
Na frente, esquerda para direita: Godofredo Tonini., Isaias Montibeller,__,__,__,Maurilio Mazzola.
Atrás, esquerda para direita: Virgílio Bertotti,__, ‘Badico’ Dalbosco, __,__,__, Eudes Mazzola .
Foto registrada no palco do patio coberto do Grupo Escolar Lacerda Coutinho(atual Colégio Estadual Francisco Mazzola). Ao fundo, no quadro negro, a letra do hino da independência. Durante todo o periodo dos governos militares(1964 a 1985) era prática diária ou semanal as homenagens cívicas. Todas as turmas ficavam perfiladas em pelotões, como se fazia nos quartéis. Tomava-se distância em relação ao individuo da frente e da das laterias.: simetria. Ordem e Progresso. Os hinos nacional, da bandeira, do estado e da Independência eram ensaiados a exaustão. todos aprendiam de cor.
Peço a colaboração para identificarmos os demais membros desta foto. MANDE SUA INFORMAÇÃO NO ‘BALÃO ‘ DE DIALOGO QUE ESTÁ NO LADO DIREITO SUPERIOR DESTA POSTAGEM
Foto: arquivo Jonas Cadorin
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lápide rara que se salvou da campanha de nacionalização da língua italiana. Durante o período da segunda guerra mundial os imigrantes e seus descendes foram obrigados a falar português. Os cemitérios também sofreram modificações das lápides. Não se sabe como o cemitério do Baixo Salto escapou da perseguição pois até hoje ainda se encontram algumas lápides com inscrições em italiano. Acima uma preciosidade: uma homenagem a um dos primeiros professores de Nova Trento que foi afastado do cargo porque ensina alfabetizava em italiano, a única língua que conhecia ! Diz a inscrição: QUI RIPOZA VEGILIO FANTINI – MAESTRO DI SCOLLA – MORTO LI 7 GIUGNO DEL 1903 – ANNI 54 ( AQUI REPOUSA VEGILIO FANTINI, PROFESSOR(MESTRE) DE ESCOLA. MORRREU NO DIA 7 DE JUNHO DE 1903 COM 54 ANOS). Em breve publicaremos algumas lápides por considerarmos importante manter a memória dos nossos antepassados e ajudar pessoas a localizar possíveis parentes ou sobrenomes que já são raros ou não mais existem em Nova Trento.
Maria Melsi, Odete Delcastagne (Delcastanhe) e Nelson (?) foto tirada no bairro Caraíba. Foto cedida por Inês Vicentini – 2016