PEDREIROS- IGREJA EM RIO DO OESTE- 1957

Pedreiros de Nova Trento, entre eles o sr. Celestino Batistti, construíram , nos de 1956 a 1957, a igreja de alvenaria em substituição da igreja de madeira, dedicada a Santa Catarina, na localidade de TOCA GRANDE I

“O fundador da comunidade, Ernesto Ronchi nasceu na Província de Belluno, em 31 de maio de 1886. Veio para o Brasil com apenas 40 dias, em companhia dos pais, Luiz Ronchi e Maria de Lazzer, a avó materna e três tios, e instalaram-se na colônia Luís Alves, distrito de Blumenau.
Casado com Páscoa Stringari, Ernesto Ronchi trabalhou como sapateiro. Em 1918, com outros colonos, instalou-se em Toca Grande; construiu a primeira balsa para atravessar o rio (1925).
A comunidade que ele criou foi, mais tarde, dividida em outras: Toca Grande I; Toca Grande II e Toca Grande III (Alto Toca Grande). Colonizada pelas famílias Ronchi, Neguerbon e Moser, que enfrentaram animais selvagens e indígenas.
A capela de madeira que construíram era atendida pelos padres João Rolando e Baggio.
Ao lado da capela dedicada à Santa Catarina, os moradores construíram a escola, onde o professor Ernesto Ronchi lecionava em italiano.
As parteiras da comunidade eram Páscoa Stringari Ronchi e Ema Scoz.” In :http://www.riodooeste.com.br/historia/?id=institu/album&p=37&r=54&i=78

Igreja de
DCIM100MEDIADJI_0036.JPGco

FOTOS: Marcos Andre Pisetta, de Rio do Oeste. Postagem: Jonas Cadorin

MERENDEIRAS E SERVENTES DO GRUPO ESCOLAR LACERDA COUTINHO – DÉCADA DE 1970

As responsáveis pela limpeza do grupo escolar e também pelo preparo da merenda escolar( sopas, toddy, aveia…).

Na calçada : de saia preta a Sra. Benta Josefina Battisti Archer Tonini, e a Sra. Zulmira Tomasini.
No primeiro degrau : Sra. Rosinha Orsi Battisti Archer.
No alto : Sra. Verônica Battisti Archer, mãe da famosa locutora da Radio Clube de São João Batista, a Sra. Carminha Archer Marcus. dona Verônica também era carinhosamente chamada de ‘Verônica Negra’. Era uma pessoa carismática e muito famosa por seu dom de de benzedeira.
Foto: Godofredo L. Tonini. Postagem e comentário: Jonas Cadorin







 

FUNDAÇÃO DO SINDICATO DOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS RURAIS DE NOVA TRENTO 1968

thumbnail_20200626_092114Sócios fundadores: fila de trás, da esquerda p. direita)Mário Baptista Tamanini, Bruno Mário Battisti, José Micheli, Alberto Piva, Aprigio Botamelli, Virgilio José Tamanini,  José Olavo de Brito, Francisco Dallabrida. Na fila da frente: Luiz Gandin, Domingos Tridapalli;José Piffer,José Manuel(pres. da CONTAG), Pedro Berlanda(FETAESC).                O SITTRUNT -Sindicato dos trabalhadores e Trabalhadoras rurais de Nova Trento foi fundado em 24 de março de 1968. O primeiro presidente e protagonista do movimento foi o sr. Antonio Vicente Vargas. O Sr. Vendolino Vendelindes, do Aguti, foi o primeiro sócio.

images

Fonte: O Trentino, março de 2017. Postagem: Jonas Cadorin

ORDENAÇÃO SACERDOTAL FAUSTINO JOSÉ TONINI -1975

thumbnail_20200519_165207

Faustino José Tonini, nasceu em 04 de agosto de 1943. Ingressou no seminário de Nosa senhora de Sion em Castro, no Paraná, aos 10 anos de idade. Foi ordenado Sacerdote em 06 de abril de 1975. Ele é filho de Elíso José Tonini e Benta Battisti Archer  que casaram em 14 de fevereiro de 1942 e tiveram os filhos: Faustino, Ester Maria(Neneca, in memoriam), Luiz Antonio(Tonica, in memoriam), Godofredo (Godoi) e Salvio (Bereco).    Foto: Ruth Perreira Battisti Archer( livro: Além dos Horizontes. Postagem: Jonas Cadorin

INAUGURAÇÃO DA QUADRA DE ESPORTES -COLÉGIO FRANCISCO MAZZOLA -1977

thumbnail_20200420_211425Da esquerda para a direita: Moacir Facchini, Eurides Battisti, Padre Otmar, o prefeito Santino Ludovino Voltolini e Esposa …. Franzoi, Vereadores Pedro Piva, Célico Mazzola, …, Ari Sgrott, Oscar Ribeiro.                                                                                                                    Foto: acervo Colégio Francisco Mazzola. Postagem Jonas Cadorin

thumbnail_20200420_211636thumbnail_20200420_211118

ROSA MARIA BATTISTI ARCHER E VIRGÍLIO CADORE

thumbnail_20200416_211856

Rosa Maria nasceu em 1º de outubro de 1911, em Nova Trento. Foi batizada dia 03 de outubro pelo padre João Giacomo Colleoni SJ(1858-1920 . O padre é aquele que faleceu no morro do cemitério quando aconpanhava um enterro).Casou com Virgílio Cadore aos 17 anos. Virgílio nasceu em 09 de maio de 1904, filho de José Cadore e Maria Fantini. O casamento de Rosa maria e Virgilio foi no dia 11 de agosto de 1928 na capela do Sagrado Coração de Jesus em Nova Trento. Moravam no bairro Salto.Ele exercia a profissão de marceneiro. Foi também comerciante no Pinheral e depois em 1941 no bairro Laranjeiras de Itajaí. Tiveram 13 filhos.                                                                                    Foto e informações de Rut Pereira Batistti Archer, no livro Além do Horizonte,2003, p. 250. Postagem : Jonas Cadorin

BANCA PARA LAVAR ROUPA NO RIO

thumbnail_facebook_1585590578531

FOTOGRAFIA : A esquerda com lenço na cabeça, minha saudosa tia Catarina Battisti Archer Marchi (Tia Catina), e sua amiga de nome desconhecido, lavando roupa às margens do Rio do Braço em terras do saudoso Sr. Emílio Battisti, ali existia uma pequena praia.

Tempos passados usava-se muito um equipamento totalmente de madeira nominado de banca para lavar roupa.Não importava se era às margens dos ribeirões ou do Rio do Braço, rio esse que atravessa o nosso município de Oeste para Leste em toda a sua extensão, essas bancas eram usados por quase todas as donas de casa.Geralmente as roupas eram lavadas no período da manhã, as lavadeiras colocavam as bancas geralmente duas ou três próximas uma das outras, assim realizavam as suas tarefas, e aproveitavam para conversar.As águas não eram tão poluídas, além de serem abundantes. Até a chegada da máquina de lavar roupa, esse era o melhor método empregado pelas donas de casa.As roupas eram levadas até às margens dos rios ou ribeirões, em bacias de alumínio ou em baldes, depois eram estendidas nas cercas de arame farpado que cercavam as pequenas pastagens ou pastos para o vento não leva-las, não existiam ainda os grampos atuais usados para prende-las, depois de secas eram recolhidas, tinha que se ter um cuidado extremo para não rasga-las ao retira-las das cercas.Quando aconteciam as enchentes, a preocupação primeira era ir até a beira do Rio do Braço colocar a banca de lavar roupa em segurança para as águas não levarem-na, independente da hora que o rio começava a encher em demasia, era um artigo de luxo.

Fonte e comentários: Godofredo L. Tonini. Postagem: Jonas Cadorin