
Categoria Archer
ALCIDES CLÁUDIO SGROTT e MARIA DO CARMO BATTISTI ARCHER
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Alcides Cláudio Sgrott * 04.06.1930 +06.05.1976 Maria do Carmo Battisti Archer * 30.11.1936 +31.12.2018
ORDENAÇÃO SACERDOTAL FAUSTINO JOSÉ TONINI -1975
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Faustino José Tonini, nasceu em 04 de agosto de 1943. Ingressou no seminário de Nosa senhora de Sion em Castro, no Paraná, aos 10 anos de idade. Foi ordenado Sacerdote em 06 de abril de 1975. Ele é filho de Elíso José Tonini e Benta Battisti Archer que casaram em 14 de fevereiro de 1942 e tiveram os filhos: Faustino, Ester Maria(Neneca, in memoriam), Luiz Antonio(Tonica, in memoriam), Godofredo (Godoi) e Salvio (Bereco). Foto: Ruth Perreira Battisti Archer( livro: Além dos Horizontes. Postagem: Jonas Cadorin
ROSA MARIA BATTISTI ARCHER E VIRGÍLIO CADORE
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Rosa Maria nasceu em 1º de outubro de 1911, em Nova Trento. Foi batizada dia 03 de outubro pelo padre João Giacomo Colleoni SJ(1858-1920 . O padre é aquele que faleceu no morro do cemitério quando aconpanhava um enterro).Casou com Virgílio Cadore aos 17 anos. Virgílio nasceu em 09 de maio de 1904, filho de José Cadore e Maria Fantini. O casamento de Rosa maria e Virgilio foi no dia 11 de agosto de 1928 na capela do Sagrado Coração de Jesus em Nova Trento. Moravam no bairro Salto.Ele exercia a profissão de marceneiro. Foi também comerciante no Pinheral e depois em 1941 no bairro Laranjeiras de Itajaí. Tiveram 13 filhos. Foto e informações de Rut Pereira Batistti Archer, no livro Além do Horizonte,2003, p. 250. Postagem : Jonas Cadorin
BANCA PARA LAVAR ROUPA NO RIO
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FOTOGRAFIA : A esquerda com lenço na cabeça, minha saudosa tia Catarina Battisti Archer Marchi (Tia Catina), e sua amiga de nome desconhecido, lavando roupa às margens do Rio do Braço em terras do saudoso Sr. Emílio Battisti, ali existia uma pequena praia.
Tempos passados usava-se muito um equipamento totalmente de madeira nominado de banca para lavar roupa.Não importava se era às margens dos ribeirões ou do Rio do Braço, rio esse que atravessa o nosso município de Oeste para Leste em toda a sua extensão, essas bancas eram usados por quase todas as donas de casa.Geralmente as roupas eram lavadas no período da manhã, as lavadeiras colocavam as bancas geralmente duas ou três próximas uma das outras, assim realizavam as suas tarefas, e aproveitavam para conversar.As águas não eram tão poluídas, além de serem abundantes. Até a chegada da máquina de lavar roupa, esse era o melhor método empregado pelas donas de casa.As roupas eram levadas até às margens dos rios ou ribeirões, em bacias de alumínio ou em baldes, depois eram estendidas nas cercas de arame farpado que cercavam as pequenas pastagens ou pastos para o vento não leva-las, não existiam ainda os grampos atuais usados para prende-las, depois de secas eram recolhidas, tinha que se ter um cuidado extremo para não rasga-las ao retira-las das cercas.Quando aconteciam as enchentes, a preocupação primeira era ir até a beira do Rio do Braço colocar a banca de lavar roupa em segurança para as águas não levarem-na, independente da hora que o rio começava a encher em demasia, era um artigo de luxo.
Fonte e comentários: Godofredo L. Tonini. Postagem: Jonas Cadorin
FAMILIARES DE SEMINARISTAS – S.N.S.B.S. – 1958

Familiares de seminaristas que estudavam no Seminário São José da cidade de Castro – Parana, junto com o Diretor desse seminário o saudoso Padre Vital Bernini, num domingo de data desconhecida do ano de 1958, nas dependências do pátio do Santuário de Nossa Senhora do Bom Socorro, situado no Morro da Cruz na altitude de 525 metros.
Na primeira fila a esquerda para a direita encostados na pedra, os saudosos Srs. José Erbs, Jaime Voltolini e Horácio Raulino.
Na primeira flila da esquerda para a direita sentados, os saudosos Srs. Luiz Tomasi, Antonio Feller. (Tonho) e Francisco Cadorin.
Na segunda fila em pé da esquerda para a direita, os saudosos Padre Vital Bernini, Diretor do Seminário São José da cidade de Castro – PR., Elísio Tonini, meu pai e a saudosa Sra Dezola Voltolini Visentainer.
Na terceira fila em pé da esquerda para a direita, as saudosas Sras Bráulia da Silva Voltolini, Guidinha Tomasoni Voltolini, Maria Gorges Raulino, Albertina Tridapalli Erbs e Clodomira Alice Cobb da cidade de Castro – Pr, professora dos seminaristas.
A sra vestida de preto com a mão na frente da boca e rindo gostosamente de nome desconhecido, ao seu lado minha saudosa mãe Benta Battisti Archer Tonini.
Atrás de minha mãe na sequência as saudosas Iolanda Voltolini, Adelina Demonti Cadorin e Selina Voltolini Floriani, (Celene).
No meio das crianças com o chapéu na mão, o saudoso Sr. Antonio Voltolini (Toni).
As crianças apesar de conhecidas impossível nomina-las, devido não estarem em ordem regular.
Foto e comentário: Godofredo L. Tonini. Postagem: Jonas Cadorin
CARNAVAL – S. R. HUMAITÁ – 1960

‘Identificando os foliões (as) da esquerda para a direita : Nilce Tirloni Hartke, Selma Franzoi, Neli Tirloni, Lurdes Dalri (Lurdinha), Nilton Battisti (Nico) e Oscar Hartke.
Sentadas as saudosas Nelita Emília Valle, sua mãe Maria Poli Valle (Mariota), a terceira de nome desconhecido, a que aparece somente o rosto é a minha tia Cecília Tomasoni Archer (Tia Cila), que aparece bem no canto direito da fotografia na parte debaixo.
À época esses bailes carnavalescos eram muito animados, todos se conheciam e divertiam-se muito.
Detalhe, devido recomendação religiosa, no último dia de carnaval, ou seja, terça feira, os foliões só podiam dançar até a meia noite, sob pena de desrespeitarem as recomendações religiosas, além de serem sido advertidos pelos próprios pais de que se não fosse respeitada essa recomendação, os pais iriam busca-los no local do baile, especialmente as mulheres, o que seria considerado um vexame pelos os foliões, perante os seus amigos (as).
A própria sociedade promotora dos bailes carnavalescos, determinava o término do baile à meia noite de terça feira, para que tudo terminasse a contento.
A religião católica tinha muita influência à época sobre o comportamento das pessoas.’
Texto e fotografia: Godofredo L. Tonini. Postagem Jonas Cadorin
Primavera x Humaitá
Da esquerda para direita:
| Em cima: | Valdir Piazza, Acis Cadorin, XXX Cecato, Altair Piazza, Roberto Vale, desconhecido, desconhecido, desconhecido, Miracir Vale, desconhecido, Godofredo Tonini, Cao Marchi, Maurilo Mazzola, Lola Dalbosco e Walter Feller. |
| Em baixo: | Tarcizio Lorenzeti, Osmar Fachini, Otto Orsi, Gilberto Ruberti, Pedro Barauna, Oscar L. Sgrott, José Batisti Archer, João Luiz Orsi, Walter Dalbosco, Clides Michelli e Dico Dellantonia. |
Colaboração: Oscar Lino Sgrott
1924-1925 Alfaiataria do Domingos Sgrott (Minco)
JOSÉ BATTISTI ARCHER -PREFEITO MUNICIPAL – 18/10/1930 a 31/12/1932

“No dia 18 de outubro de 2018, se completaram 88 anos que o meu bisavô materno o saudoso Sr. José Battisti Archer foi empossado provisoriamente como Prefeito Municipal, no dia 18 de outubro de 1930, pelo Capitão do Exército Ayres Rauen, representante do Coronel Interventor do Estado, Ptolomeu de Assis Brasil, que administrou o Estado de Santa Catarina de 1930 a 1932, por imposição do movimento revolucionário vitorioso de 1930, comandado pelo Sr. Getúlio Dornelles Vargas. Com a sua posse provisória, foi destituído do cargo o saudoso Prefeito Municipal, Sr. Nicolau Bado.
O saudoso Prefeito Municipal Sr. José Battisti Archer, administrou o município de 18/10/1930 a 31/12/1932.
Era imigrante oriundo de Calliano – Trento, Itália, onde nasceu no dia, 22 de Junho de 1868.
Faleceu em 08 de Janeiro de 1941, no Hospital Arquidiocesano de Azambuja da cidade de Brusque, em decorrência de acidente de trânsito, com o tombamento do ônibus do qual era passageiro, na descida do Morro dos Polacos, sentido Brusque. Informações: Godofredo L. Tonini. Postagem: Jonas Cadorin

