1969 – INAUGURAÇÃO DA PONTE ESTANISLAO DALRI – VIGOLO

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Dia 7 de setembro de 1969, 16 horas, dia chuvoso, com abenção do padre Constâncio Marchi, ladeado pelo prefeito Pedro Piva Junior e sua esposa Isabel foi nuagurada a ponte de concreto, localizada nas proximidades do ‘casebre’ de Madre Paulina. Entre o prefeito e o padre se pode ver o sr. Santino L. Voltolini. No lado direito da foto, ao lado do menino de camisa branca, o Sr. Eliseu Dalri, filho do homenageado. Estanislao Dalri,  ‘Lao’, fora um do primeiros moradores do bairro e líder na comunidade, chegando a ocupar o cargo de vereador. Importante lembrar que, mesmo sendo uma ponte pequena, para a época o concreto armado marcava a substituição das pontes e pontilhões de madeira.                      Foto: Arquivo pessoal Jonas Cadorin. Postagem Jonas Cadorin

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IRMÃ GERTRUDES CADORIN *13/10/1929 + 23.04.2020

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Filha de Jordão e Ines Cadorin, viveu 65 anos os votos religiosos ( pobreza, castidade e obediência) como irmã na Congreção das Irmanzinhas da Imaculada Conceição. Trabalhou como missionária e os últimos 15 anos na comunidade das irmãs no bairro do Vígolo onde vivenciou o processo de beatificação e canonização de madre Paulina e a cosntrução do santuário. Era irmã da irmã Célia Cadorin(postuladora da causa de beatificação falecida também aos 90 anos em 29.07.2017) e do padre Claúdio. Faleceu aos 90 anos de causas naturais.

Foto: santuário Santa Paulina. Postagem: Jonas Cadorin

VÍGOLO EM 1967

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Vista das imediações da igreja de São Jorge, bairro Vigolo, no ano de  1967. Tudo começou a mudar rapidamente com a beatificação e santificação de Madre Paulina.

Foto: Fidélis Dalcin Barbosa in ‘A Coloninha’ editado em 1967. Postagem: Jonas Cadorin

CASTO DALRI E DOMENICA ORSI

Entre tantos imigrantes que em 1875 embarcaram nos navios a vapor rumo ao Brasil estava Anna Stringari, viúva de Giacomo dal Ri, da Comune di Nanno.

Sem esperança de dias melhores naquela região e com cinco filhos para sustentar – Casto, Crescenzo, Angela, Romana e Ermínia – veio com o objetivo de refazer a vida da família no país da cucanha, da fartura, como diziam nas propagandas da época. Não faziam ideia que iriam ajudar a fundar uma NOVA Trento. Na Colônia Nova Trento, 1876 a família Dalri se estabelece na linha Vigolana, o Vígolo que conhecemos hoje.Por serem poucos os imigrantes da Val di Non em Nova Trento, a família recebe o apelido de nonesi, mantido até os dias atuais.Casto Dalri, o mais velho, auxilia a mãe assumindo o papel de ‘homem da casa’ nos cuidados da família e dos negócios. Exímio carpinteiro, agricultor, produtor de vinho, conciliador, tornou-se um homem respeitado na linha Vigolana.Em 1886, aos 33 anos de idade, Casto se casa com a viúva de Pietro Dalsenter, Domenica Orsi, de 30 anos de idade, com quem teve sete filhos: STANISLAO DOMENICO, MARIA, ANNA, LUIZA, GIACOMO e VITOR (gêmeos) e LUIZ.Além do sustento da casa exerceu sua liderança na comunidade vigolana. Foi um dos Conselheiros Municipais (vereador) quando em 1892, junto com políticos como Henrique Carlos Boiteux, Francisco Gottardi Primo, Hipólito Boiteux, João Valle e Giacomo Poli, encabeçaram o processo de emancipação política da colônia Nova Trento a condição de município.

Fotos Sidnei Zanella. Postagem: Jonas cadorin