
Contribuição: Godofredo L. Tonini

DESFILE 07 DE SETEMBRO – 1972 – Colégio professor Francisco Mazzola
1º – Da esquerda para a direita na frente : Rosemira Lobo (Rose), Tarcísio Facchini (Ico), Maurilio Mazzola, Pedro Montibeller, Enio Feller (Correca), Ismar Voltolini, Oscar Archer (Oscarzinho), Alceu Dalbosco, saudoso Ernani Feller, Miralci Valle, José Moacir Rachadel (Leco), Aldo Hartke e Ana Maria Sgrott.
2º – Da esquerda para a direita atrás : Marcos Rachadel (Paco), Saulo Voltolini, Godofredo Luiz Tonini (Godoi), Deda Ceccato.
3º – Da esquerda para a direita agachadas : Clarinda Tomasi, Maria Elizabete Archer (Bete) e Vera Valle.
Registro fotográfico realizado no pátio do antigo Colégio Normal Professor Francisco Mazzola, hoje nominado de EEB Francisco Mazzola, no dia 07 de Setembro de 1972, após o desfile do dia 07 de setembro.
Estávamos vestidos de preto e branco, pois fazíamos parte da bateria que dava o ritmo da marcha para os demais estudantes.
As alunas faziam parte da comissão de frente do colégio, eram destaques. Dos alunos (as) fotografados apenas 05 permanecem em Nova Trento, um faleceu, os outros 14 saíram da cidade em busca de trabalho, infelizmente perdemos excelentes profissionais.
Foto e comentários Godofredo L. Tonini. Postagem: Jonas Cadorin

FOTOGRAFIA : Da esquerda para a direita : Ricardo Battisti Archer, Sra Hildegard Battisti Archer Perassa, Gema Tonini Ceccato, em seguida duas jovens de nomes desconhecidos, Maria do Carmo Battisti Archer Sgrott, na janela a Sra Maria Cazas Battisti Archer.
“Registro fotográfico realizado no ano de 1948, em frente a residência dos meus saudosos avós o Sr. Joaquim Battisti Archer e a Sra Maria Cazas Battisti Archer, que residiam no Bairro Baixo Salto, bem próximos da Capela de São Roque.HOTEL ANTIGO : A residência dos meus saudosos avós maternos era muito grande. Numa das partes da residência estava estabelecida uma casa comercial mais conhecida por venda, além de servir de pousada para as pessoas que residiam no interior do município de Nova Trento, uma espécie de hotel antigo.E o lado que aparece na fotografia era a residência dos meus avós, propriamente dita. Infelizmente, essa casa depois de vendida foi demolida. POLÍTICA PARTIDÁRIA : Guardo muitas recordações, pois nela passava minhas férias escolares. Foi nessa casa que tomei gosto pela política partidária, pois o meu saudoso avô o Sr. Joaquim Battisti Archer era um politico muito influente no município.”
Colaboração: Godofredo Luiz Tonini. Postagem: Jonas Cadorin


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Alcides Cláudio Sgrott * 04.06.1930 +06.05.1976 Maria do Carmo Battisti Archer * 30.11.1936 +31.12.2018
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Faustino José Tonini, nasceu em 04 de agosto de 1943. Ingressou no seminário de Nosa senhora de Sion em Castro, no Paraná, aos 10 anos de idade. Foi ordenado Sacerdote em 06 de abril de 1975. Ele é filho de Elíso José Tonini e Benta Battisti Archer que casaram em 14 de fevereiro de 1942 e tiveram os filhos: Faustino, Ester Maria(Neneca, in memoriam), Luiz Antonio(Tonica, in memoriam), Godofredo (Godoi) e Salvio (Bereco). Foto: Ruth Perreira Battisti Archer( livro: Além dos Horizontes. Postagem: Jonas Cadorin
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Rosa Maria nasceu em 1º de outubro de 1911, em Nova Trento. Foi batizada dia 03 de outubro pelo padre João Giacomo Colleoni SJ(1858-1920 . O padre é aquele que faleceu no morro do cemitério quando aconpanhava um enterro).Casou com Virgílio Cadore aos 17 anos. Virgílio nasceu em 09 de maio de 1904, filho de José Cadore e Maria Fantini. O casamento de Rosa maria e Virgilio foi no dia 11 de agosto de 1928 na capela do Sagrado Coração de Jesus em Nova Trento. Moravam no bairro Salto.Ele exercia a profissão de marceneiro. Foi também comerciante no Pinheral e depois em 1941 no bairro Laranjeiras de Itajaí. Tiveram 13 filhos. Foto e informações de Rut Pereira Batistti Archer, no livro Além do Horizonte,2003, p. 250. Postagem : Jonas Cadorin
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FOTOGRAFIA : A esquerda com lenço na cabeça, minha saudosa tia Catarina Battisti Archer Marchi (Tia Catina), e sua amiga de nome desconhecido, lavando roupa às margens do Rio do Braço em terras do saudoso Sr. Emílio Battisti, ali existia uma pequena praia.
Tempos passados usava-se muito um equipamento totalmente de madeira nominado de banca para lavar roupa.Não importava se era às margens dos ribeirões ou do Rio do Braço, rio esse que atravessa o nosso município de Oeste para Leste em toda a sua extensão, essas bancas eram usados por quase todas as donas de casa.Geralmente as roupas eram lavadas no período da manhã, as lavadeiras colocavam as bancas geralmente duas ou três próximas uma das outras, assim realizavam as suas tarefas, e aproveitavam para conversar.As águas não eram tão poluídas, além de serem abundantes. Até a chegada da máquina de lavar roupa, esse era o melhor método empregado pelas donas de casa.As roupas eram levadas até às margens dos rios ou ribeirões, em bacias de alumínio ou em baldes, depois eram estendidas nas cercas de arame farpado que cercavam as pequenas pastagens ou pastos para o vento não leva-las, não existiam ainda os grampos atuais usados para prende-las, depois de secas eram recolhidas, tinha que se ter um cuidado extremo para não rasga-las ao retira-las das cercas.Quando aconteciam as enchentes, a preocupação primeira era ir até a beira do Rio do Braço colocar a banca de lavar roupa em segurança para as águas não levarem-na, independente da hora que o rio começava a encher em demasia, era um artigo de luxo.
Fonte e comentários: Godofredo L. Tonini. Postagem: Jonas Cadorin