1981 – 1ª CORRIDA RÚSTICA NOVA TRENTO – SÃO JOÃO BATISTA

Da esquerda para a direita os idealizadores da prova: Moacir Facchini,diretor do colégio Francisco Mazzola, Eurides Battisti, prefeito, quatro alunos vencedores da prova, professor Hermes Mazzola. ( Se alguém conseguir identificar os alunos , escreva os nomes no balão no lado superior direito)

Fonte: Arquivo do colégio Francisco Mazzola, postagem: Jonas Cadorin

CAROLINA GULLINI ROVER

Carolina Gullini Rover, 91 anos de idade, nascida em 1933, viúva do saudoso Danilo Rover, exibindo uma bacia de piavas. Uma fritada de piavas, juntamente com polenta e uma salada de chicória era um dos pratos que alimentava as numerosas famílias de outros tempos.

Foto e comentário: Jonas Cadorin

ESTÁTUA DE NOSSA SENHORA DO BOM SOCORRO

“Dia 10 de setembro de 1906. Foi transportada a estátua de Nossa senhora do Bom Socorro ao morro, em três horas e 15 minutos, em slitta(zorra), onde ficará provisoriamente na capelinha até que se possa construir o monumento. Foi celebrada missa , seguindo-se festa. a zorra, espécie de trenó, usado nas matas) foi puxado por cinco juntas de bois que se revessaram. Na chegada , a primeira providência foi colocar a estátua na capelinha. Vários homens fizeram o serviço.” A estátua foi doada pela condessa francesa da cidade de Rouen, Clermont Tonnerre, amiga da família do padre Alfredo Russel fundador do santuário. Composta de uma liga de ferro e bronze, media 2,12 de altura e pesava 705Kg. (Livro de crônicas, história domus, da residência dos jesuítas em Nova Trento, publicado pelo padre Inácio Spohr, 2020, p. 28)

A estátua de metal, que os peritos em arte não aprovam a pintura, foi pintada recentemente perdendo sua originalidade, encobrindo sua originalidade.

Fotos e comentários, Jonas Cadorin

DÉCADA 1990 – JAPONÊS – HOMEM DE PLÁSTICO

Senhor Valmir Telles, morador do bairro Joáia em Tijucas dando uma ajuda ao andarilho conhecido como japonês ou homem de plástico devido a roupa que havia confeccionado para se proteger da chuva. Percorria o vale do rio Tijucas, passando muitas vezes por Nova Trento. Pouco se soube sobre ele. Morreu atropelado, na década de 1990, sem receber socorro, as margens da SC411. Ele era daquelas pessoas que passam, muitas vezes, como invisíveis por nós mas que cumprem seu papel de nos lembrar que somos todos humanos, cada um do seu jeito! Em Nova Trento tivemos pessoas que marcaram época: a negra Vitalina, o velho Gregório, o aleijadinho da carroça, o Ponticelli, o homem dos balaios(Stédile), o casal Andrea e Angelina… Se você que nos segue tiver alguma foto, por favor, nos envie, eles também fazem parte da história de Nova Trento.(Pode deixar sua mensagem no balão no lado superior da foto.)

Foto: site de fotos antigas de São João Batista. Comentário: Jonas Cadorin

1970 – NOVA TRENTO

Transcorria o ano de 1970, quando foi realizado o registro fotográfico abaixo do centro da cidade de Nova Trento – SC. No dia 11/11/1970, a ponte de ferro denominada de Ponte Governador Vidal Ramos que ligava o centro da cidade de Nova Trento ao Bairro Trinta Réis, foi demolida. Com se pode observar na foto ,em seu lugar foi construída uma ponte provisória. A atual ponte, Governador Machado Salles, foi entregue no ano de 1972. Nas ruas da cidade circulavam pouquíssimos carros,  a bicicleta era o veículo mais utilizado, a Rua dos Imigrantes não existia ainda, tempos de tranquilidade. O parquinho da praça também não existia como vemos hoje. O campo de futebol do seminário…

Foto e comentário: Godofredo L. Tonini. Postagem : Jonas Cadorin

DÉCADA DE 1990 – HOTEL BEL TRENTINO

O hotel Bel Trentino, pertenceu ao casal Ivo Bittencourt e Eunice Cadorin Bittencourt, localizado numa das esquinas da Praça Getúlio Vargas, juntamente com o hotel da família Giacomelli, eram os dois estabelecimentos que atendiam os visitantes da cidade. Hoje no local funciona uma floricultura e uma loja de material de construção.

Postagem: Jonas Cadorin

DÉCADA DE 1990- GRUPO DA TERCEIRA IDADE NA INCANTO TRENTINO

Grupo de senhoras da Casa dei Nonni reunidas em frente barraca do café durante a festa Incanto Trentino. Ao fundo de esquerda para a direita: Glória Valle, Realina Rover, Iolanda Valle, Raquel Polli Sousa. Sentadas ? moça, ?criança, Elvira Rover, Irene Voltolini, Inês Valle

Fonte: Arquivo Pessoal Jonas Cadorin. Postagem : Jonas Cadorin

MARONHAS- SANT’ANTONIN – PONTA FINA NORTE 

O bairro da Ponta Fina Norte, Sant’Atonin, também conhecido como Maronhas, localiza-se à margem esquerda do Rio do Braço, sentido município em direção a São João Batista.
Lá residem e residiram tradicionais famílias neotrentinas de descendência tirolesa/trentina vindas na colonização iniciada no ano de 1875. As famílias pioneiras do bairro foram os Smaniotto, Tomazoni, Darós, Maffezzolli, Zandonai,Piva.
Maronha, em italiano gramatical marógna,  é um substantivo feminino que em dialeto significa monte de pedras que, em terrenos cultivados ou de pastagens, são acumulados nas margens para formar muros ou terraços.s.(https://www.treccani.it/vocabolario/marogna/)
No dialeto tirolês/trentino, falado em Nova Trento, Maronha, é o nome dado as pedra que existem nessa localidade, provavelmente encontradas na abertura da estrada que foi aberta para dar acesso aos lotes coloniais.

Foto: Marcio Meyer. Comentário: Jonas Cadorin