UMA TELHA, UMA INFORMAÇÃO!

Na recente troca do telhado da casa do falecido Salvador Cadorin, construída na década de 1950, na rua João Bayer Sobrinho encontramos várias telhas da CERÂMICA CATARINENSE NOVA TRENTO Sta. CATARINA. Não temos informação de onde se localizava a cerâmica e quem eram os proprietários. Postagem: Jonas Cadorin . postagem do Sr. Godofredo L. Tonini no facebook “

O exemplar da telha abaixo era fabricado na década de 1950, numa antiga e pequena olaria nominada de Ceramica Catarinense que funcionava na localidade neotrentina conhecida por Maronha, localizada na Ponta Fina Norte e próxima ao Bairro Sant Antonin, no nosso dialeto italiano e em português Santo Antônio, no município de Nova Trento – SC.Essa pequena olaria era de propriedade de meu saudoso pai Sr. Elísio José Tonini e de seu saudoso sócio Sr. Arnaldo Tomazoni.A antiga residência de meus saudosos pais também era coberta por essas telhas.”

INTERIOR DA IGREJA MATRIZ DÉCADA DE 1970

A igreja matriz de Nova Trento foi construída em dois anos – 1940 a 1942 (ver outras postagens relacionadas a categoria Centro e Igreja neste site) passou por uma grande reforma na decada de 1970. Os trabalhaos foram coordenados pelo Sr. Didi Feller. A mão de obra foi cedida pelas famílias que destinavam um ou dois filhos para compor as equipes de trabalhos diários. Na foto é possivel observar o púlpito, local onde o padre fazia o sermão. Na falta de microfones o púlpito facilitava que as pessoas ouvissem a prédica e era um momento de aproximação do padre com os fiéis . A missa era celebrada em latim e costas para o povo em reverencia ao santissimo. Na frente, onde tem o altar mor, havia uma espécie de cerca que separava este local tido como mais sagrado dos outros espaços da igreja. Quando foi construida a igreja era iluminada precariamente e na nave central é possivel observar janelas no formato de rebatedores de luz solar para dentro do espaço. A pintura na aprte central , e as inscrições em latim do , no teto, foram retiradas. Os altares foram mantidos pois compunham o ornamento de cada uma das extremidades da cruz que compoe o traçado arquitetonico da igreja.(Infelizmente a igreja perdeu , recentemente, um dos altares, foi retirado. Hoje quando se entra na igreja se vê o altar mor no fundo, um alltar lateral esquerda e uma porta na lateral direita, quebrando a harmonia entre três belíssimos altres entalhados em madeira, obra únicas.
Postagem: Jonas Cadorin

POLONESES EM NOVA TRENTO 1890 -1895

Nova trento é um municipio de imigrantes. Os Poloneses chegaram em Nova Trento entre 1890 a 1895 e foram instalados na localidade de Valsugana, um grupo de trezentas pessoas. Vinham de uma região da Polônia chamada Galizia , alguns de uma região de divisa com a Russia. O receseamento Geral do Município de Nova Trento realizado em 1919 apontava o número de 53 famílias polonesas (171 homens,161 mulheres). Atualmente a localidade está quase despovoada devido ao êxodo para áreas próximas ao centro ou outros municipios porovocado por falta de boas estradas, terrenos acidentados, falta de perpectivas de vida para os mais jovens… Sua contribuição para a construção da identidade do municipio é de valor inestimável e merece valorizção e estudos. Recomendo a leitura do livro da professora Terezinha Sobierajski Barreto, 1983, POLONESES EM SANA CATARINA.
Postagem Jonas Cadorin

1970 – INAUGURAÇÃO DE ESCOLA – BARRA DO MACACO -NOVA TRENTO

As fotos a seguir registram a solenidade de inauguração do novo prédio da escola da localidade de Barra do Macaco. A obra foi construída em convênio com o Ministério da Educação e ficou pronto em dezembro de 1969 final da gestão do prefeito Pedro Piva Júnior que foi sucedido por Santino Ludovino Voltolini. Postagem: Jonas Cadorin, Arquivo pessoal.

Da esquerda para a direita: PADRE HUMBERTO MELZ, PADRE VIGÁRIO CONSTÂNCIO MARCHI,PREFEITO PEDRO PIVA JÚNIOR E ESPOSA ISABEL MARIA PIVA, DEPUDATO FEDERAL ALBINO ZENI, EVARISTO SPLENGLER, PREFEITO DE GASPAR, O PREFEITO ELEITO SANTINO LUDOVINO VOLTOLINI E SUA NOIVA ERACILDA FRANZOI, VEREADOR AIRES MANOEL RACHADEL
DISCURSO DO DEPUTADO FEDERAL ALBINO LENZI EM FRENTE A ESCOLA. O AMBIENTE ESTAVA ENFEITADO COM BANDEIRINHAS E PÉS DE PALMITO, COSTUME USADO PARA ORNAMENTAR FESTAS.

1969 – INAGURAÇÃO ESCOLA NA RUA TIJUCAS -MATO QUEIMADO

Inauguração do predio escolar de ribeirão São João, na rua Tijucas, bairro Mato Queimado, no dia 06 de setembro de 1969, final da gestão do prefeito Pedro Piva Junior. Atualmnete o prédio está desativado. Na época representou significativo avanço na melhoria das escolas que, até então eram de madeira. Estas novas escolas seguiam um padrão estipulado pelo governo do Estado que contemplavam normas de sanitárias como água encanada, instaloções sanitárias de alvenaria que substituiam as ‘casinhas ou privadas de madeira), as salas eram ilumidadas com energia elétrica além de contar com iluninaçao natural providenciado por amplas janelas envidraçadas. Fonte: Relatório anual, 1969,Pedro Piva Júnior. Postagem e foto arquivo pessoal Jonas Cadorin

por Al Fero Postado em Todas

1969 – TRATOR DE ESTEIRA – ABERTURA DE ESTRADAS

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“Serviço de melhoria , com trator de esteira, nas estradas de Serraval e Letreiro. Serviço iniciado em 10 de março e terminado a 18 de abril de 1969.” Na decada de 1960  a mecanização de serviços, até então feitos de forma braçal vão trazendo melhorias na infraestrutura do município que tinha sua economia baseada nas atividades agrícolas. Uma curiosidade: foi nesta casião que as pedras com inscrições rupestres que deram nome à localidade foram soterradas.Informações e fotos do relatório anual e de final de mandadto do prefeito Pedro Piva Junior. Postagem e informações : arquivo pessoal Jonas Cadorin

1969 – UMA DRAGA CHEGA A NOVA TRENTO

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“Retificação do Rio do Braço, na localidade de Baixo Salto. a draga chegou no dia 10 de agosto de 1969 e iniciou o trabalho no dia 11. O serviço foi terminado em 20 de novembro. A draga saiu do município a 22 de 11 de 1969”. Informaçoes do relatório apresentado aos vereadores pelo prefeto Pedro Piva Junior.   Postagem e foto: arquivo pessoal Jonas Cadorin

1969 – INAUGURAÇÃO DA PONTE ESTANISLAO DALRI – VIGOLO

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Dia 7 de setembro de 1969, 16 horas, dia chuvoso, com abenção do padre Constâncio Marchi, ladeado pelo prefeito Pedro Piva Junior e sua esposa Isabel foi nuagurada a ponte de concreto, localizada nas proximidades do ‘casebre’ de Madre Paulina. Entre o prefeito e o padre se pode ver o sr. Santino L. Voltolini. No lado direito da foto, ao lado do menino de camisa branca, o Sr. Eliseu Dalri, filho do homenageado. Estanislao Dalri,  ‘Lao’, fora um do primeiros moradores do bairro e líder na comunidade, chegando a ocupar o cargo de vereador. Importante lembrar que, mesmo sendo uma ponte pequena, para a época o concreto armado marcava a substituição das pontes e pontilhões de madeira.                      Foto: Arquivo pessoal Jonas Cadorin. Postagem Jonas Cadorin

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ANSELMO PICOLI – COMBATENTE DA FEB

Anselmo Picoli foi ‘pracinha’ da FEB. Atuou na linha de frente. Trouxe como triste troféu uma cicatriz no rosto de um projétil que o atingiu de raspão. Em Nova Trento atou durante muitos anos com carteiro juntamente com seu colega , também ex-combatente Manoel Barauna.                                                                                                                            “Distintivo da FEB, 1944. Nome dado à força militar brasileira constituída em 9 de agosto de 1943, no governo de Getulio Vargas,  para lutar na Europa ao lado dos países Aliados, contra os países do Eixo, na Segunda Guerra Mundial. Integrada inicialmente por uma divisão de infantaria, a FEB acabou por abranger todas as tropas brasileiras envolvidas no conflito. Adotou como lema “A cobra está fumando”, em resposta àqueles que consideravam ser mais fácil uma cobra fumar do que o Brasil entrar na guerra. Ao todo, a FEB contou com um efetivo de um pouco mais de 25 mil homens que combateram o exército alemão , lado a lado, com  as tropas do V Exército norte americano – integrante do X Grupo de Exércitos Aliados. Nesse momento, o objetivo das tropas aliadas sediadas na Itália era impedir o deslocamento alemão para a França, onde se preparava a ofensiva final aliada. Era necessário, assim, manter o exército alemão sob constante pressão. As primeiras vitórias brasileiras ocorreram em setembro de 1944, com a tomada das localidades de Massarosa, Camaiore e Monte Prano. No início do ano seguinte, os pracinhas participaram da conquista de Monte Castelo, Castelnuovo e Montese. O conflito, no entanto, não se estendeu por muito mais. A 2 de maio, o último corpo do exército alemão na Itália assinou sua capitulação, e a 8, a guerra na Europa chegava ao fim, com a rendição definitiva da Alemanha.A FEB perdeu 454 soldados que durante muitos anos permaneceram no cemitério de Pistóia (Itália). Em outubro de 1960, suas cinzas foram transferidas para o Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, erguido no Rio de Janeiro.”(http://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/FatosImagens/FEB)                                                             Foto: Cemitério central de Nova Trento. Postagem Jonas Cadorin