CRUZADA EUCARÍSTICA INFANTIL – VALSUGANA

Foto dos membros da Cruzada Eucarística Infantil da localidade da Valsugana que se encontra afixada na sacristia dacapela dedicada a santo Estanislau Kostka. A foto é da década de 1960, não traz a identificação das crianças. O padre na ocasião é o Pe. José Rodhen e o menino aseu ado era o sr. Luiz Albano Tamanini.As crianças, meninos e meninas, se encontram devidamente uniformizados, com uma estola com os simbolos da cruzada. Um detalhe: algumas crianças estão descalças. Calçado era artigo de luxo e como os pés das crianças estão em crescimento, muitas delas só iriam ter sapatos quando chegassem a juventude ou ‘herdassem’ de um irmão/irmã mais velho. Sapato sé se usava em festas e ocosioes muito especiais. Andar descalço era a regra. A Cruzada Eucarística foi implantada em todas as capelas da paróquia de Nova Trento em meados da década de 1930.

“Por seu decreto Quam singulari, sobre a Comunhão das crianças (8 de julho de 1910) e Sacra Tridentina synodus (16 de julho de 1905) sobre a Comunhão Diária, São Pio X lançou as bases do que se tornou uma organização impressionante da Igreja por sua influência espiritual e sua extensão: a Cruzada Eucarística das Crianças. Quatro anos depois, em 1914, o mundo enlouquecido destruiu o que restava da civilização cristã em sangue, fogo e ódio. São Pio X viu seus pedidos urgentes de paz ignorados: o conciliador às tentativas de seu sucessor Bento XV foi tratado da mesma maneira. Após a guerra, centenas de milhares de crianças se juntaram às fileiras da Cruzada. A Cruzada encontrou na Organização de Apostolado da Oração o apoio necessário para sua propagação em todo o mundo. A Cruzada Eucarística das Crianças foi reconhecida canonicamente pelo Papa Pio XI em 6 de agosto de 1932. Na época, tinha três milhões de membros. Todo mês, um tesouro era composto pelo número total de sacrifícios feitos e cuidadosamente registrados pelas crianças. Era, então, enviado ao papa. Aqui está um exemplo: em setembro de 1934, a intenção era para padres e seminários; Foram oferecidas 695.585 missas, 509.585 comunhões, 3.785.529 visitas ao Santíssimo Sacramento, 4.939.544 sacrifícios etc.

Uma das características da Cruzada, além de ser composta por crianças, é a ênfase na devoção ao Santíssimo Sacramento. A criança, por suas Comunhões, oferece-se em sacrifício unida ao Supremo Sacrifício, a Missa. Não é de admirar que uma das conseqüências da Cruzada tenha sido o nascimento de multidões de vocações, como qualquer um que lesse os boletins da época viu claramente.

A Cruzada Eucarística continuou durante a Segunda Guerra Mundial com um renovado espírito de auto-sacrifício, lembrando as palavras de São Pio X: “Brandai a Cruz de Jesus e a mostrai-a à humanidade como única fonte de paz e salvação. ” Em 6 de janeiro de 1958, o Papa Pio XII deu uma aprovação solene e permanente. Era, embora ninguém soubesse naquele momento, o “canto dos cisnes” da Cruzada Eucarística: Os modernistas a queriam destruir. Ainda estava viva no início dos anos 50, mas duraria pouco. Muito em breve, novos sacerdotes com novos métodos foram designados para reformar o que eles chamavam com escárnio de “aquela religião dos papeizinhos” (fazendo alusão às folhas de papel em que os tesouros eram coletados). O nome do boletim foi alterado de “Hóstia” para “Compartilhamento”: um novo programa! O golpe final foi dado no pontificado de João XXIII. Em 1960, por ocasião da peregrinação da Cruzada a Roma, o nome da Cruzada foi alterado para Movimento Eucarístico Juvenil. ” fonte do texto: https://salvemaria.com.br/cruzada/ foto: arquivo : Jonas Cadorin

FUNDAÇÃO DO SINDICATO DOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS RURAIS DE NOVA TRENTO 1968

thumbnail_20200626_092114Sócios fundadores: fila de trás, da esquerda p. direita)Mário Baptista Tamanini, Bruno Mário Battisti, José Micheli, Alberto Piva, Aprigio Botamelli, Virgilio José Tamanini,  José Olavo de Brito, Francisco Dallabrida. Na fila da frente: Luiz Gandin, Domingos Tridapalli;José Piffer,José Manuel(pres. da CONTAG), Pedro Berlanda(FETAESC).                O SITTRUNT -Sindicato dos trabalhadores e Trabalhadoras rurais de Nova Trento foi fundado em 24 de março de 1968. O primeiro presidente e protagonista do movimento foi o sr. Antonio Vicente Vargas. O Sr. Vendolino Vendelindes, do Aguti, foi o primeiro sócio.

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Fonte: O Trentino, março de 2017. Postagem: Jonas Cadorin