ROSA MARIA BATTISTI ARCHER E VIRGÍLIO CADORE

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Rosa Maria nasceu em 1º de outubro de 1911, em Nova Trento. Foi batizada dia 03 de outubro pelo padre João Giacomo Colleoni SJ(1858-1920 . O padre é aquele que faleceu no morro do cemitério quando aconpanhava um enterro).Casou com Virgílio Cadore aos 17 anos. Virgílio nasceu em 09 de maio de 1904, filho de José Cadore e Maria Fantini. O casamento de Rosa maria e Virgilio foi no dia 11 de agosto de 1928 na capela do Sagrado Coração de Jesus em Nova Trento. Moravam no bairro Salto.Ele exercia a profissão de marceneiro. Foi também comerciante no Pinheral e depois em 1941 no bairro Laranjeiras de Itajaí. Tiveram 13 filhos.                                                                                    Foto e informações de Rut Pereira Batistti Archer, no livro Além do Horizonte,2003, p. 250. Postagem : Jonas Cadorin

BEPIM BASSI – JOSÉ BASSI

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José Bassi,carinhosamente conhecido com Bepim Bassi. Músico multinstrumentista, tocou na banda padre Sabattini de 1938 a1948 (retirou-se por motivo de saúde). Em casa(foto acima),no bairro Espraiado,ensinava a tocar violão, guitarra, acordeon. Foi ele o professor do grupo Os Imãos Pedrotti.  Aqui no site você pode ver mais fotos sobre ele clicando sobre o sobrenome “bassi” na lista ao lado.                                                                      Foto: Alexandre Cipriani. Postagem: Jonas Cadorin

SERRARIA DO APRIGIO BOTAMELLI

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1988, serraria do Sr. Aprígio Botamelli, bairro Trinta Réis. Na foto, de frente , seu filho…  ( in memoriam) e de costas Francisco Valle (Chico do Tóto).                                                 Foto: Seehauser e Veneri, in L’Odissea Brasiliana. Postagem: Jonas Cadorin

ANTÔNIO CIPRIANI E CLEMENTE DEMONTI (LILIM)

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Personagens inesquecíveis da história neotrentina: Clemente Demonti, ‘Lilim’, comerciante, morador do bairro  Ponta Fina Norte, próximo ao oratório de Santo Antonin e Antônio Cipriani, ‘Tóni Canton’, carpinteiro e agricultor, morador do bairro Mato Queimado. Na foto os dois fazem o casal do casamento caipira na festa junina no colégio Francisco Mazzola no ano de …. , Clemente é o noivo. Ambos , pais de familia e profisonais respeitados, sempre que surgiam oportunidades  davam vasão a sua veia teatral encenando vários personagens.                                                                                          Foto: Alexandre Cipriani. Postagem: Jonas Cadorin

CONVERSA NA VENDA

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Venda e bar, do Elias Minatti no bairro Salto. A venda( hoje mercado) foi e continua sendo um local de importância para as comunidades do interior do municipio. Além de ter um pouco de tudo que o agricultor precisa é também um ponto de convívio social.      ( se voce conhece as pessoas e quiser identificá-las, por favor faça seu comentário no ‘balão’ no lado superior da postagem. Infelizmente o autor da foto não fez a identificação dos dois senhores.)                                                                                                                                Foto: Seehauser e Veneri, l’Odissea Brasiliana, 1988. Postagem: Jonas Cadorin

BANCA PARA LAVAR ROUPA NO RIO

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FOTOGRAFIA : A esquerda com lenço na cabeça, minha saudosa tia Catarina Battisti Archer Marchi (Tia Catina), e sua amiga de nome desconhecido, lavando roupa às margens do Rio do Braço em terras do saudoso Sr. Emílio Battisti, ali existia uma pequena praia.

Tempos passados usava-se muito um equipamento totalmente de madeira nominado de banca para lavar roupa.Não importava se era às margens dos ribeirões ou do Rio do Braço, rio esse que atravessa o nosso município de Oeste para Leste em toda a sua extensão, essas bancas eram usados por quase todas as donas de casa.Geralmente as roupas eram lavadas no período da manhã, as lavadeiras colocavam as bancas geralmente duas ou três próximas uma das outras, assim realizavam as suas tarefas, e aproveitavam para conversar.As águas não eram tão poluídas, além de serem abundantes. Até a chegada da máquina de lavar roupa, esse era o melhor método empregado pelas donas de casa.As roupas eram levadas até às margens dos rios ou ribeirões, em bacias de alumínio ou em baldes, depois eram estendidas nas cercas de arame farpado que cercavam as pequenas pastagens ou pastos para o vento não leva-las, não existiam ainda os grampos atuais usados para prende-las, depois de secas eram recolhidas, tinha que se ter um cuidado extremo para não rasga-las ao retira-las das cercas.Quando aconteciam as enchentes, a preocupação primeira era ir até a beira do Rio do Braço colocar a banca de lavar roupa em segurança para as águas não levarem-na, independente da hora que o rio começava a encher em demasia, era um artigo de luxo.

Fonte e comentários: Godofredo L. Tonini. Postagem: Jonas Cadorin

VÍGOLO EM 1967

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Vista das imediações da igreja de São Jorge, bairro Vigolo, no ano de  1967. Tudo começou a mudar rapidamente com a beatificação e santificação de Madre Paulina.

Foto: Fidélis Dalcin Barbosa in ‘A Coloninha’ editado em 1967. Postagem: Jonas Cadorin