Natural do bairro Rio do Braço, foi agricultor ,ex-combatente e carteiro. Casado, teve 11 filhos. Lutou na 2ª guerra pela Força Expedicionária Brasileira(FEB) nos anos 1943 a 1945 na Itália em Montese, Monte Castelo.
Uma das atividades ‘do lar’ das mães de tempos idos era a de alimentar uma numerosa família com recursos mínimos. A engorda de porcos e galinhas e o cuidado com as vacas leiteiras, em geral, era atividade das mulheres. No dia de matar o porco era também das mulheres a tarefa de organizar todos os itens necessários para o processamento da carne e seus derivados. Na foto, da esquerda para direita: Jonas Cadorin. Saulo Cadorin e sua mãe maria do Carmo(mãe de nove filhos), esposa do pedreiro Salvador Cadorin, preparando um porco ‘macau’ para o abate.
Interessante relato de um evento realizado em 22 de agosto de 1981 no colégio Francisco Mazzola.Quantas saudosas pessoas participaram. Algumas manifestações ali relatadas já não se praticam mais na cidade. Se não cuidarmos da nossa cultura perdermos nossa identidade. A TRADIÇÃO É A SALVAGUARDA DO FOGO ,NÃO ADORAÇÃO DAS CINZAS.(Gustav Mahler)
Fonte: Arquivo do Colégio Francisco Mazzola. Publicação Jonas Cadorin
Casa de comércio da família Boiteux /Piazza um ponto comercial de vasto sortimento que atendeu a cidade e região desde o início da colonização até a década de 1950. Funcionava na esquina defronte ao atual supermercado Bittencourt. Seu último administrador foi o sr. Hipólito Boiteux Piazza ( Boiteux se pronuncia Boatê !).
Foto: edição de Carlos Pedrotti. Postagem Jonas Cadorin
Comício na praça Getúlio Vargas(antiga Galileu Gallilei) do então candidato ao governo do estado, Sr. Celso Ramos. Ao fundo, sob a faixa, de bigode, o ex-prefeito Aires Rachadel.
Fonte: foto Carlos Pedrotti. Postagem Jonas Cadorin
Prédio onde funcionou a escola isolada, multisseriada na localidade de Ribeirão da Velha. A professora Dorvalina Feller Darós foi uma das últimas professoras a lecionar no estabelecimento. “íamos de bicicleta, a Raquel Polli e eu. Nunca chegamos atrasadas com ou sem chuva! A Raquel dava aula na Ponta Fina e eu na Velha. Os alunos, quase todos falavam italiano. Atendia crianças de diversas séries ao mesmo tempo. O inspetor, Pedro Piva, aparecia de surpresa e fazia perguntas para os alunos, oral e no quadro. Elogiava a gente dizendo: se eles aprenderam, é porque alguém ensinou.“(Entrevistada em março de 2024, a professora Dorvalina está com 92 anos)