FUNDAÇÃO DO SINDICATO DOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS RURAIS DE NOVA TRENTO 1968

thumbnail_20200626_092114Sócios fundadores: fila de trás, da esquerda p. direita)Mário Baptista Tamanini, Bruno Mário Battisti, José Micheli, Alberto Piva, Aprigio Botamelli, Virgilio José Tamanini,  José Olavo de Brito, Francisco Dallabrida. Na fila da frente: Luiz Gandin, Domingos Tridapalli;José Piffer,José Manuel(pres. da CONTAG), Pedro Berlanda(FETAESC).                O SITTRUNT -Sindicato dos trabalhadores e Trabalhadoras rurais de Nova Trento foi fundado em 24 de março de 1968. O primeiro presidente e protagonista do movimento foi o sr. Antonio Vicente Vargas. O Sr. Vendolino Vendelindes, do Aguti, foi o primeiro sócio.

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Fonte: O Trentino, março de 2017. Postagem: Jonas Cadorin

ORDENAÇÃO SACERDOTAL FAUSTINO JOSÉ TONINI -1975

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Faustino José Tonini, nasceu em 04 de agosto de 1943. Ingressou no seminário de Nosa senhora de Sion em Castro, no Paraná, aos 10 anos de idade. Foi ordenado Sacerdote em 06 de abril de 1975. Ele é filho de Elíso José Tonini e Benta Battisti Archer  que casaram em 14 de fevereiro de 1942 e tiveram os filhos: Faustino, Ester Maria(Neneca, in memoriam), Luiz Antonio(Tonica, in memoriam), Godofredo (Godoi) e Salvio (Bereco).    Foto: Ruth Perreira Battisti Archer( livro: Além dos Horizontes. Postagem: Jonas Cadorin

INAUGURAÇÃO DA QUADRA DE ESPORTES -COLÉGIO FRANCISCO MAZZOLA -1977

thumbnail_20200420_211425Da esquerda para a direita: Moacir Facchini, Eurides Battisti, Padre Otmar, o prefeito Santino Ludovino Voltolini e Esposa …. Franzoi, Vereadores Pedro Piva, Célico Mazzola, …, Ari Sgrott, Oscar Ribeiro.                                                                                                                    Foto: acervo Colégio Francisco Mazzola. Postagem Jonas Cadorin

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ROSA MARIA BATTISTI ARCHER E VIRGÍLIO CADORE

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Rosa Maria nasceu em 1º de outubro de 1911, em Nova Trento. Foi batizada dia 03 de outubro pelo padre João Giacomo Colleoni SJ(1858-1920 . O padre é aquele que faleceu no morro do cemitério quando aconpanhava um enterro).Casou com Virgílio Cadore aos 17 anos. Virgílio nasceu em 09 de maio de 1904, filho de José Cadore e Maria Fantini. O casamento de Rosa maria e Virgilio foi no dia 11 de agosto de 1928 na capela do Sagrado Coração de Jesus em Nova Trento. Moravam no bairro Salto.Ele exercia a profissão de marceneiro. Foi também comerciante no Pinheral e depois em 1941 no bairro Laranjeiras de Itajaí. Tiveram 13 filhos.                                                                                    Foto e informações de Rut Pereira Batistti Archer, no livro Além do Horizonte,2003, p. 250. Postagem : Jonas Cadorin

BANCA PARA LAVAR ROUPA NO RIO

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FOTOGRAFIA : A esquerda com lenço na cabeça, minha saudosa tia Catarina Battisti Archer Marchi (Tia Catina), e sua amiga de nome desconhecido, lavando roupa às margens do Rio do Braço em terras do saudoso Sr. Emílio Battisti, ali existia uma pequena praia.

Tempos passados usava-se muito um equipamento totalmente de madeira nominado de banca para lavar roupa.Não importava se era às margens dos ribeirões ou do Rio do Braço, rio esse que atravessa o nosso município de Oeste para Leste em toda a sua extensão, essas bancas eram usados por quase todas as donas de casa.Geralmente as roupas eram lavadas no período da manhã, as lavadeiras colocavam as bancas geralmente duas ou três próximas uma das outras, assim realizavam as suas tarefas, e aproveitavam para conversar.As águas não eram tão poluídas, além de serem abundantes. Até a chegada da máquina de lavar roupa, esse era o melhor método empregado pelas donas de casa.As roupas eram levadas até às margens dos rios ou ribeirões, em bacias de alumínio ou em baldes, depois eram estendidas nas cercas de arame farpado que cercavam as pequenas pastagens ou pastos para o vento não leva-las, não existiam ainda os grampos atuais usados para prende-las, depois de secas eram recolhidas, tinha que se ter um cuidado extremo para não rasga-las ao retira-las das cercas.Quando aconteciam as enchentes, a preocupação primeira era ir até a beira do Rio do Braço colocar a banca de lavar roupa em segurança para as águas não levarem-na, independente da hora que o rio começava a encher em demasia, era um artigo de luxo.

Fonte e comentários: Godofredo L. Tonini. Postagem: Jonas Cadorin

Um Prefeito,um Aluno, um Professor

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Formatura  na igreja matriz de Nova Trento de alunos do  colégio Francisco Mazzola(1976-77). Na foto o prefeito Eurides Batistti entrega o diploma ao formando do segundo grau, Jonas Cipriani ao fundo, sempre sorridente, o professor Janari Piva. Infelizmente os três já faleceram, cada um a seu tempo, deixando o sorriso como lembrança.                                                                                                                                               Foto: arquivo do Colégio Francisco Mazzola, Postagem: Jonas Cadorin

JOGO DE MORA – BAIRRO TRINTA RÉIS – 1950

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Da esquerda para a direita na frente, com a mão enfaixada os Sr. Vicente Ceccato, Aprígio Bottamedi, Alcides Dell’Antonio, desconhecido, o  Sr. usando chapéu desconhecido, e os saudosos Srs. Giácomo Migliorini (Giacomin) e Virgílio Eccel.Atrás, Sr.desconhecido, o outro Sr. possivelmente membro da família Battisti. Registro fotográfico de jogo de mora ocorrido durante os festejos do padroeiro do Bairro Trinta Réis – Nova Trento – SC., São João Batista (São Joanin), na década de 1950. Geralmente no final das festas ocorria esse jogo, os jogadores sempre bem animados e ainda sempre bem vestidos eram uma atração à parte.                                                                                        “O jogo da mora, ou apenas mora, é uma tradição com origem na região italiana do Vêneto e levada para o Brasil pelos imigrantes. A palavra significa “morra!”.
O jogo tradicionalmente é realizado em língua vêneta ou talian e se resume em acertar o número do conjunto de dedos da mão que os contendores sucessivamente apresentam sobre uma mesa, batendo os dedos sobre ela.
A dificuldade é a rapidez com que isso se desenvolve, o que gera sempre um grande entusiasmo em todos que se traduz em exclamações e impropérios em alta voz.
Os jogadores vão apresentando os dedos e gritando os números supostos até um deles acertar a soma. Se um jogador acerta o número deve acusá-lo dizendo mora, senão o ponto não é marcado e o adversário prossegue.
Se mais de um acerta, também não se marca ponto. Se os jogadores são experientes o jogo pode se tornar violento e causar ferimentos nos dedos, pela força e velocidade empregadas e pela sucessão de inúmeras batidas.
O jogo exige grande agilidade manual, reflexos apurados e grande atenção e vivacidade mental, entre o veloz movimento dos dedos e a incessante pronúncia dos números. A pontuação necessária para a vitória é convencionada previamente, variando de 12 a 21 pontos. Pode haver um ou dois juízes, e disputado individualmente ou em parcerias.” Fonte :www.wikipedia.com.br  Foto e comentários, Godofredo L. Tonini . Postagem : Jonas Cadorin

 

FAMILIARES DE SEMINARISTAS – S.N.S.B.S. – 1958

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Familiares de seminaristas que estudavam no Seminário São José da cidade de Castro – Parana, junto com o Diretor desse seminário o saudoso Padre Vital Bernini, num domingo de data desconhecida do ano de 1958, nas dependências do pátio do Santuário de Nossa Senhora do Bom Socorro, situado no Morro da Cruz na altitude de 525 metros.
Na primeira fila a esquerda para a direita encostados na pedra, os saudosos Srs. José Erbs, Jaime Voltolini e Horácio Raulino.
Na primeira flila da esquerda para a direita sentados, os saudosos Srs. Luiz Tomasi, Antonio Feller. (Tonho) e Francisco Cadorin.
Na segunda fila em pé da esquerda para a direita, os saudosos Padre Vital Bernini, Diretor do Seminário São José da cidade de Castro – PR., Elísio Tonini, meu pai e a saudosa Sra Dezola Voltolini Visentainer.
Na terceira fila em pé da esquerda para a direita, as saudosas Sras Bráulia da Silva Voltolini, Guidinha Tomasoni Voltolini, Maria Gorges Raulino, Albertina Tridapalli Erbs e Clodomira Alice Cobb da cidade de Castro – Pr, professora dos seminaristas.
A sra vestida de preto com a mão na frente da boca e rindo gostosamente de nome desconhecido, ao seu lado minha saudosa mãe Benta Battisti Archer Tonini.
Atrás de minha mãe na sequência as saudosas Iolanda Voltolini, Adelina Demonti Cadorin e Selina Voltolini Floriani, (Celene).
No meio das crianças com o chapéu na mão, o saudoso Sr. Antonio Voltolini (Toni).
As crianças apesar de conhecidas impossível nomina-las, devido não estarem em ordem regular.

Foto e comentário: Godofredo L. Tonini. Postagem: Jonas Cadorin

HUMAITÁ- BAILE DE CARNAVAL -1970

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Érico Bianchini (Neco), Maura Carolina Floriani Kortelt, rainha da Sociedade Recreativa Humaitá do ano de 1969, seu primo Nelson Visentainer e Armi Zilda Floriani Battisti Archer, rainha do carnaval do ano de 1970.

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Na frente da esquerda para a direita: de nome desconhecido, a rainha da Sociedade Recreativa Humaitá do ano de 1969, Maura Floriani Kortelt, seu esposo Osni Kortelt. Na fila de trás : Dilva Boso, Clarinda Tomasi, desconhecida, Judite Valle e José do Patrocinio Montibeller (Dedé). No canto superior a esquerda Elias Minatti.

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Registro fotográfico de um dos três bailes carnavalescos realizados na sede social de propriedade da Sociedade Recreativa Humaitá – S.R.H., no ano de 1970.O prédio dessa sociedade localizava-se defronte ao seu campo de futebol, situado à Rua Prefeito Municipal Nicolau Bado. Da esquerda para a direita : ? Bottamedi, Hermes Plácido Mazzola, Armi Zilda Floriani Battisti Archer, rainha do carnaval do ano de 1970, seu esposo Emanuel Battisti Archer (Nelo) e Marinho Tomasi.

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O saudoso Sr. Carlos Tridapalli (Nene), a saudosa Sra Lina Carmelina Tomazoni, Armi Zilda Floriani Battisti Archer, rainha do carnaval da Sociedade Recreativa Humaitá do ano de 1970, os saudosos Sr. Glauco de Souza, sua esposa Sra Neide Tolomeotti de Souza e Orlandina Luchtemberg. Atrás mais a esquerda da fotografia, Tadeu Busnardo.

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 Na frente, da esquerda para a direita, Rosemira Montibeller (Miroca), Armi Zilda Floriani Battisti Archer, rainha do carnaval da Sociedade Recreativa Humaitá do ano de 1970, seu cunhado Osni Kartelt e Liria Cadorin Marchi. Atrás, bem a esquerda, Roberto Valle ( Betharra).

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Da esquerda para a direita ; O saudoso Jango Feller, ? Floriani, a saudosa Sra Selina (Celene) Voltolini Floriani, Emanuel Battisti Archer (Nelo), Armi Zilda Floriani, rainha do carnaval da Sociedade Recreativa Humaitá do ano de 1970, Leonir Feller, desconhecido, Vilma Feller e desconhecido.

Fotos e texto: Godofredo L. Tonini. Postagem Jonas Cadorin