1999 – CORAL SÃO VIRGÍLIO

O coral de música sacra da igreja matriz de Nova Trento,foi fundado pelo irmão jesuíta Guido Lawisch no ano de 1974. Na foto acima, em 1999, o coral estava sob a regência da Irmã Rosarita (Ana Stolf). Alguns dos cantores(as) já são falecidos, outros integram o coral até hoje. Foto ambientada no piso superior da igreja do santuário de Nossa Senhora do Bom Socorro.

Fonte e comentário: arquivo pessoal Jonas Cadorin

1992 – CORPUS CHRISTI – CORPUS DOMINI

No ano em que Nova Trento comemorou o centenário de emancipação política, a procissão de Corpus Christi (Corpus Domini) percorreu o percurso que contornou a antiga prefeitura e desceu em sentido ao CEIC, o finalizando com a benção final, sob a figueira, acompanhada do Tantum Ergum (Tão sublime sacramento) executado pela banda padre Sabattini regida pelo saudoso Virgílio Tomasi. Alguns tapetes lembraram o centenário.

Na foto padre Vicente Konzen, segurando o baldaquim Dedéco Piazza, José ( Bepi ) Dalri, Bepi Daros, Inácio Bottamedi
percurso da procissão na rua dos Imigrantes. O campo de futebol do antigo seminário ainda estava em us0.
FRATERNIDADE CRISTÃ DOS DEFICIENTES DE NOVA TRENTO, fundada em 1979 encabeçada pelo saudoso Afonso Dalri e amigos, deu origem a APAE de Nova Trento no dia 16.06.1984. Na foto acima e abaixo o tapete confeccionado pelam FCD pelos seus membros presentes na imagem.
Tapete confeccionado pelos alunos e professores do colégio Francisco Mazzola.
O saudoso Janari Piva com seus dois filhos participando do evento.
primeira parada do cortejo no altar defronte ao hospital Imaculada Conceição.
Altar sob a figueira no CEIC. De boné branco o saudoso Ferreira.
Banda padre Sabattini tendo a frente o maestro Virgílio Tomasi

LUISA GROTT E RICARDO PIAZZA (RICARDIM)

Luisa Grott Piazza e do Ricardo Piazza ( Ricardinho, Ricardim ) . Ricardim” consertava de tudo, panelas, guarda-chuvas, espingardas…Espirituoso e discreto também tirava tempo para atividades musicais. Tocou bumbo na banda Padre Sabattini durante muitos anos.
Rita , Josemar , Jair , Dolores e Lolinha , com a seta é Egidio Piazza ( Dedo ) já falecido.
Os filhos do casal Piazza : Rita, Jair, Dolores, Lolinha e Josemar. Atual 2022.
foto em abril de 1975 na casa da família Piazza por ocasião do casamento Jair Maria Grott Piazza e Yassuji Tutumi (in memoriam)

Colaboração, Cláudia Satiko filha de Jair Maria Grott

1975 – O HOMEM E A MULHER DO CENTENÁRIO

Desfile comemorativo aos cem anos de imigração tirolesa/trentina no município de Rio dos Cedros em 08.12.1975. Angelo Lenzi, riocedrence, representava os homens representava a participação dos homens na no processo de imigração, Ângela Murara, de Rodeio simbolizava a participação feminina.

foto: colaboração Prof. Norberto Dallabrida

foto da capa de uma publicação em língua italiana relatando a epopeia da imigração tirolesa/trentina ao Brasil. Da direita para a esquerda: o menino Denis Dell’Antonia, Clarice Ruberti, Angelo Lenzi e Ângela Murara. Os três municípios foram colonizados na mesma época motivo pelo qual a comemoração aconteceu envolveu as prefeituras das três cidades.

Foto: arquivo Jonas Cadorin

1958 – FAMÍLIA ANGÉLICA CADORE E LUIZ ADAMI

A religiosidade cultivada nas famílias neotrentinas marcou a cidade como um traço distintivo. Por longa data Nova Trento foi conhecida como ‘celeiro de vocações’, ‘terra dos padres’, ‘Seminário a céu aberto’. A família Adami do bairro Baixo Salto foi um caso onde a religiosidade permeou a vida cotidiana a ponto de seis dos nove filhos seguirem a vida religiosa. Foto, da esquerda para a direita: José (Bepe- frequentou seminário) e Vicente  foram os únicos a não seguir a vida religiosa.
 Em pé: José, Adélia, Vicente, Luiz, Florentino, Virgílio, Leopoldo.
Sentadas: Amália, nona Angélica Cadore (viúva de Luiz Adami), Adelina (viveu  como religiosa junto as irmãs da Imaculada Conceição)

Foto: João Adami. Postagem e comentário Jonas Cadorin

PADRE LEOPOLDO ADAMI *1927 +29.08. 2022

Faleceu hoje, dia 29 de agosto de 2022 o padre Leopoldo Adami. Foi ordenado em 1958 na ordem dos padres Jesuítas. A família residia no Baixo Salto e dos onze filhos, nove seguiram a vida religiosa. Padre Leopoldo foi um sacerdote brilhante como professor e religioso chegando a exercer o cargo de Superior Provincial dos Jesuítas. Foi incentivador e participou ativamente da construção do Seminário Menor dos jesuítas em Nova Trento. Ele é o último da família a falecer encerrando uma história do tempo em que a religiosidade era o centro da vida cotidiana.
Padre Leopoldo em frente a casa onde residia no Baixo Salto. Foto tirada em 2004 no dia do sepultamento do seu irmão José(Bepi) Adami
Da direita para a esquerda os irmãos: Pe. Leopoldo, Vicente , Pe. Luiz, Irmão Jesuíta Virgílio
Da esquerda para a direita o seis irmãos: Irmã Amália, Ir. Virgílio, Vicente, Irmã Adélia, Pe. Leopoldo e Pe. Luiz

Fotos: João Adami. Postagem: Jonas Cadorin

DÉCADA DE 1970 – BERTOLINO – BERTOLA FAGUNDES e CHRISTINO MOTTA

Bertolino mais conhecido como Bertola(faleceu em 1983). Residia na entrada da rua Florianópolis. Uma figura folclórica. Assim como muitos(quase todos) homens de sua época era alcoólatra. Aceitava os trabalhos que eram recusados por todos como limpeza de fossas, sepultamento de animais em estado de putrefação, abertura de valas em terrenos lamacentos, vendia, com um carrinho de mão, bucho de boi (fato) que ele mesmo limpava. Na foto ele pousa com seu amigo Christino Motta(falecido em 1984) que residia no bairro Trinta Réis, se encontravam nos botecos e faziam a alegria dos presentes.

Foto, album de família de Selma Cipriani. Postagem e comentário Jonas Cadorin

1935 -2013 – CÉLIA/ZÉLIA TERESA DEMONTI MAÇANEIRO SEVERINO

“Enquanto planto flores e lavo o bule, te asseguro que não morro!” Célia ou Zélia era filha de Domingas Demonti e José Maçaneiro que faleceu aos 44 anos deixando a viúva com seis meninas e um menino – Alvina, Ana(Zola), Maria do Carmo(Carmem),Célia(Zélia), Palmira, Lourdes e Cláudio. Residiam num lote na entrada do bairro Bezenello. No leito de morte o marido falou a esposa que não doasse as filhas, filho, costume de uma época em que a vida era muito difícil. Disse que viria num sonho para trazer-lhe um número para tirar a sorte grande. Não veio! Dona Domingas fez o que pode, empregou as meninas em casas de família da cidade. Cláudio aprendeu o ofício de carpinteiro. Quando cresceram três delas foram foram trabalhar fora da cidade(Curitiba e São Paulo) onde casaram. Zélia casou com João Severino em Curitiba teve dois filhos: Cosme e Carlos. A mensagem que segue na foto a seguir foi escrita por seu filho Carlos, por ocasião de sua morte. Dona Zélia era uma pessoa carismática e ao longo de sua vida fez muitíssimos amigos e amigas no bairro onde residia exercendo a atividade de costureira.

Foto: Carlos Severino. Postagem e comentário: Jonas Cadorin