Maria Bernadete Trainotti e Maria Aparecida Casett rainhas da Sociedade Recreativa Humaitá em 1977 e 1976 respectivamente. O baile de escolha da rainha foi realizado em 22 de outubro de 1977, animado pela banda Os Brasileirinhos. Foram candidatas: Laurita Buttchewitz, Ivandete Eccel, Madalena Speranzini, Sarita Firmo, Maria Bernadete Trainotti e Rosi Dalri.
Fonte Livro Avante Humaitá, de Luiz Augusto Tridapalli Archer,2019,p. 264. Postagem: Jonas Cadorin
Casal, Salvador Caetano Bissoli, faleceu aos 68 anos e Angelina Giacomossi Bissoli, aos 89 anos, foi sepultado no cemitério do município de Canelinha. O pai de Salvador é possível que tenha sido Giovanni Bissoli ou Bizzoli, natural de Isola della Scala, na província de Verona ocupante de um lote colonial no Alferes, hoje Nova Trento.
Fonte: Lápide cemitério de Canelinha e livro Vincere o Morrire, p. 466. Postagem Jonas Cadorin
Peça da campanha eleitoral do candidato a presidente Jânio Quadros, do Partido Trabalhista Nacional(PTN),em Nova Trento apoiado pela União Democrática Nacional(UDN). A peça publicitaria foi encontrada por Jânio Cadorin, junto com documentos do falecido pai, Salvador Cadorin. Na cidade outros meninos nascido na época receberam o nome de Jânio em homenagem ao 22º presidente do Brasil que foi o primeiro a ocupar as instalações na recém inaugurada, Brasília. Foi também o governo mais curto de todos os presidentes do Brasil: 31 de janeiro a a 25 de agosto de 1961, quando renunciou. (Lembro que quando criança, encontramos no porão da casa do meu padrinho Jordão Cadorin, um punhado de botons, de fixar na lapela do terno, em formato de vassoura, símbolo da campanha de Jânio Quadros).
De vermelho, Guilherme Darós, , de azul , Elói Tell e de amarelo, representando o rei preto, Antônio Cipriani. Stellari, os Cantores da Estrela, uma tradição trazida do Tirol/Trentino de onde vieram a maior parte dos imigrantes de Nova Trento. Se você quiser saber sobre esta tradição,temos um documentário realizado no ano passado em Nova Trento no endereço: https://www.youtube.com/watch?v=3AGEHpfUUpw
Diferente do Terno de Reis, da cultura açoriana, os Stellari passavam pelos presépios, na época do advento e Natal, cantando canções em dialeto, vestidos de Reis Magos, levavam uma estrela. Algumas das canções dos Stellari permaneceram na memória e na tradição que foi transmitida ao longo de um século e meio. Canções como: oh Felice ,oh chiara note; Oi della casa; Dio vi conceda un ano felice; San Giusepe Vechiarello; Tu scendi dalle stelle, Dormi Bamnim… Não temos registros fotográficos antigos mas este de 24 de dezembro de 1987, mostra um grupo se apresentando no santuário de Nossa senhora do Bom Socorro.
Os reis eram seguidos por um grupo de músicos e cantores. Na foto, o saudoso maestro Virgilio Tomasi rege os músicos que entoavam canções em dialeto e em português, mesclando a tradição dos Stellari e do Terno de Reis.
Fonte: Arquivo do Circolo Trentino. Postagem: Jonas Cadorin
Jogo amistoso entre as equipes do Brusquense FBC e o Itahuna FBC realizado na praça Galileu Galilei(atual praça Getúlio Vargas ) em idos de 1920, quando o futebol começava a ser apreciado e difundido em Nova Trento.
Fonte: Livro Avante Humaitá de Luiz A. Tridapalli Archer, 2019, p. 42
A respeito da foto acima diz Solange Piazza Sartori: “O meu pai Carlos Piazza era sócio do Humaitá. Sempre dizia que quando a filha fosse casar a festa seria no Humaitá. Quando casei, em 28 de julho de 1956, tinha 21 anos; meu marido, Paulo Sartori, tinha 31 anos. Neste dia, teve 6 casamentos na igreja de Nova Trento. As festas depois eram realizadas nas residências das famílias. Minha festa de casamento foi realizada na sede do Humaitá Do jeito que o meu pai desejava. Foi o primeiro casamento festejado na sede do Humaitá, pois era também a primeira sede do clube. Nesta casa, chamada de Salamanca, onde hoje reside o Vita Sgrott e sua família. Como recordação do dia do meu casamento, tenho uma foto tirada em frente à Igreja Matriz de Nova Trento, tirada pelo fotógrafo João Valle.”
Fonte: Avante Humaitá. Autor : Luiz augusto Tridapalli Archer, 2019, p. 116. Postagem: Jonas Cadorin
O grupo de dança Folk Nea Tridentum(Grupo Folclórico Nova Trento), uma inciativa do Circolo Trentino de Nova Trento, foi lançado no ano de 2004. Na ocasião foi realizado um baile na Sociedade Recreativa Primavera. As coreografias/danças, bem como as vestimentas são as do Grupo Folk di Castello Tesino. Por ocasião da sua primeira apresentação foram homenageados os responsáveis pela confecção dos trajes (idênticos aos Tesinos). Na foto o alfaiate Sebastião Natal Archer (porque nasceu no dia de Natal de 1943), recebe das mãos de Edvan Zanella uma recordação por ter confeccionado o traje masculino. O chapéu foi posteriormente substituído por um modelo que se assemelha ao do grupo de origem.
A costureira e estilista Nélcia Ruberti foi responsável pela confecção e adereços dos trajes femininos, recebe das mãos de Andresa Sartori, coreógrafa do grupo, uma recordação em reconhecimento pelos serviços prestados em prol do grupo. Importante registrar que Nélcia faz parte do grupo desde então dando apoio na manutenção e confecção de novos trajes.
Fonte: Arquivo do Circolo Trentino. Postagem: Jonas Cadorin
Em 20213 iniciamos um projeto que tem como objetivo socializar fotos que contam partes da história de Nova Trento e da história de cada uma, cada uma, que nos segue. Cada foto postada (e já são mil e dez!) lembram o álbum de fotografias que tínhamos em casa, com páginas de papel cartão verde, entremeadas por uma página de papel celofane transparente. Era um livro de história da nossa família que não nos cansávamos de folear com respeito, tanto que se conserva até hoje. Os tempos mudaram mas a mágica importância que se se esconde atrás de momentos cristalizados no tempo pela fotografia permanece sempre atual. E assim, em cada lugar que frequentamos, buscamos curiosos, quase que enxeridos, fotos para alimentar o site que não tem preocupação de saciar a sede fugaz de imagens do mundo virtual que torna tudo descartável. Nossa preocupação é a de trazer à memória a história de pessoas e da cidade onde tecemos laços afetivos e nos identificamos. Em 2026 continuaremos a colar novas fotos neste álbum e contamos com a colaboração de todos para que possamos continuar a alimentar o site(Lembramos que não temos nenhum ganho ou fim lucrativo como site. fazemos por capricho e preocupação com a história que se perde cada vez que descartamos uma foto antiga). Se tiverem fotos , por gentileza, compartilhem conosco (jonascadorin@gmail.com ou pelo WhatsApp 48 9915123255).
A TRADIÇÃO É A SALVAGUARDA DO FOGO , NÃO A ADORAÇÃO DAS CINZAS(Gustav Mahaler).
A área tracejada do mapa delimita o extenso território da colônia Itajay e Príncipe dom Pedro que compreendia Brusque, Botuverá, Guabiruba, Nova Trento. “Em 1860 foi fundada a Colônia Príncipe Dom Pedro, que estava situada a 6 km do porto das canoas (sede de Brusque), na rodovia Brusque D. Joaquim, após o morro da Souza Cruz, na confluência do ribeirão Águas Claras com o Itajaí-Mirim. Colonos de diversas nacionalidades, trazidos da América do Norte, ocuparam a região. Este centro de colonização não deu certo devido à falta de organização do Governo. Como consequência, a maioria dos imigrantes seguiu para outras regiões e o território da colônia foi anexado à Colônia Itajahy-Brusque em 6 de dezembro de 1869. No mesmo local, tentou-se a fixação de colonos poloneses, também sem muito êxito. A partir de 1875, o território foi ocupado pelos imigrantes tiroleses e italianos.A partir de 1875 se estabeleceram no território das colônias Itajahy e Príncipe Dom Pedro mais de 11 mil imigrantes de língua italiana, dentre eles Amábile Lúcia Visintainer (Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus). Os vênetos e lombardos integrados ao Reino de Itália e os trentinos súditos da Franz Joseph, o imperador da Áustria e rei da Hungria, Croácia e Boêmia, carinhosamente chamado pelos falantes de língua italiana(tirolesa) de Nova Trento de ‘Ceco Bepe.” inhttps://brusquememoria.com.br/acervo-imagem/652
Fonte: Sociedade Amigos de Brusque. Postagem Jonas Cadorin
Dando continuidade as iniciativas de aproximação da colônias de imigrantes trentinos em Santa Catarina com a Província Autônoma de Trento, o presidente Pierluigi Angeli visitou Nova Trento em 20 de agosto de 1986 sendo recebido pelo prefeito Eurides Battisti.
Fonte: Diário Catarinense de 21.08.1986. Postagem: Jonas Cadorin