Família Darós – Ponta Fina – Nova Trento.
Ano de 1958
Marta, Amélia, Nona Regina Segala Smaniotto, Antonia, Maria, Nazareth, Abílio, Antonio, Aurélio, Henriqueta e José.
Colaboração: Dirlene Maria Zanluca
Adulto: José Darós (Bepi Darós), Henriqueta Smaniotto Darós, Jorda Darós Minatti, Augusto Minatti, Marta Darós Zanluca, Gil Claudio Zanluca, Jonas Smaniotto (Ir. Marista)
Crianças: Margareth Darós, Elizabeth Minatti, Dirlene Maria Zanluca, Cesar Minatti, Joel Minatti, Domingos Sálvio Minatti, Fernando Minatti, Antonio Carlos Minatti e Jonas Minatti –
Casa do Nono Bepi na Ponta Fina Norte – Nova Trento, em 1967
Colaboração: Dirlene Maria Zanluca
Choupana dos Colonos Tiroleses – Ano 1875 – Nova Trento – Santa Catarina – Brasil
Foto tirada nos primórdios da colonização de Nova Trento, mostra os primeiros colonos da cidade desbravando o mato. Encontrando-se em meio à floresta virgem, os imigrantes derrubaram o mato e inicialmente construíram choupanas simples para servir de habitação, até que pudessem construir casas de tábuas de madeira.
Importante ressaltar que naquele tempo os imigrantes não eram chamados de “trentinos”, mas sim de “tiroleses”; isso porque a região trentina, apesar de ser de língua italiana, pertenceu ao Tirol e ao Império Austríaco de 1258 a 1918. Esse é o motivo pelo qual os documentos históricos registram nossos antepassados trentinos como “naturais da Áustria”.
Em 1918, o Reino Italiano, contra a vontade da maioria da população local, anexou o sul do Tirol após a Primeira Guerra Mundial. As palavras “Tirol” e “tirolês” foram então proibidas pelo governo italiano, buscando apagar o antigo pertencimento ao Império Austríaco. No Brasil, no entanto, a palavra continuou sendo utilizada cotidianamente até o Centenário da imigração em 1975, quando a palavra “trentino” foi introduzida no Brasil após as visitas de comitivas da atual Província de Trento em comemoração ao Centenário; assim, os nomes “Tirol” e “tirolês” acabaram sendo parcialmente substituídos. Apesar disso, os nomes sobreviveram em lugares como o bairro Tirol, em Nova Trento; como a Colônia Tirolesa de Piracicaba (SP), a colônia Santa Maria do Novo Tirol em Piraquara (PR) e a Estrada dos Tiroleses, que leva à colônia trentina de Rio dos Cedros. Sobreviveu também na memória dos mais velhos, que até hoje ao se referirem aos seus antepassados dizem que eram “tirolesi” ou “italianos do Tirol”.
No canto inferior do blog pode ser encontrado um link para a “Apostila Trentina”, do Prof. Everton Altmayer (Circolo Trentino de São Paulo), que conta com mais detalhes a história centenária do Tirol, terra dos nossos antepassados trentinos.
Link para a apostila: http://www.ctsp.org.br/pdf/ApostilaTrentina.pdf
Colaboração: Banda Padre Sabbatini e Misael Dalbosco.