DÉCADA DE 1970 – FILHAS de MARIA CLARA GESSELE e MARIO RUBERTI

“Da esquerda para a direita: Valfrida Ana, Maria Elena, Clarice, Albertina , Rita Fátima  filhas do casal Mário Ruberti e Clara Gessele Ruberti. A foto foi tirada por volta de 1970 em frente à antiga casa onde moravam, no bairro Trinta Réis. A Maria Elena foi esposa do professor Neuri Montibeller (ambos in memoriam), e a Albertina é esposa do saudoso Janari Piva (in memoriam). Tanto Janari quanto Neuri foram diretores do Mazzola durante anos. Aos fundos da imagem pode-se observar parreiras de uvas e o rancho (paiol) onde se guardavam cereais, ferramentas, utensílios da família, fabricação de queijos etc….”

Foto e comentário: Vanessa Ruberti Feller. Postagem Jonas Cadorin

ANOS 1960 -MORADORES DA LOCALIDADE DE FERREIRA VIANA

“Pessoas que viveram na comunidade de Ferreira Viana, interior de Nova Trento. Da esquerda para a direita: Rosa Pereira que faleceu em Blumenau no ano de 1994- sua filha Odete Perotoni que faleceu em Brusque no ano de 1995- Eloisa Perotoni que faleceu no bairro trinta Réis aqui em Nova Trento no ano de 2001- Ercilio Tomasi, falecido em Ferreira Viana no ano de 1988.” (Foto com nitidez melhorada por IA.)

Foto e comentário Alceu Perotoni(página do face book). Postagem, Jonas Cadorin

RAQUEL POLI e OSWALDO DE SOUZA

Saudosa Raquel Poli, professora de dos anos inciais no bairro Ponta Fina Sul nos anos 60-70 e seu esposo Oswaldo de Souza, funcionário público municipal, vereador . Pais da Sônia, Estelita, Carlos e Nelson, residiam no início do bairro Trinta Réis. Fotografia registrada no ano 2000, pelo historiador, Dr., Andesron Sartori.

Foto: acervo particular Anderson sartori. Postagem Jonas Cadorin

1894 – CAPELA DE SÃO JOANIN

CAPELA DE SÃO JOANIN (São João Menino)- BAIRRO TRINTA RÉIS – NOVA TRENTO – 1894(tratada com IA com o intuito de evidenciar uma capela não mais existe e ficou registrada em segundo plano na foto da menina Alma Batistti, vestida com o traje da 1ª comunhão realizada no ano de 1942. A foto foi tirada na propriedade da família Battisti numa época que poucas famílias residiam no bairro Trinta Reis. Em 1958 a igreja foi demolida para dar lugar ao monumento do Calvário. Sugiro visualizar a brilhante matéria divulgada por Márcio Meyer que informa e ilustra, com imagens aéreas, a história do Calvário no endereço : https://www.facebook.com/share/v/1KkUskgZFf/

“Quando Giovani Battista Ceccato imigrou para o Brasil mais especificamente para Nova Trento, já estava com idade avançada para a época, ou seja, 63 anos, nasceu no ano de 1812.
Muito religioso e esperançoso ao sair de sua localidade Roncegno – Trento – Itália, para o Brasil, prometeu para os seus familiares que se chegassem ao Brasil sãos e salvos devido a perigosa viagem de navio que fariam para chegarem em solo brasileiro, construiria uma pequena Capela para o seu santo de devoção que era São Joanin (São João Batista criança, representado com um cordeiro, fazendo alusão as palavras de Jesus: Eis o Cordeiro de Deus). Conforme o prometido, cumpriu a sua promessa.
CRONICA DOS JESUÍTAS : Para comprovar a construção da Capela de São Joanin, a Crônica dos Jesuítas que exerciam suas funções sacerdotais no município de Nova Trento – SC., em 1894, consta o seguinte :
‘Domingo dia 01 de julho de 1894 foi benta a nova capela do lado de lá do rio em Trinta Réis. Em honra de São João Baptista Menino – São Joanin. O Pe. Afonso Parisi, SJ, celebrou a primeira missa e o Pe. Ângelo Sabbatini SJ a segunda.
DETALHE : O rio citado na Crônica dos Jesuítas é o Rio do Braço, provavelmente o cronista à época quis facilitar a localização da Capela para conhecimento da população.’
FONTE INFORMATIVA : A Crônica dos padres jesuítas, juntamente com a fotografia, foram encaminhadas pelo Padre Flavio Feller.
FOTOGRAFIA DA CAPELA : Relíquia fotográfica realizada ano de 1942, da Capela de São Joanin, construída pelo imigrante italiano Giovani Battista Ceccato na década de 1880, que ficava onde hoje situa-se o Oratório do Calvário.
Sra. ALMA BATTISTI : Nessa fotografia também está a Sra. Alma Battisti, provavelmente tinha tomado a primeira comunhão, conforme os trajes que estava usando. O local da fotografia tirada situa-se onde seus pais residiam, bem próximo do Oratório do Calvário.
A Sra Alma Battisti é irmã da saudosa Sra Gaudência Battisti Ruberti e filha do saudoso casal Sr. Francisco Battisti e Valeria Ceccato Battisti.”

Fonte: Texto de Godofredo L. Tonini. Postagem Jonas Cadorin

FAMÍLIA DE OLEGÁRIO MONTIBELLER (1920-1987) e ROSA TOMAZONI (1922 – 1997)

Esta foto dispensa comentários! “Siamo Tuti italiani. Família Montibeller. 16 filhos. Em Nova Trento, SC. Muito orgulho. E viva os 150 anos da Imigração italiana. Pediram para identificar. Primeira fileira dos menores: da direita para a esquerda, ( Djeka, kuti, no colo do pai Olegário, Goia, Cida, no colo da mãe Rosa, Kéia, Roque. Na segunda fileira dos maiores, da direita para a esquerda, Estela, Ivone, Miroca, Anita, Benilde, Dedé, Baiano, Pedro, Neuri e a Eli.”(https://www.facebook.com/djeka.montibeller.dalri) A família residia na casa de número 298, no bairro Trinta Réis. Olégario exerceu a profissão de pedreiro, carpinteiro e também entendia de mecânica de relógios. Era ele que fazia os consertos do relógio da igreja matriz. O sobrenome Montibeller é originário da cidade de Roncegno , no Tirol/Trentino.Os imigrantes que vieram a Nova Trento, Osvaldo Montibeller, ocupou o lote número 02 da linha Ribeirão Tirol. Costante e Pietro Montibeller também ocuparam lotes(não temos os números e localização) em Nova Trento.

Foto: Djeka Montibeller. Postagem: Jonas Cadorin

HENRIQUE RAISER E PAULINA BELLETI

O sobrenome Raiser proveniente da comune de Calliano , na epoca da imigração, pertencente ao Tirol de língua italiana.(Deve ser descendente de Giovanni Battista Raiser que ocupou o lote nº1 da linha Besenello). A família Belleti descende de Ludovico ou de Demetrio Belleti, da comune de Castelbelforte, da província de Mantova, ocuparam o lote nº 2 e 6 na linha ribeirão Trinta Réis.

Foto: cemitério central Nova Trento. Informações do livro Vincere o Morire de Renzo Grosselli. Postagem Jonas Cadorin

1999- NOVA TRENTO JÁ TEVE CORAL INFANTO JUVENIL

Professora Cleonice Teresa Tomasi Darós regendo o coral infanto-juvenil em 25 de março de 1999. Um incentivo a cultura (que deveria ser institucional, independente da troca de comando político) que foi se perdendo ao longo dos anos. Nova Trento, ao contrário de outros munícipios, não precisa ‘inventar’ atrações turísticas. Elas existem e precisam ser valorizadas e organicamente incentivadas.

Fonte: Jornal O Município 01.04.1999. Postagem e comentário: Jonas Cadorin

1977 E 1989 – CARNAVAL EM NOVA TRENTO

Nova Trento viveu, num passado relativamente recente, um período acaloradas festas de carnaval. As folias aconteciam aconteciam nas Sociedades recreativas Humaitá e Primavera. A festa era animada, incialmente, por bandinhas formadas por músicos da Banda Padre Sabatini. Os Batuskelas foi uma das bandas que teve como berço os bailes de carnaval. No final dos anos oitenta, bandas de outros municípios vieram fazer parte dos festejos. Para não haver prejuízos com a divisão do público, os presidentes das duas agremiações negociavam dois dias de festa para cada sociedade. O carnaval infantil, oferecido nas tardes, também era promovido nas sedes com grande público. O carnaval de Nova Trento teve seus dias de glória e foi praticamente engolido pelos novos entretenimentos oferecidos nas cidades balneárias e pela paulatina desmobilização do Primavera e Humaitá que viram suas sedes e quadros diretivos se esvaziarem nos anos noventa. As fotos mostram momentos dos carnavais de 1977 e 1989 na sociedade recreativa Humaitá.

Fotos do site do Facebook Eu Curto Nova Trento. Imagens do arquivo da Sociedade Recreativa Humaitá. Postagem: Jonas Cadorin