1970 -1995 AÇOUGUE DO FÁBIO

24,09,1991- Isidoro Maçaneiro e Saulo Cadorin, açougueiros do açougue do Fabio exibindo um boi que depois de abatido pesou 34,5 arroubas.( O boi pertencia ao sr… Capraro, do bairro Vígolo. Bois como este eram usados em serviços agrícolas e quando velhos eram vendidos aos açougues)
A foto registra o prédio onde funcionou o açougue do Sr. Fábio Raulino, casado com Albertina Darós, localizado na rua João Bayer Sobrinho. O açougue marcou uma época em que se comprava carne bovina e suína em abatedouros – açougues- onde os animais eram abatidos nas primeiras horas da manhã e depois de esquartejados eram comercializados no balcão na parte da frente. Sr Fábio foi o último açougueiro a manter este tipo de de comércio.(Antes dele e contemporâneos a ele também havia o açougue do do Angelim Dalri, no Salto e do Érico Corsi, na subida do Moro da Cruz. O sr. Aprígio Botamelli, esporadicamente também comercializava carne ,de porta em porta de animais que abatia em casa). Importante lembrar que neste período o regramento sanitário para o abate e comercialização de carne ainda eram incipientes o que não impedia dos açougueiros de exercer sua profissão com responsabilidade zelando pela higiene possível para os padrões daquele tempo. Fábio era o açougueiro proprietário e responsável por uma equipe de profissionais como Isidoro Maçaneiro, Saulo Cadorin, Leodelides (Lidi) Michelli, Nestor Raulino, … Orsi(Zorro).
Foto realizada em nos idos dos anos dois mil quando o local já estava fechado. O ambiente era onde acontecia os abates era todo pintado de branco e uma calha com água corrente ajudava a higienizar o espaço e evitar a propagação de insetos como moscas. Ao lado do abatedouro fica a mangueira onde os animais a serem abatidos ficavam aguardando sua vez! O açougue do Fábio era também um espaço onde as crianças iam presenciar o fadigoso trabalho dos açougueiros.. Quando o boi fugia era uma festa!

Fotos cedidas por Saulo Cadorin. Postagem e comentários: Jonas Cadorin

1999 – CANTINA ITALIANA – NOVAS INSTALAÇÕES

No ano em que comemorou seu sétimo aniversário os proprietários do restaurante Cantina Italiana inauguraram, no dia sete de setembro de 1999, na rua dos Imigrantes, suas novas instalações oferecendo também os serviços de pousada. Antes o restaurante funcionava onde hoje está o prédio da câmara de vereadores de Nova Trento.

D a esquerda para a direita: Realina (primeira dama), André, Bruna, Marli e Agostinho Orsi (Guengue), Saul Rover (prefeito)

CASTO DALRI E DOMENICA ORSI

Entre tantos imigrantes que em 1875 embarcaram nos navios a vapor rumo ao Brasil estava Anna Stringari, viúva de Giacomo dal Ri, da Comune di Nanno.

Sem esperança de dias melhores naquela região e com cinco filhos para sustentar – Casto, Crescenzo, Angela, Romana e Ermínia – veio com o objetivo de refazer a vida da família no país da cucanha, da fartura, como diziam nas propagandas da época. Não faziam ideia que iriam ajudar a fundar uma NOVA Trento. Na Colônia Nova Trento, 1876 a família Dalri se estabelece na linha Vigolana, o Vígolo que conhecemos hoje.Por serem poucos os imigrantes da Val di Non em Nova Trento, a família recebe o apelido de nonesi, mantido até os dias atuais.Casto Dalri, o mais velho, auxilia a mãe assumindo o papel de ‘homem da casa’ nos cuidados da família e dos negócios. Exímio carpinteiro, agricultor, produtor de vinho, conciliador, tornou-se um homem respeitado na linha Vigolana.Em 1886, aos 33 anos de idade, Casto se casa com a viúva de Pietro Dalsenter, Domenica Orsi, de 30 anos de idade, com quem teve sete filhos: STANISLAO DOMENICO, MARIA, ANNA, LUIZA, GIACOMO e VITOR (gêmeos) e LUIZ.Além do sustento da casa exerceu sua liderança na comunidade vigolana. Foi um dos Conselheiros Municipais (vereador) quando em 1892, junto com políticos como Henrique Carlos Boiteux, Francisco Gottardi Primo, Hipólito Boiteux, João Valle e Giacomo Poli, encabeçaram o processo de emancipação política da colônia Nova Trento a condição de município.

Fotos Sidnei Zanella. Postagem: Jonas cadorin

Esquerda para direita: Lauri Orsi, Mário Feller, Toni Cipriani, Neves Feller e a menina maria Júlia filha de Paládio Feller que fez a foto

 

Fotos cedidas por Maria Júlia Feller Pfleger

Alegrete Futebol Club – Campo Humaitá – Nova Trento – Ano 1972

Alegrete Futebol Club – Campo Humaitá. Ano 1972 - Nova trento

Alegrete Futebol Club – Campo Humaitá, Nova Trento – Ano 1972.

Da esquerda para direita em pé:  Cily Dadam, Luiz Hugo Piva, José Zacaria Darós (Zeca), Lia Cipriani, Vale, Celinho Batisti, Artur Demonti, Zeca Brito,

Sentados Vanderlei Piva, Nini Voltolini, Caraca (Brusque), Gilca Dalbosco, Altair Orsi (Pinho), Hermes Mazzola, Minco Orsi.

Entrega troféu para o Alegrete que ganhou o campeonato municipal de Nova Trento.

Acervo: Luiz Hugo Piva

Reprodução: Cindy Ane Maffezoli