Cerimônia inauguração da ampliação das salas de aula e dormitório do Juvenato das Irmãzinhas da Imaculada Conceição(hoje CEIC),no ano de 1941.
Fonte: Esboço Histórico da congregação das Irmãnzinhas (1895-1945). Postagem: Jonas Cadorin

Evento folclórico nos anos de 1980 nas dependências do pátio coberto do colégio Francisco Mazzola. Da esquerda para a diereita: Afonso Dalri(in memoriam), Valmir Bittencourt, Iracema Bertotti, vestida de homem,(in memoeriam) , José Libardo , Herberto Marchi(Betinho), Alberto Bertotti(Bertim, in memoriam).
Fonte: Érico Marchi. Comentário e postagem: Jonas Cadorin
Em abril de 1983 se relizou no colégio Franciasco Mazzola , um festival de talentos com uma banca de jurados composta por professores. Uma parte deles,da esquerda para a direita: Nilton B. Cadorin, Jeremias Cipriani e o saudoso Professor Nilson , falecido aos 18 de março de 2026. Na época, recém-egresso do noviciado da congregação dos Irmãos Maristas, Nilson se apresentava como ‘irmão Nilson’. Na história do Mazzola, Nilson foi um dos poucos , talvez o primeiro professor preto, a lecionar no estabelecimento. Lecionou como professor ACT , Religião e Filosofia. Anos depois, por força de concurso, passou a lecionar na rede municipal de Tijucas , munícipio do qual era filho.
Foto: Arquivo do colégio Francisco Mazzola. Posategm e cometário, Jonas Cadorin

Prédio onde funcionou o pré-escolar do bairro Frederico, construído na década de 1970, na gestão do prefeito Santino Lidivino Voltolini. Depois de desativada nos anos 2000, o local funcionou como centro comunitário. Hoje está fechado, sem utilidade publica. O prédio faz parte da história da vasta rede de ensino que atendeu o município que hoje se concentradas e pontos estratégicos da cidade atendidas pela oferta do transporte escolar.( Lembrando que já se foram os tempos das famílias numerosas ,com muitas crianças que lotavam esses espaços. Não temos os nomes das professoras que ali atuaram. Se alguém souber e quiser compartilhar, com certeza estará contribuindo para o registro da história da educação em Nova Trento. )




Foto: Arquivo Pessoal Jonas Cadorin
” No dia 26 de de dezembro de 1895, a Madre Paulina, Virgínia Cestari e duas educandas chegaram a Vigolo pelas 5 horas da manhã. Os pais da nova professa, as Filhas de Maria , velhos e jovens , todos as receberam entre vivas e acompanharam-nas no santuário de Lourdes. O senhor João Cipriani proprietário do terreno vizinho do casebre de Vígolo, vendo que um novo instituto da vida religiosa consagrada, com a aprovação do sr. bispo, lhe garantia a existência, fez lhe a doação com escritura legal, de uma fração de terreno. Madre Paulina aconselhada pelo padre Rossi fez aumentar o casebre pois era insuficiente para as aulas.”
Foto e comentário Irmãzinhas da Imaculada Conceição(Casebre). Postagem: Jonas Cadorin
Nesta e nas próximas três postagens publico um dossiê (que recolhi do lixo) de um projeto cultural que poderia ter mudado a identidade das nossas festas “trentinas.” Um projeto que movimentava todas as comunidades e nacionalidades que colonizaram Nova Trento. Foi uma época em que não só as crianças ,mas também seus familiares, começaram participar dos eventos sem vergonha de usar um traje tradicional. Penso que enquanto não tivermos clareza de objetivos sobre o realmente queremos para a cultura e turismo local, continuaremos a fazer eventos de identidade duvidosa.
Fotos e postagem: Jonas Cadorin
Professora Cleonice Teresa Tomasi Darós regendo o coral infanto-juvenil em 25 de março de 1999. Um incentivo a cultura (que deveria ser institucional, independente da troca de comando político) que foi se perdendo ao longo dos anos. Nova Trento, ao contrário de outros munícipios, não precisa ‘inventar’ atrações turísticas. Elas existem e precisam ser valorizadas e organicamente incentivadas.
Fonte: Jornal O Município 01.04.1999. Postagem e comentário: Jonas Cadorin