Prefeito Saul Rover, Vice, Pedro Piva(Pedrinho), Natal Tomasoni(vereador), Pinho Orsi, cortando a faixa inaugural do bar cancha de boccia, um esporte muito difundido entre os neotrentinos. Em tempos idos , praticamente todos os bares contavam com uma cancha de boccia. Hoje o numero diminuiu mas o esporte ainda é praticado, inclusive com campeonato municipal.
Padre Cláudio Piva celebrando a missa de benção do local.
Fonte: arquivo do bar e cancha do Pinho. Postagem Jonas Cadorin
A festa doscem anos de emancipaçao politica de Nova Trento durou uma semana e revelou a riqueza de recursos culturais da cidade. Grupos de danças das escolas, grupos de músicos, corais, artistas individuais… precisamos dar uma olhada para trás e refazermos alguns passos.
Banda padre Sabbatini – 08.08.92 com repertorio e traje típico
Eulina Orsi Silveira -cantora- 08.08.92
Coral Infantil regido pela professora Cleonice Tomasi
Coral infanto juvenil regido pela professora Cleonice Tomasi
Maurilio e Ilca Merizio Mazzola
Valmir Bertotti , revelando seu talento como cantor lírico, tenor
Grupo Folclórico neotrentino (08.08.92)
Grupo Folclórico neotrentino (08.08.92)
Coral infantil sob a regência de Cleonice Tomasi
Cada noite da festa foi dedicada a uma das etnias que fez e faz parte da população da cidade: tiroleses/trentinos, poloneses, sertanejos, alemães. Na foto a noite polonesa com banda Tradycja Polska de Jaraguá do Sul 05.09.92
Noite alemã com a banda Bier Karpele de Brusque (04.08.92)
Noite sertaneja com Renato Borguetti e banda (06.08.1992)
Noite Italiana com o Musical Trentino de Rio do Sul (07.08.92)
24,09,1991- Isidoro Maçaneiro e Saulo Cadorin, açougueiros do açougue do Fabio exibindo um boi que depois de abatido pesou 34,5 arroubas.( O boi pertencia ao sr… Capraro, do bairro Vígolo. Bois como este eram usados em serviços agrícolas e quando velhos eram vendidos aos açougues)A foto registra o prédio onde funcionou o açougue do Sr. Fábio Raulino, casado com Albertina Darós, localizado na rua João Bayer Sobrinho. O açougue marcou uma época em que se comprava carne bovina e suína em abatedouros – açougues- onde os animais eram abatidos nas primeiras horas da manhã e depois de esquartejados eram comercializados no balcão na parte da frente. Sr Fábio foi o último açougueiro a manter este tipo de de comércio.(Antes dele e contemporâneos a ele também havia o açougue do do Angelim Dalri, no Salto e do Érico Corsi, na subida do Moro da Cruz. O sr. Aprígio Botamelli, esporadicamente também comercializava carne ,de porta em porta de animais que abatia em casa). Importante lembrar que neste período o regramento sanitário para o abate e comercialização de carne ainda eram incipientes o que não impedia dos açougueiros de exercer sua profissão com responsabilidade zelando pela higiene possível para os padrões daquele tempo. Fábio era o açougueiro proprietário e responsável por uma equipe de profissionais como Isidoro Maçaneiro, Saulo Cadorin, Leodelides (Lidi) Michelli, Nestor Raulino, … Orsi(Zorro).Foto realizada em nos idos dos anos dois mil quando o local já estava fechado. O ambiente era onde acontecia os abates era todo pintado de branco e uma calha com água corrente ajudava a higienizar o espaço e evitar a propagação de insetos como moscas. Ao lado do abatedouro fica a mangueira onde os animais a serem abatidos ficavam aguardando sua vez! O açougue do Fábio era também um espaço onde as crianças iam presenciar o fadigoso trabalho dos açougueiros.. Quando o boi fugia era uma festa!
Fotos cedidas por Saulo Cadorin. Postagem e comentários: Jonas Cadorin
No ano em que comemorou seu sétimo aniversário os proprietários do restaurante Cantina Italiana inauguraram, no dia sete de setembro de 1999, na rua dos Imigrantes, suas novas instalações oferecendo também os serviços de pousada. Antes o restaurante funcionava onde hoje está o prédio da câmara de vereadores de Nova Trento.
D a esquerda para a direita: Realina (primeira dama), André, Bruna, Marli e Agostinho Orsi (Guengue), Saul Rover (prefeito)
Entre tantos imigrantes que em 1875 embarcaram nos navios a vapor rumo ao Brasil estava Anna Stringari, viúva de Giacomo dal Ri, da Comune di Nanno.
Sem esperança de dias melhores naquela região e com cinco filhos para sustentar – Casto, Crescenzo, Angela, Romana e Ermínia – veio com o objetivo de refazer a vida da família no país da cucanha, da fartura, como diziam nas propagandas da época. Não faziam ideia que iriam ajudar a fundar uma NOVA Trento. Na Colônia Nova Trento, 1876 a família Dalri se estabelece na linha Vigolana, o Vígolo que conhecemos hoje.Por serem poucos os imigrantes da Val di Non em Nova Trento, a família recebe o apelido de nonesi, mantido até os dias atuais.Casto Dalri, o mais velho, auxilia a mãe assumindo o papel de ‘homem da casa’ nos cuidados da família e dos negócios. Exímio carpinteiro, agricultor, produtor de vinho, conciliador, tornou-se um homem respeitado na linha Vigolana.Em 1886, aos 33 anos de idade, Casto se casa com a viúva de Pietro Dalsenter, Domenica Orsi, de 30 anos de idade, com quem teve sete filhos: STANISLAO DOMENICO, MARIA, ANNA, LUIZA, GIACOMO e VITOR (gêmeos) e LUIZ.Além do sustento da casa exerceu sua liderança na comunidade vigolana. Foi um dos Conselheiros Municipais (vereador) quando em 1892, junto com políticos como Henrique Carlos Boiteux, Francisco Gottardi Primo, Hipólito Boiteux, João Valle e Giacomo Poli, encabeçaram o processo de emancipação política da colônia Nova Trento a condição de município.