71 ANOS DE MATRIMÔNIO – BODAS DE VINHO: ALCIDES LACERDA e DORVALINA GALVAN

Em 27 de fevereiro 1954, em pleno verão, aconteceu o casamento dos jovens Alcides Lacerda e Dorvalina Galvan, que hoje celebra setenta e um anos! Fizeram e fazem história. Residentes na localidade de Alto Lageado, desde que casaram, tiveram 12 filhos: Aparecida, Carmelita, Eliseu, Maria de Lourdes, Natalina, Paulo, Salete, Santina e in memoriam: Alvin, Valdemar, Valéria e Virgílio. São os queridos nonos de 14 netos e bisnonos de dez bisnetos. Quando se reúnem todos a festa esta feita. É muita gente, juntando noras e genros… Seu Alcides está com 93 anos, cheio de vitalidade, trabalhou em mineração e na agricultura. Sempre alegre, não abre mão de plantar seu próprio alimento em hortas impecáveis(ver as fotos abaixo). Dona Dorvalina tem 91 anos, sempre reservada e atenta lembra o rosto de tantas mulheres que, como ela, enfrentaram a dura rotina da maternidade e dos trabalhos na roça e no lar, cozinhar, passar, limpar a casa sempre com um olhar para os doze filhos e filhas. Pessoas de fé, assistem a missa todos os dias na televisão e vivem com serenidade a longevidade que Deus lhes concedeu. E VIVA I SPOSI ! E VIVA OS NOIVOS !

Diz em os especialistas que o vinho quanto mais velho, melhor. Por isso que o vinho da nome às bodas de 70 anos de casados.

Fotos e informações: Aparecida Bitencourt. Postagem: Jonas Cadorin

ANA(Zola) DEMONTI MAÇANEIRO VIEIRA

Em 1983, a neotrentina Ana, concorreu a vereadora em Curitiba. Filha de Antônio Maçaneiro e Domingas Demonti(Domingas era neta de Pietro Demonti, o tirolês que construiu o barco a vapor). Residiam na entrada do bairro Mato Queimado. O pai faleceu aos 44 anos deixando a viúva com seis meninas e um menino. No leito de morte falou para esposa não dar para adoção nenhuma das crianças pois viria num sonho dar os números para tirar a sorte grande na loteria. Os números não vieram e a viúva, bravamente , com auxílio de vizinhos e amigos, criou a família. Desde cedo as meninas começaram a trabalhar. Com um pouco mais de idade foram trabalhar fora da cidade como domésticas: Alvina foi para São Paulo e lá viveu sua vida. Ana(Zola) e Zélia foram morar em Curitiba. Cláudio o único filho homem, Maria do Carmo(Carmem), Lourdes e Palmira ficaram em Nova Trento. Todos constituíram família.

Foto e postagem: Jonas Cadorin

DIA DO IMIGRANTE : COLÔNIA TIROLESA EM SANTA CATARINA

Hoje, dia 21 de janeiro, dia nacional do Imigrante Italiano. Em Nova Trento dia do imigrante Tirolês. ” Colônia Tirolesa em Santa Catarina. Em 1875 o governador do estado de Santa Catarina querendo incrementar o trabalho agrícola no seu estado apelou para famílias do Tirol (Áustria). A esse apelo muitas famílias deixaram a Terra Natal e imigraram para o Brasil. Na primeira turma vieram 6 famílias de Vigolo Vattaro e entre elas Amábile Visinatiner que contava então com 10 anos de idade”. (Do Esboço histórico da congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição 1895 a 1945.) Eram tiroleses de língua italiana que até 1919 fazia parte do império austro-húngaro. Na foto um grupo de tiroleses trabalhando nos serviços públicos, abertura de estrada, previsto no contrato Caetano Pinto que trouxe os imigrantes para o Alferes a futura Nova Trento em 1892. Sobre esse assunto sugiro ler a apostila que se encontra como na página de abertura do site http://www.alfero.com

Foto arquivo Jonas Cadorin. Postagem: Jonas Cadorin

1991 – VIGOLO

Em 1991 Madre Paulina foi beatificada. A foto acima mostra como erao centrinho do Vigolo. A igreja dedicada à São Jorge e ao lado a residência das irmãs das irmãzinhas da Imaculada Conceição que abrigava o casebre(hospedaleto san Vigili), local onde teve inicio a congregação.

Foto: livro: Madre Paolina – la santa degli imigranti trentini. postagem: Jonas Cadorin

CASA EXAIMEL – DISTRITO DE CLARAÍBA (SEDEZI )

Casa de Augusto Klan e esposa Albertina Casagrande no distrito de Claraíba. A casa, estilo enxaimel, segundo informações de Juliano Mazzola, teria sido demolida na época em que foi construída a SC 411 que passa por aquele distrito.(Distrito em 27 de abril de 1895, incialmente se chamava de Sedezi (Km 16 ) depois Aliança e finalmente Claraíba(nome popular dado a uma espécie de arbusto, o Louro Preto ).

Fonte: arquivo Juliano Mazzola. Postagem: Jonas Cadorin

1878 – 1848 JOSÉ VALLE

As lápides de cemitério são um importante registro histórico de nossos antepassados que estiveram presentes na formação do munícipio. Infelizmente restam pouquíssimos registros dos pioneiros. Este , do sr. José Valle, mesmo sem foto, registra o nascimento e morte, aos 73 anos, de um filho de imigrantes, considerando que seus pais tenham chegado em 1875.

Fonte: lápide do cemitério central, Nova Trento. Foto e postagem: Jonas Cadorin

HENRIQUE RAISER E PAULINA BELLETI

O sobrenome Raiser proveniente da comune de Calliano , na epoca da imigração, pertencente ao Tirol de língua italiana.(Deve ser descendente de Giovanni Battista Raiser que ocupou o lote nº1 da linha Besenello). A família Belleti descende de Ludovico ou de Demetrio Belleti, da comune de Castelbelforte, da província de Mantova, ocuparam o lote nº 2 e 6 na linha ribeirão Trinta Réis.

Foto: cemitério central Nova Trento. Informações do livro Vincere o Morire de Renzo Grosselli. Postagem Jonas Cadorin

1999 – AS REALEZAS DA 11ª INCANTO TRENTINO

Em julho de 1999(da esquerda apara a direita) a princesa Mariana Quaiato, a rainha Danuza de Almeida e a princesa Ângela Cristina de Oliveira acompanhadas pelo secretario de turismo Ademir José de Morais visitaram a sede do jornal de Santa Catarina, divulgando a 11ª festa Incanto Trentino.

Fonte : Jornal de Santa Catarina29.07.1999. Arquivo pessoal Jonas Cadorin