CONGREGAÇÃO MARIANA – NOVA TRENTO – SC – 1901

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“Registro fotográfico realizado diante da porta lateral da Igreja Matriz de São Virgílio, da cidade de Nova Trento SC.
da esquerda para a direita, na frente o Sr. Zelino Hoffmann, Padre José da Poian e Almir Feller, todos falecidos, atrás da esquerda para a direita, o saudoso Sr. Arthur Sgrott, os demais desconhecidos. Todos estavam usando a fita de congregado mariano.
O saudoso Sr. Almir Feller, faleceu vitima de um acidente de trabalho, acontecido na curva do Morro do Canhete ou da Cascata, onde hoje se localiza a Ferraria do Sr. Marinho Erbs, trabalhava com uma máquina de esteira, e esta caiu sobre ele, soterrando-o, era funcionário da nossa Prefeitura Municipal.CONGREGAÇÃO MARIANA – NOVA TRENTO – SC – 1901
A Congregação Mariana é uma associação pública de leigos católicos. É formada por cristãos católicos que procuram seguir melhor o Cristianismo através de uma vida consagrada à Mãe de Deus, a Virgem Maria.
A Congregação Mariana, no Brasil foi fundada na Bahia em 1583, pelo Beato José de Anchieta.
Em 1901, segundo o relato do Padre Arcângelo Ganarini, que esteve visitando o município de Nova Trento – SC., após 16 anos de sua saída, já estava implantada a Congregação Mariana, formada por jovens neotrentinos, hoje, não existe mais.”
Foto e comentário: Godofredo Tonini.   Postagem Jonas Cadorin

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Filial da fábrica de tecido Renaux, Cascata, Nova Trento 1924-1972

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Filial da fábrica de tecido Renaux, no bairro Cascata, de 1924 a 1972, sob a gerencia da família Hartke. Com seu fechamento ficou abandonada por anos. Em 2002 os empresários Julio Cesar Santos e sua esposa Deisi Hartke Santos restauraram o prédio a direita da foto  e transformaram o local na atual Pousada Portal do Vígolo.                            Foto e informações: Jornal O trentino de 03.10.2018. Postagem Jonas Cadorin

BUONA PASQUA

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Cartão de Boas festas de Páscoa  foi enviado por  Giácomo Tommasi a José Bastiani em data de 11/04/1914 . Giacomo(Tiago) Tommasi  possuía uma pequena fábrica de cerveja, em Nova Trento. No ano de 1942 Giacomo mesmo residia no local onde hoje está localizada a loja da Di Mirmay, na rua lateral da praça Galileu Galilei(Getúlio Vargas) e ali funcionava a estação do correio.  Note-se que os dizeres então em língua italiana.                                                                                                                                                                 Imagem cedida por Luiz Bastiani.           Postagem: Jonas Cadorin

HISTÓRIA DO CASAL SALVADOR CAETANO BISSOLI e ANGELINA GIACOMOSSI BISSOLI

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“SALVADOR CAETANO BISSOLI,  o “seu Vítôr”, como todas as pessoas o chamavam, nasceu em Alto Salto, Município de Nova Trento, Santa Catarina, no dia 27 de março de 1891, filho de Caetano Bissoli (Carlo Gaetano) e de Maria Turassi Bissoli, sendo seus avós paternos João Bissoli, (Giovanni) e Giuseppina Pesante Bissoli e seus avós maternos Jácomo Turassi (Jácome) e Carlotta Manara Turassi (Certidão nº 30.044, fls. 23, do Livro nº 32-A, do Registro de Nascimentos do Cartório do Registro Civil de Tijucas). São seus bisavós paternos dia 26 de abril de 1891, na Paróquia de Nova Trento, pelo padre Sabbatini SCJ, (Certidão de Batismo, nº 13, fls. 31, do Livro dos Batizados de 1880 a 1895, da Paróquia de Nova Trento, do Arquivo Histórico Eclesiástico de Florianópolis).
ANGELINA GIACOMOSSI nasceu em Nova Trento, no dia 05 de novembro de 1893, filha de Carlo Giacomossi e de Fortunata Puel Giacomossi, sendo seus avós paternos Domingos Gioacomossi e Catharina Ambrosi Fasanelli Giacomossi e seus avós maternos Daniel Puel (Daniele) e Anna Tomasi Puel e foi batizada no dia seguinte ao seu nascimento pelo padre Sabbatini SCJ. Seus padrinhos de Batísmo foram seus avós maternos Daniel Puel e Anna Tomasi Puel. Isso prova que seus avós maternos emigravam da Itália para o Brasil (Certidão de Batismo, nº 5, fls, 73v, do Livro de Batismos de 1890 a 1895, da Paróquia de Nova Trento, do Arquivo Histórico Eclesiástico de Florianópolis).

Salvador Caetano Bissoli e Angelina Giacomossi realizaram seu casamento religioso no dia 9 de outubro de 1915, na Igreja Matriz de Tijucas, sendo celebrante o Padre Ludovico Cóccolo e sendo testemunhas Sebastião Coelho Gomes e Luiz Giacomossi. Ele casou com o nome de “Vitôr Caetano Bissoli”, com 24 anos de idade e ela com 22. (Certidão nº 21, fls. 81, do Livro de Casamentos F, da Paróquia São Sebastião, de Tijucas). O casamento foi realizado no dia 10 de setembro de 1917, na cidade de Tijucas (Certidão de casamento 102, fls. 111, do Livro nº 5, do Registro de Casamentos do Cartório de Registro Civil de Tijucas). Desta dada em diante, Angelina passou a assinar-se Angelina Giacomossi Bissoli.

O casal foi residir na localidade de Nova Descoberta, Distrito de Canelinha, Município de Tijucas, numa casa de madeira, distante 200 metros da morada de Carlo Giacomossi, pai de Angelina, ao lado de uma lagoa que viviam jacarés, perto de uma figueira grande. Era a herança de Angelina, por morte de sua mãe Fortunata Puel Giacomossi. Ficava distante um quilômetro da Capela de Santo Antônio.”     BISSOLI,Salvador. In: América, um sonho, uma esperança, p.47-48

Postagem: Jonas Cadorin

SALVADOR CAETANO BISSOLI e ANGELINA GIACOMOSSI BISSOLI

2018-10-01 08.37.502018-10-01 08.40.32SALVADOR CAETANO BISSOLI  filho de CARLO GAETANO BISSOLI e de MARIA TURASSI BISSOLI. Neto de GIOVANNI BISSOLI e de GIUSEPPINA PESANTE BISSOLI, bisneto de MICHELE ÂNGELO BISSOLI e de MARGHERITA TOGNOLI BISSOLI.

“A pesquisa feita na Itália, conseguiu chegar até os bisavós paternos de Salvador Caetano Bissoli.O vigário da paróquia de Santo Stéfano, da Comuna de Ísola della Scala Abade Dom Giovanni Ballarini me mandou a certidão de batismo de GIOVANNI BISSOLI, filho de Michele Ângelo Bissoli e de Margherita Tognoli Bissoli, nascido em Comuna de Ísola della Scala, Província de Verona, no dia 18 de julho de 1834 e batizado no dia 19 do mesmo mês (Registro de Batismo vol. 1834, pág. 418, nº 87). Mandou-me, também, a certidão de Batismo de CARLOS GAETANO BISSOLI, filho de GIOVANNI BISSOLI  e de GIUSEPPINA PESANTE BISSOLI, nascido na Comuna de Ísola della Scala, Província de Verona, no dia 23 de janeiro de 1868 e batizado no dia 26 do mesmo mês (Registro de Batismo vol. 1969, pág. 61, nº 3). Enviou-me, ainda, a certidão de batismo de LUIGI BISSOLI, filho de Giovanni Bissoli e de Giuseppina Pesante Bissoli, nascido na Comuna de Ísola della Scalla, Província de Verona, no dia 27 de outubro de 1870 e batizado no mesmo dia (Registro de Batismo vol. 1870, pág. 75, nº 130).

Sabemos que Giovanni Bissoli e Giuseppina Pesante Bissoli tiveram três filhos: Jucundo Bissoli, Carlo Gaetano Bissoli e Luigi Bissoli, todos nascidos em Ísola della Scala.

A família partiu da Comuna de Ísola della Scala, Província de Verona, Região de Vêneto, Ítalia, por volta do ano de 1875 com as emigrações no Norte da Itália com destino à Colônia de Nova Trento, Estado de Santa Catarina, Brasil. Giovanni deveria ter tido 41 anos de idade; Jucundo, 9 anos; Carlos Gaetano, 7 anos, e Luigi teria 5 anos. Vieram encaminhados à Colônia itajaí-Prícipe Dom Pedro que tinha sede em Brusque.

Embora a Colônia de Nova Trento estivesse situada no vale do rio Tijucas, a entrada dos emigrantes era feita pelo porto de Itajaí até a Colônia de Brusque e de lá entravam na Colônia de Nova Trento (Bibl. 1. P. 306)

Podemos comprovar a presença em Nova Trento de Giovanni Bissoli e de seus dois filhos Jucundo e Carlo Gaetano.

O Livro “Vencer ou Morrer”, de Renzo Maria Grosseli, com base em documentos coloniais e de registro, menciona na página 533 o nome do Giovanni Bissoli entre “outros colonos de Nova Trento e como originária de Ísola della Scala, Verona”. Registra, ainda, que “casaram dois filhos na colônia, sendo de se supor que aí estivesse toda a família”. Os dois filhos que casaram foram Jucundo e Carlo Gaetano. A última informação dá a entender que a esposa Giuseppina e o filho Luigi também vieram para Nova Trento.

Chegando em Nova Trento, Giovanni Bissoli e sua família foram residir na linha de Alto Salto, não tendo sido possível localizar o lugar exato de sua residência.”BISSOLI, Salvador. in: América, um sonho, uma esperança

Postagem: Jonas Cadorin

ELEIÇÕES – PARA O PODER EXECUTIVO – NOVA TRENTO – SC – 1960

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A foto complementa a postagem anterior, onde  o palanque aparece ao centro em tamanho menor. Interessante notar os dizer na faixa ao fundo: LOTT-Henrique Teixeira – JANGO-João Goulart-  que concorreram a presidência .“Jânio Quadros venceu as eleições presidenciais de outubro de 1960, tendo recebido 48% dos votos do eleitorado, contra 32% dados a Henrique Teixeira Lott e 20% a Ademar de Barros. Tomou posse, juntamente com João Goulart, no dia 31 de janeiro de 1961. Após 15 anos de domínio do PSD, a oposição finalmente chegava ao poder, embora com uma bancada minoritária no interior do Congresso. Em pouco tempo, instalou-se o conflito entre o Executivo e o Legislativo, que levaria o país à grande crise de agosto de 1961, cujo ápice foi a renúncia de Quadros e o veto dos ministros militares à posse do vice-presidente Goulart”.(https://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/Jango/artigos/Campanha1960/A_campanha_presidencial_de_1960

Fato curioso:A Constituição de 1946, em vigor na época, previa que tanto presidente quanto vice-presidente deveriam concorrer em pleito eleitoral. Desse modo, dois candidatos com posições políticas tão díspares foram eleitos. Jânio Quadros pelo Partido Democrata Cristão (PDC) e João Goulart pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB). Jânio Quadros era apoiado pela União Democrática Nacional (UDN), e claramente adotava uma política antigetulista. Já João Goulart era herdeiro político de Vargas.(https://www.infoescola.com/historia/governo-de-joao-goulart/). Nova Trento vivenciou tudo isso .

Na frente da esquerda para a direita, de blusa branca, Sra Lígia Doutel de Andrade, esposa do candidato a Vice-Governador Dr. Doutel de Andrade, desconhecida, candidato a Vice -Governador, o Dr. Armindo Augusto Doutel de Andrade, discursando, de terno preto e candidato a Governador, o Sr. Celso Ramos, sua esposa, Edhit Muller Gama e desconhecido.
Na fila de trás/ desconhecido/,de cabelos brancos, o Sr. Domingos Fachini, Sr. Francisco de Oliveira (Chico Jaques), e o candidato a Prefeito Municipal vencedor naquele ano, o Sr. Aires Manoel Rachadel, que administrou o município de 1961 a 1965. Também foram eleitos os candidatos a Governador e a Vice.
O menino que aparece no lado direito da foto embaixo do palanque, é o Professor Sr. Miraci José Valle, filho da saudosa Dona Iolanda Valle, que residia defronte ao Colégio Estadual Professor Francisco Mazzola, no centro.

” A foto  registrou o Comício Político realizado no município de Nova Trento – SC., no ano de 1960, na Praça Presidente Getúlio Vargas, ano em que foram escolhidos o Presidente da República, Governadores e Prefeitos, as eleições eram realizadas de quatro em quatro anos e a disputa era para todos os cargos do Poder Executivo, conforme o acima mencionados.
Nesse comício realizei meu sonho, queria falar com o candidato a Governador do Estado, apoiado pelo meu avô o saudoso Sr. Joaquim Battisti Archer, que era o candidato, o Sr. Celso Ramos.
Meu avô, levou-me à sua presença, além de pegar-me no colo, deu-me um forte abraço, saí dali radiante de alegria, eu tinha apenas 12 anos de idade, não perdia um só comício político, além de ouvir pelo radio todos os dias o horário eleitoral, nosso radio era da marca SEMP, que saudades. Dali em diante, selei minha vocação para a politica, fui eleito Vereador e Prefeito Municipal por duas vezes.” Foto e depoimento de Godofredo L. Tonini . Postagem e comentários: Jonas Cadorin

 

Comício do candidato à governador, o Sr. Celso Ramos, o Dr. Armindo Augusto Doutel de Andrade na praça Getúlio Vargas no ano de 1960

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Praça Getúlio Vargas no ano de 1960, durante comício politico do candidato à governador, o Sr. Celso Ramos, tendo como vice, o Dr. Armindo Augusto Doutel de Andrade. Importante notar os trajes de época: os homens com sua melhor vestimenta, chapéu, paletó ou camisa de manga longa; as mulheres com sias discretas, sempre abaixo do joelho.(`´Certamente era um dia de domingo pois este tipo de vestimenta era usado em geral para ir a missa.) Ao fundo a residencia de quatro fachadas, da família do falecido historiador walter Fernando Piazza, ao lado  do também falecido Fioravante Marchi, saudoso Vantinho.

Foto: Godofredo L. Tonini.    Postagem Jonas Cadorin

GIOVANNI – BEPI – BASTIANI 19/12/1863 – 09/06/1949

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Envelopes das cartas que Giovanni di Giácomo Bastiani,  bisavô de Luiz Bastiani  que  recebia de seus parentes e amigos que moravam na região do Trentino, vindas de navio pelo porto de Hamburgo. dai também partiam navios de passageiros com imigrantes para diversos continentes.

“O Porto de Hamburgo está localizado no rio Elba, na Alemanha, a cerca de 100 km da foz no mar do Norte. É chamado de “Porta para o Mundo” na Alemanha, bem como o maior do país. O Porto de Hamburgo é o terceiro mais movimentado da Europa e um dos 15 maiores do mundo.” https://portogente.com.br/portopedia/80752-porto-de-hamburgo

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Carta e envelopes com data de 26 de julho de 1877(dois anos após a chegada dos primeiros) recebida por  Giovani di Giacomo Bastiani de seu irmão Filipo que morava em Mezzo Lombardo no Trentino. (Interessante notar que remetente de Mezzo Lombardo, se refere a Nova Trento como ‘colonia Trento e em letra minuscula a palavra fergio, certamente fazendo alusão ao apelido da cidade que era  Alferes e em dialeto Al fero. A emancipação política só correu em 08.0.1892 quando a colônia passou a se denominar  Nova Trento, com estátus de município)

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José ou Giuseppe Bastiani nasceu no dia 19 de dezembro de 1863 na cidade de Borgo Valsugana Provincia de Trento -Itália. Era filho do casal  Giovanni di Giácomo e Catarina Giacometti. No ano de 1875 este casal com mais 4 filhos, sendo Giovanni filho, Guiseppe, Antonio e Marco, imigraram para o Brasil em Santa Catarina vindo a morar no lugar que deram o nome de Vígolo,colônia de Nova Trento no vale do Rio Tijucas-SC. O casamento de José Bastiani com Anna Zaumer (Zonner)foi celebrado na igreja de Nova Trento, no dia 26 de novembro de 1987 Anna Zaumer veio a falecer e Canelinha,SC no dia 16 de novembro de 1944. Seu esposo José Bastiani faleceu em Canelinha,SC no dia 09 de junho de 1949. Anna Zaumer era natural de Riva Lago di Garda também da província de Trento.

Giuseppe era avô do sr. Luiz Bastiani, que nos forneceu as fotos e informações e reside no endereço:  Luiz Bastiani.    Rua José Bastiani,3770 Bairro da Índia  88230-Canelinha.SC. 48-999582694.

Postagem: Jonas Cadorin

TORCIDA ORGANIZADA – S. R. HUMAITÁ – 1962 -“Avante o Humaitá, com glórias e flores, hura, hura, huraaaa!

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“Torcedoras e torcedores num domingo a tarde do ano de 1962, presentes no Estádio de futebol Governador Aderbal Ramos da Silva, de propriedade da Sociedade Recreativa Humaitá, clube futebolístico da cidade de Nova Trento – SC., fundado em 19 de março de 1919. Era um dos melhores programas dominicais à época, tempo maravilhoso, parte da nossa juventude.”
1ª – Fila : Sentados da esquerda para a direita : Neuza Tirloni, Anunziata Ângela Dalbosco (Néi), Rosita Valle, saudoso Matias Battisti, Selma Franzoi, Nilton Battisti, Delcides Raulino, Vitoria Dalbosco, e provavelmente um dos filhos do saudoso treinador, o Sr. Nelson Maurici
2ª – Fila : em pé da esquerda para a direita : Eronides Tirloni (Nidinha), Marilete Valle, Orlandina Lucktemberg (Landa), Zoavia Franco, o saudoso Humberto Tomasini, Leonida Lucktemberg (Nida), Cremilde Tirloni (Ica), Sonja Facchini e Maria Dulce Raulino.
Fotografia: Ronaldo Trajano Raulino, postada na página do Facebook de Godofredo L. Tonini

ROSA DEBORTOLI

 

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“Registro fotográfico da saudosa e querida Sra. Rosa Debortoli, que por muitos anos trabalhou na Casa Paroquial consagrada ao Sagrado Coração de Jesus, da Paróquia São Virgílio, do município de Nova Trento – SC., cuidando da alimentação, limpeza da casa e roupas, dos padres jesuítas que lá residiam, como também, cuidava da limpeza da Igreja Matriz, dos preparativos para a celebração das santas missas dominicais e semanais, além de tocar diariamente os sinos, anunciando os horários das missas, a hora do Ângelus, pontualmente as 18h00, além de tocar os sinos da Igreja Matriz, quando os temporais nos ameaçavam com fortes ventos e ensurdecedores trovões. Ajudou muito os seminaristas que estudavam no antigo Seminário de Nossa Senhora de Fátima, que funcionava nas antigas instalações da Casa Paroquial, localizado ao lado da atual Igreja Matriz. Tinha um ajudante chamado de Lourenço que usava sempre um chapéu de preto, nos assustava muito, ajudava-a a bater os sinos, cuidava da chácara e da pequena horta que os padres mantinham. Com o seu exemplo de trabalho e dedicação, a Sra. Rosa Debortoli, escreveu uma bela história, que ficara para a posteridade, a ela a nossa eterna gratidão. Devido a sua altura, a chamávamos carinhosamente de Rosona.”
Comentário: Godofredo L. Tonini
Fotografia – Acervo : Miria Mann, postagem: Jonas Cadorin