João Gabriel Debortoli e Domênica Violante Pannizza Debortoli

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João Gabriel Debortoli e Domênica Violante Pannizza Debortoli foram moradores do Bairro Mato Queimado em Nova Trento, mas se mudaram em 1940, com os três filhos Laudelino, Inácio e Alberto para Biguaçu.

Colaboração: Luiz Gabriel Debortoli

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AMIGOS DA DÉCADA DE 1940

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Salvador Cadorin, filho de Francisco Cadorin, encostado , com as mãos no bolso, exibindo, junto com os amigos de profissão, seus trajes de festa. (Não conseguimos identificar os demais. Se você que nos segue souber, informe no balão de diálogo no canto direito superior da foto. Se você não souber como fazer peça ajuda a um filho ou neto, sua informação é muito importante para mantermos o site sempre atualizado. Se tiver fotos nos mande. São sempre bem vindas. É uma forma de perpetuamos a memória dos nossos antepassados queridos que já partiram.)

Postagem: Jonas Cadorin

ESCOLA ESTADUAL – TRÊS BARRAS – NOVA TRENTO -SC – 1970

70389152_694531431016564_931081624815140864_o   “Registro fotográfico do ano de 1970 dos alunos (as) e provavelmente de seus pais da Escola Estadual que ficava na localidade de Três Barras situada ao lado da entrada da estrada de acesso à localidade de Serraval, município de Nova Trento – SC.
    A Professora Sra Lourdes Teresinha Voltolini Hoeppers, e a Sra Maria Aparecida Tomazini foram professoras que lecionaram nesta escola.
Detalhe : A Sra Teresinha Ceccato que estudou nesta escola e nos enviou a fotografia deseja imensamente encontrar-se com a sua ex professora Sra Lourdes Teresinha Voltolini Hoeppers.
Fotografia do ano de 1970 dos alunos e provavelmente de seus pais da Escola Estadual que ficava na localidade de Três Barras, município de Nova Trento – SC. O prédio da escola foi demolido na década de 1990.

Gostaríamos de identificar todos os presentes nesta fotografia, quem souber os nomes por gentileza nos envie.
Acervo fotográfico : Sra Terezinha Ceccato, postado na página de facebook de Godofredo L. Tonini em 12.09.2019

ALUNOS e PROFESSORES – DISTRITO AGUTI – 1966

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Ao contrário do que a foto possa sugerir, uma escola de alunos carentes, a imagem retrata, sim,  uma escola multisseriada, de madeira, de uma comunidade rural onde uma das preocupações dos pais era a educação escolar dos filhos. Por simples que fossem, todos vinham uniformizados. Uniformes costurados pelas próprias mães. Professoras e professores abnegados que enfrentavam o desafio diário de alfabetizar e ensinar em língua portuguesa quando no dia  a dia as crianças conviviam com o dialeto alemão falado em suas residências por pais e avós.  Hoje todos cidadãos de bem. Lição de casa cumprida!

“Registro fotográfico realizado no ano de 1966 dos alunos (as) que frequentavam a Escola do Distrito de Aguti no município de Nova Trento SC.
O Professor a direita da foto é o saudoso Sr. Albino Muller, e a Professora a esquerda da foto é a Sra Lodis Dell’ Antonia Mistura, pessoas do bem foram muito dedicados ao aprendizado dessas crianças.
Relação de alunas que foi possível identificar :
Sonia Muller, Silvia Muller, desconhecida, Marice Vanelli, Miriam Vanelli, Tereza Wilbert, Maria Pering, Salete Reuter, Maria Reuter, Evanilde Sborz, Elizete Sborz, Marli Sborz, Arlinda Meyer, Anita Irene Meyer, Filomena Mistura, Odete Pereira, Gloria Mayer, Catarina Coelho, Solange Muller, Célia Pering e Maria Helena Muller.
Relação dos alunos que foi possível identificar: Odair Vanelli, Silvério Pering, João Pering, Inácio Pering, José Nildo Pering, Henrique Pereira, Valdir Pering, Oscar Pering, Antônio Reuter, Tarcisio Schimidt, Valdir Sborz e Venício Sborz.
Observação: quem não foi relacionado por favor identifique-se para ver se conseguimos identificar todos.” Pode comunicar-se conosco enviando seu comentário no “balão” que aparece no lado superior direito desta postagem.

Fotografia enviada pela neotrentina, Sueli Sborz Baggio, residente em Blumenau, nascida no Distrito de Aguti, postada por Godofredo L. Tonini em sua página do Facebook em 09.09.19

Postagem: Jonas Cadorin

Morre bispo emérito neotrentino Walmir Valle

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Internado no Hospital Universitário Santa Teresinha, de Joaçaba, desde o dia 27 de julho, faleceu hoje, 26, na mesma cidade, o bispo emérito dom Walmir Alberto Valle, em decorrência de câncer. Seu velório está acontecendo na Catedral Santa Teresinha. Será sepultado às 9 horas desta terça-feira na cripta da  mesma catedral, local de onde exerceu seu mandato por oito anos (2003-2010).

Walmir Alberto Valle, filho de Marçal Valle e Alzira Busnardo Valle, nasceu no dia 14 de abril de 1938 em Nova Trento. Sua ordenação presbiteral aconteceu no dia 21 de dezembro de 1963, em Turim, na Itália, como integrante da  Congregação Missionários da Consolata.

Exerceu seu ministério sacerdotal em  São Manuel (SP), Turim (Itália), Roraima (com indígenas) e em São Paulo. Foi nomeado bispo em 5 de novembro de 1985 para a diocese de Zé Doca, no Maranhão, e ordenado em 6 de janeiro de 1986 pelo então papa, hoje santo, João Paulo II. Em 2003, assumiu a diocese de Joaçaba, onde exerceu seu mandato  até  14 de abril de 2010.

Fonte: Jornal O Trentino   (https://otrentino.com.br/morre-bispo-emerito-neotrentino-walmirvalle

TORNEIO DE BOCHA – ANTIGO BOTECO DO SR.VALÉRIO SMANIOTO 1960-70

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‘Registro fotográfico de torneio de bocha realizado na famosa cancha de bocha do boteco do saudoso Sr. Valério Smanioto, num domingo qualquer, que ficava localizado no Bairro Besenello em Nova Trento – SC., próximo do campo da S.R. Humaitá e defronte a Oficina Mecânica Franzoi. Memoráveis torneios de bocha lá eram realizados .'(Godofredo)

O Bocha ou Boccie é um jogo que consiste em lançar bolas e tem o objetivo de ficar mais próximo de outra bola mais pequena. Apesar de nem todos estarem de acordo, é de senso comum que este esporte terá tido origem no antigo Império Romano e o mesmo foi facilmente espalhado por toda a Europa quando os italianos estavam nas suas conquistas.No inicio do século XIX, este esporte era tão popular e comum que as pessoas jogavam por todo o lado, incluindo no meio das ruas e praças, sendo que o Carlos IV e o seu sucessor Carlos V de Espanha chegaram a proibir de ser jogado.O campo tradicional de Bocha é feito ou em terra ou no asfalto.Tem como medidas cerca de 27,5 metros de comprimento e entre 2,5 a 4 metros de largura. O campo deve ser delimitado com uns separadores, podendo eles ser de madeira, com uma altura de pelo menos 12 centímetros.O campo tradicional de Bocha é feito ou em terra ou no asfalto.Tem como medidas cerca de 27,5 metros de comprimento e entre 2,5 a 4 metros de largura. O campo deve ser delimitado com uns separadores, podendo eles ser de madeira, com uma altura de pelo menos 12 centímetros.Source: https://sportsregras.com/bocha-jogo-regras-historia/.

Em Nova Trento o jogo foi trazido pelos imigrantes  e era uma das diversões de finais de semana ou final de expediente em quase todos os bares/botecos  da cidade. era um jogo predominantemente  praticado por homens. As canchas ficavam anexas aos botecos ou  galpões de festa das igrejas o chão era batido e sobre ele colocada uma finíssima camada de areia  para permitir o deslizar das bochas.  Incialmente as bochas eram de madeira, confeccionadas na cidade por algum marceneiro.

Foto : Godofredo Tonini, Postagem e organização do comentário:  Jonas Cadorin

 

Benfeitores do santuário de Nossa Senhora do Bom Socorro: JOÃO VISENTAINER e JOÃO VOLTOLINI

João Visentainer                                               João Voltolini

COLABORADORES – S.N.S.B.S. – NOVA TRENTO – SC – 1889 – 2018  Nesses quase 120 anos de existência do Santuário de Nossa Senhora do Bom Socorro, muitas pessoas se destacaram pela dedicação e trabalho para que o Santuário sobrevivesse até os dias atuais.Esses devotos ajudavam na manutenção do seu dia a dia, participando na organização de festas lá realizadas prestando serviços de pedreiros e serventes de pedreiros no inicio de sua fundação e construção, entre outros.Estamos destacando dois personagens entre muitos que tiveram papel preponderante no início dessa caminhada religiosa:

JOÃO VISENTAINER : Foi zeloso guarda do Santuário por muitos anos, tarefa difícil a ser cumprida devido as dificuldades de toda ordem em especial a dos deslocamentos diários de sua residência para cuidar do Santuário, em virtude da estrada à época ser quase uma picada e ter quase 5 km de extensão morro acima, residia na localidade do Mato Queimado Debaixo ;

JOÃO VOLTOLINI : Um devoto diferenciado e de extraordinária importância no início da fundação do Santuário em 02/12/1899.À época da fundação do Santuário estava com 51 anos de idade; Era auxiliar do fundador do Santuário o Padre francês Alfredo Russel;Foi o pedreiro que no dia 09 de julho de 1901 construiu o pequeno nicho na pedra para colocar a imagem de Nossa Senhora do Bom Socorro onde seria celebrada a 1ª Santa Missa no Santuário, em 02/071902;Comandou a organização dos preparativos para a celebração da 1ª Santa Missa, realizada no dia 02/071902, dirigiu o coral Coração de Maria que cantou durante essa missa; Providenciou a alimentação para os devotos que compareceram para essa festividade, que consistia em xícaras de café e pão. Residia no Morro da Onça, posteriormente foi residir na localidade de Centro do Moura, município de Canelinha.Em 1950 estava com 92 anos, ano de comemoração do Cinquentenário de fundação do Santuário – 02/12/1899 – 02/12/1950.

Texto e fotografias: Godofredo L. Tonini. Postagem: Jonas Cadorin

 

 

 

AMABILE LUCIA VISINTAINER

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SANTA PAULINA – UMA SANTA PARA O NOSSO TEMPO

Nascida no dia 16 de dezembro de 1865, em Vígolo Vattaro, no Tirol, atual província de Trento,  norte da Itália recebeu o nome de Amábile Lúcia Visintainer. Era a segunda filha de Antônio Napoleone Visintainer e Anna Pianezzer. Em 1875, junto com outras famílias da região, aos nove anos de idade, junto com os pais, adotou o Brasil como sua pátria e os brasileiros como irmãos. Em 1887 faleceu sua mãe e Amábile cuidou da família até o pai contrair novo casamento. Aos 12 de julho de 1890 com sua amiga, Virginia Rosa Nicolodi, deu início à Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição, cuidando de Ângela Viviani, em fase terminal de câncer, num casebre doado por Beniamino Gallotti. Após a morte da enferma, em 1891, juntou-se a ela mais uma entusiasta de ideal: Teresa Anna Maule. Em 1894 o trio fundacional da Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição transferiu-se para a cidade de Nova Trento. Receberam em doação o terreno e a casa de madeira dos generosos benfeitores: João Valle e Francisco Sgrott, hoje um centro de encontros.

Em 1903, Santa Paulina foi eleita, pelas Irmãs, superiora geral, por toda a vida. Nesse mesmo ano, a convite do padre Rossi, diretor espiritual da congregação, deixou Nova Trento para cuidar dos ex-escravos idosos e crianças órfãs, filhas de ex-escravos e pobres no Ipiranga, em São Paulo – SP. Recebeu apoio do pe. Luiz Maria Rossi e ajuda de benfeitores em especial do conde Dr. José Vicente de Azevedo. Em 1909, a Congregação cresce nos estados de Santa Catarina e São Paulo. As Irmãs assumem a missão evangelizadora na educação, na catequese, no cuidado às pessoas idosas, doentes e crianças órfãs.Em 1918, Santa Paulina é chamada a viver na sede Geral da Congregação, onde testemunha uma vida de santidade e ajuda na elaboração da História da Congregação e no resgate do Carisma fundante. Acompanha e abençoa as Irmãs que partem em missão para novas fundações. Alegra-se com as que são enviadas aos povos indígenas em Mato Grosso, em 1934. Rejubila-se com o Decreto de Louvor dado pelo Papa Pio XI, em 1933, à Congregação.Santa Paulina morre aos 76 anos, na Casa Geral em São Paulo, dia 9 de julho de 1942, com fama de santidade; pois viveu em grau heróico as virtudes de fé, esperança, caridade e demais virtudes.Para a Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição, a comemoração dos 10 anos de Canonização (em 2012) faz recordar todo o processo de beatificação e canonização de Santa Paulina. O primeiro milagre foi registrado em Imbituba (SC), no qual foi reconhecida a cura instantânea, perfeita e duradoura de Eluíza Rosa de Souza, que possuía uma doença complexa: a morte intra-uterina do feto e sua retenção por alguns meses; extração com instrumentos e revisão do útero, seguida de grande hemorragia e choque irreversível. O caso foi discutido e, posteriormente, o Santo Padre ratificou em decreto aprovando as conclusões da Congregação para as Causas dos Santos.Já o segundo milagre comprovado ocorreu com a menina Iza Bruna Vieira de Souza, de Rio Branco (AC). Ela nasceu com má formação cerebral, diagnosticada como “meningoencefalocele occipital de grande porte”. No 5º dia de vida, foi submetida, embora anêmica, a uma cirurgia e, depois de 24 horas, apresentou crises convulsivas e parada cardiorrespiratória. A avó da menina, Zaira Darub de Oliveira rezou à Madre Paulina durante toda a gestação da filha e também durante o período no Hospital. A menina Iza Bruna foi batizada no próprio Hospital, dentro do balão de oxigênio, e logo se recuperou. A cura foi atestada pelo Santo Padre e, no dia 19 de maio de 2002, o Papa João Paulo II canonizou Santa Paulina, reconhecendo suas virtudes em grau heróico: humildade, caridade, fé, simplicidade, vida de oração, entre outras.

 

 

DIA DE FESTA, TRAJE DE FESTA!

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Da esquerda para a direita: Na escada da antiga prefeitura de Nova Trento:  Alcides Sgrott, Onildo Dalbosco, (três amigos sem identificação. se você que nos  segue souber, por favor escreva no ‘balão’ de dialogo acima da foto, no canto direito superior). Detalhes da moda de então; sapatos do mesmo modelo e cor, meias brancas e listradas, paletó, gravata, chapéu, cigarro. Dia de festa, com certeza.

Acervo: Vlademir Dalbosco. Postagem: Jonas Cadorin

Os filhos mais novos de Salvador e Maria do Carmo Maçaneiro Cadorin

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Da esquerda para a direita: Rita, Jurema, Jonas, Saulo e Jânio Cadorin.(Como toda família da época ter muitos filhos era uma benção de Deus. Além dos mais jovens que aparecem na foto, o casal teve: Virgílio, Isaias, Ludovico e Lauda) Foto tirada no pasto que ficava nos fundos da propriedade, rua João Bayer Sobrinho ( década de 1970) onde a família criava cabras, uma vaca, porcos e galinhas. Os meninos da foto tem um cabritinho no colo.Cada cabra tinha um nome! Essa que aparece em primeiro plano se chamava Pina. O bode, San Vigili! Coisa de criança.

Foto: álbum da família Salvador Cadorin. postagem: Jonas Cadorin