1951 – CASAMENTO DE SALVADOR CADORIN e MARIA DO CARMO MAÇANEIRO

No dia 25 de agosto de 1951, sábado, aconteceu o casamento do pedreiro Salvador Cadorin e Maria do Carmo Demonti Maçaneiro. Foram testemunhas no cartório, Guilherme Darós e Dimas Tell. A festa se deu,após a missa, no pátio da casa do seu pai, Francisco Cadorin, na rua João Bayer Sobrinho (detalhe da janela em formato olho de peixe). As festas aconteciam durante o dia, em geral na hora do almoço, as vezes seguido de café da tarde. Ao fundo o casal. No lado esquerdo da noiva, sua irmã Lurdes,a amiga Iolanda Voltolini e de gravata, Francisco Cadorin. Na mesa, a frente, lado esquerdo é possível identificar de terno ciza, o sr. Inácio(Naciót) Lorenzetti. Logo atrás, de terno branco, oçlhando para o fotógrafo: Ferdinando Cadorin e Inácio Gullini.

Fonte: álbum de fotos da familia Salvador e Carme Cadorin. Postagem :Jonas Cadorin(Foto melhorada com IA)

CLÁUDIO MAÇANEIRO e HILDA VICENTINI

Hilda Vicentini * 19.01.1929 + 12. 05.1998 (faleceu aos 69 anos. Residia na rua Florianópolis, próximo ao bar do Pinho. O casal teve três filhos, Ademir, Isolete e Ademar (Maninho).

Cláudio João Maçaneiro (Cao) *18. 06.1927 + 22.11.1972 ( Integrava o grupo de profissionais da construção civil como Carpinteiro,(dos bons!) faleceu aos 45 anos)

Fonte: Lápide do cemitério central de Nova Trento. Postagem: Jonas Cadorin(foto melhorada com auxílio de IA)

DÉCADA DE 1960 – CONSTRUTORES DA VILA FÁTIMA

Famosos pela qualidade e esmero na execução de suas obras, os pedreiros de Nova Trento se tornaram uma marca registrada da cidade. Ao fundo e abaixo a casa de retiros Vila Fátima no Morro das Pedras em Florianópolis e testemunha do trabalho de nossos antepassados. A casa é toda de pedras que foram cortados e transportadas em padiolas nos arredores da construção. No centro da foto no lado direito do padre, Constante e Salvador Cadorin. No lado esquerdo o renomado mestre de obras, Francisco Cadorin.( Ao fundo próximo a rampa, José Cadorin(Bépe), sentado, segurando o bolim, Plácido Cadorin, que casou e constituiu família na comunidade do Morro das Pedras.( Aceitamos contribuições para identificação dos demais).

Fonte: álbum da família Salvador Cadorin. Postagem Jonas Cadorin

DÉCADA DE 1950 – CASA DA FAMÍLIA MOTTER E GON

Casa que pertenceu a família de Atílio Gon e Maria Motter Gon, localizada nas proximidades da igreja de Santo Antônio, bairro Salto. A casa foi construída nos anos de 1950 e durou até a década de 1990 quando foi adquirida por Carlito Batistti, posteriormente demolida por problemas de manutenção e poeira devido a localização na beira da estrada. ( No passado o problema com a poeira não existia porque eram poucos os veículos automotores que circulavam pela cidade e no interior.) A casa é um modelo da engenhosidade dos pedreiros neotrentinos. Numa época em que a energia elétrica ainda não havia chegado ao interior as casas eram construídas voltadas para o sol nascente, com muitas janelas para aproveitar a claridade até as últimas horas da tarde.

Colaboração: Heitor R. Motter, comentário e postagem: Jonas Cadorin

1938 -2023 – NELSON JOSÉ ROVER

Faleceu hoje,09 de outubro, aos 85 anos, o pedreiro Nelson José Rover(irmão do ex-prefeito Saul Rover). Deixou cinco filhos. Aos nove anos frequentou o seminário católico em São Paulo. Queria ser missionário no Japão.(As filhas cantaram, na cerimonia de sepultamento, a Ave Maria em japonês que ele ensinou a elas quando meninas). O pai precisou dele para ajudar no sustento da família e acabou retornando um tempo depois . Veio a ser um renomado construtor. Trabalhou na construção de diversas igrejas, entre elas a do Claraíba e da casa de retiros Nossa Senhora de Fátima no Morro das Pedras, Florianópolis. Uma de suas paixões era o jogo de mora. Colecionou muitas medalhas e troféus.

Postagem: Jonas Cadorin

1970- SALVADOR BONECHER

O pedreiro Salvador Bonecher, morador do bairro Vigolo, em plena juventude em meados dos anos 70 posando ao lado de sua Vespa, sonho de consumo dos jovens daquela época. Sr. Salvador, hoje com 76 anos, ainda reside no Vígolo, é casado com Edina Teresinha Minatti Bonecher. Um casal que fala o dialeto tirolez/trentino e cultiva os costumes de antigamente como fazer o sbrega dhjaqueta, crauti, polenta, taiadele, sfregoloti…presépio, santa Lucia, pregar la corona…

Colaboração: Emilio Bonecher Masera. Postagem: Jonas Cadorin

PEDREIROS- IGREJA EM RIO DO OESTE- 1957

Pedreiros de Nova Trento, entre eles o sr. Celestino Batistti, construíram , nos de 1956 a 1957, a igreja de alvenaria em substituição da igreja de madeira, dedicada a Santa Catarina, na localidade de TOCA GRANDE I

“O fundador da comunidade, Ernesto Ronchi nasceu na Província de Belluno, em 31 de maio de 1886. Veio para o Brasil com apenas 40 dias, em companhia dos pais, Luiz Ronchi e Maria de Lazzer, a avó materna e três tios, e instalaram-se na colônia Luís Alves, distrito de Blumenau.
Casado com Páscoa Stringari, Ernesto Ronchi trabalhou como sapateiro. Em 1918, com outros colonos, instalou-se em Toca Grande; construiu a primeira balsa para atravessar o rio (1925).
A comunidade que ele criou foi, mais tarde, dividida em outras: Toca Grande I; Toca Grande II e Toca Grande III (Alto Toca Grande). Colonizada pelas famílias Ronchi, Neguerbon e Moser, que enfrentaram animais selvagens e indígenas.
A capela de madeira que construíram era atendida pelos padres João Rolando e Baggio.
Ao lado da capela dedicada à Santa Catarina, os moradores construíram a escola, onde o professor Ernesto Ronchi lecionava em italiano.
As parteiras da comunidade eram Páscoa Stringari Ronchi e Ema Scoz.” In :http://www.riodooeste.com.br/historia/?id=institu/album&p=37&r=54&i=78

Igreja de
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FOTOS: Marcos Andre Pisetta, de Rio do Oeste. Postagem: Jonas Cadorin

Igreja Matriz de Angelina completa 73 ANOS


Dia 23 de maio de 2021, a atual Igreja Matriz dedicada à Nossa Senhora da Imaculada Conceição, localizada na cidade de Angelina-SC, completa 73 anos de sua inauguração. Com projeto arquitetônico elaborado pelo Pe. Vicente Schmitz as obras foram executadas pelos mestres pedreiros Francisco Cadorin e Domingos Darós, de Nova Trento-SC.

Findas as obras, há 73 anos, dia 23 de maio de 1948, o então Arcebispo de Florianópolis, Dom  Joaquim Domingues de Oliveira, a inaugura oficialmente com a respectiva bênção.

Segundo o Livro do Tombo da Paróquia de Angelina, à página 82: “milhares de padrinhos esperavam ansiosamente o momento em que as portas da nova igreja se abrissem pela primeira vez. E a surpresa foi grande. O interior representa um recinto sagrado e piedoso. Uma arquitetura atraente, magistral e impecável corre em linhas simples e inconfundíveis”.

Texto e foto: historiador Toni Jochem. Postagem: Jonas Cadorin