelentes almoços ou jantares, proporcionados pelos noivos.
Identificando os participantes desse casamento :
1ª – Mesa : da esquerda para a direita :
1ª – Fila : os saudosos (as) : Maria do Carmo(Carmen) Maçaneiro Cadorin, Tereza Dalri Cadorin, José Cadorin (Bepi), Francisco Cadorin, Adelina Demonti Cadorin, Jordão Cadorin, José Dell’Antonia, e Maria Cadorin ;
2ª – Fila : dois desconhecidos, Nilton Cadorin, cinco desconhecidas, as saudosas Claudia Gessele Cadorin, Camila Cadorin Eccher, e desconhecido ;
2ª – Mesa : da esquerda para a direita :
1ª – Fila : Padre Moisés Facchini( Leja), meus saudosos pais Benta Josefina Battisti Archer Tonini e Elísio José Tonini, os demais desconhecidos ;
2ª – Fila : todos desconhecidos.
Mesa dos casados :
Da esquerda para a direita : Os saudosos Geraldo Cadorin e Valério Cadorin, esposo, Catarina, esposa, o saudoso Padre Claudio Cadorin e a Sra Albertina Darós.”

Fotos e comentários: Godofredo L. Tonini. Postagem: Jonas Cadorin