CARNAVAL – S. R. HUMAITÁ – 1960

 

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‘Identificando os foliões (as) da esquerda para a direita : Nilce Tirloni Hartke, Selma Franzoi, Neli Tirloni, Lurdes Dalri (Lurdinha), Nilton Battisti (Nico) e Oscar Hartke.

Sentadas as saudosas Nelita Emília Valle, sua mãe Maria Poli Valle (Mariota), a terceira de nome desconhecido, a que aparece somente o rosto é a minha tia Cecília Tomasoni Archer (Tia Cila), que aparece bem no canto direito da fotografia na parte debaixo.

À época esses bailes carnavalescos eram muito animados, todos se conheciam e divertiam-se muito.

Detalhe, devido recomendação religiosa, no último dia de carnaval, ou seja, terça feira, os foliões só podiam dançar até a meia noite, sob pena de desrespeitarem as recomendações religiosas, além de serem sido advertidos pelos próprios pais de que se não fosse respeitada essa recomendação, os pais iriam busca-los no local do baile, especialmente as mulheres, o que seria considerado um vexame pelos os foliões, perante os seus amigos (as).

A própria sociedade promotora dos bailes carnavalescos, determinava o término do baile à meia noite de terça feira, para que tudo terminasse a contento.

A religião católica tinha muita influência à época sobre o comportamento das pessoas.’

Texto e fotografia: Godofredo L. Tonini. Postagem Jonas Cadorin

RAINHA – 1966 – SOCIEDADE RECREATIVA HUMAITÁ

 

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Registro fotográfico do baile social realizado na sede social da Sociedade Recreativa Humaitá no ano de 1966, quando da escolha da Rainha da sociedade acima citada, sendo vencedora Selma Franzoi.

Identificando da esquerda para a direita, a Rainha Selma Franzoi dançando com o saudoso Humberto Tomazini, a Rainha eleita no ano de 1965 dançando com o seu irmão Jacir Tirloni.

Foto e texto: Godofredo L. Tonini. Postagem Jonas Cadorin

CARNAVAL – S.R.HUMAITÁ. 1970

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“A Sociedade Recreativa Humaitá sempre proporcionou à seus associados uma efetiva programação carnavalesca com excelentes resultados. Seus associados também tinham uma participação social muito ativa, o que deixava seu local dos bailes sempre lotados.

Com muita dedicação e simplicidade as antigas diretorias lhe deram longa vida social e futebolística, por isso neste mês de março  foi comemorado o seu aniversario de 100 anos de fundação, 19/031919 – 19/03/2019.

Parabéns a atual diretoria que esta resgatando a historia dessa magistral sociedade, a vocês a nossa eterna gratidão.

No meu tempo de criança quando se falava que a S.R.H. iria jogar partidas de futebol amistosas ou de campeonatos regionais aos domingos à tarde era uma festa, embora a doutrina aos domingos à tarde e a participação da Hora Santa uma vez por mês, nos faziam sempre chegarmos atrasados para assistirmos o início das partidas de futebol, mesmo assim dávamos sempre um jeito de ir torcer.

Terminadas as nossas obrigações religiosas saíamos em disparada para o campo da S.R.H., e a a cada pessoa que passava de bicicleta vinda da direção do campo da S.R.H., já perguntávamos, quem está ganhando ? Se fosse a S.R.H. era uma festa.

Antigamente quando crianças aprendíamos rapidamente dois ensinamentos:

1º – O primeiro era religioso olhar para o Santuário de Nossa Senhora do Bom Socorro e pedir a sua proteção;

2º – O segundo de cunho esportista torcer pelo time de futebol da Sociedade Recreativa Humaitá.

Ensinamentos que jamais foram esquecidos, e com um detalhe interessante ou coincidência, as vestes de Nossa Senhora geralmente são azul e branca, que são também as cores oficiais da Sociedade Recreativa Humaitá – S. R. H.”

Identificando: Da esquerda para a direita, esposo de Neiva Tirloni, Neiva Tirloni, Oscar Hartke, Nilce Tirloni, Neusa Tirloni e seu marido o saudoso Jonas Piazza.

Postagem: Jonas Cadorin  . Texto e fotografia:  Godofredo L. Tonini

RAINHA – SOCIEDADE RECREATIVA HUMAITÁ – NOVA TRENTO – 1965

53722987_587263615076680_4024129862359842816_n“Nilce Tirloni Hartke, em registro fotográfico quando foi escolhida para ser a Rainha da Primavera, promoção esta realizada pela Sociedade Recreativa Humaitá no ano de 1965, da qual participaram muitas candidatas.
As atividades sociais à época eram inúmeras, assim a Sociedade Recreativa Humaitá entretinha os seus associados e simpatizantes o ano todo, por isso no dia 19 de março de 2019 estará completando 100 anos de existência, graças a essa parceria, sócios e entidade esportiva e recreativa.”

Texto e imagem: Godofredo L. Tonini. Postagem : Jonas Cadorin

1977 – CONVITE PARA INAUGURAÇÃO DO RESTAURANTE DO SANTUÁRIO DE NOSSA SENHORA DO BOM SOCORRO

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Imagem do convite recebido pelo Sr. Honório  cedida pelo filho Cleber Battisti Archer. Padre Cláudio Piva sempre atuante no local  em que dedicou  parte de sua vida.  Interessante notar que a foto que ilustra o convite é uma vista panorâmica da cidade como se fosse  o olhar de nossa senhora abençoando seus  filhos ao pé do Morro da Cruz                                                                                                                                      Postagem: Jonas Cadorin

FESTA JUNINA DO COLÉGIO FRANCISCO MAZZOLA – DÉCADA DE 1970/80

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Professora Cleonice Tomasi sempre presente com seu talento para os esporte e as artes.

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festa junina no pátio do Colégio Francisco Mazzola .   A Criatividade das professoras superava qualquer dificuldade. Não havia aluguel de  trajes típicos e todos se sentiam inseridos  nas brincadeiras.  Na foto acima é possível  visualizar o tênis CONGA, calçado unissex que  fez parte das memórias afetivas de gerações.

Foto: acervo Colégio Francisco Mazzola. Postagem Jonas Cadorin

NICOLAU BADO – Prefeito e músico (1887-1958)

“Ao bom amigo José Martini, offerece, Nicolau Bado, 24/8/1926”

Descendente dos imigrantes italianos que se estabeleceram na Argentina, veio residir com seus pais em Nova Trento ainda criança. Ocupou-se desde jovem com a vida política, foi vereador, eleito prefeito em de 01.01.1919, reeleito 2 vezes até 18.10.1930. Sua atuação continuada na política municipal não lhe fazia esquecer o seu compromisso com a banda padre Sabbatini, na qual exerceu o nobre função de maestro. Como compositor deixou peças que registram seu amor ao município: o hino “São Virgílio”, “Humaitá” e a marcha em homenagem ao município são de sua autoria.

Foto: acervo:  Eugenio Martini. Postagem: Jonas Cadorin

 

BANDA PADRE SABBATINI- 08/10/1889 LA FURIOSA !

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Foto da década de 50-60.Em cima do capô do caminhão, está o saudoso Sr. Arthur Sgrott, na porta do motorista está o saudoso Sr. Carlos Tridapalli, com um casaco na mão está o saudoso Sr. Bento Dell’Antonia, com o instrumento Baixo está o saudoso Sr. Bernardo Ruberti, perto do rodado do caminhão estão os saudosos Srs. Eliseu Tridapalli e seu primo Francisco Tridapalli, de terno branco descendo do caminhão está o saudoso Sr. Giacomo Tomasoni, perto do Sr. Giacomo está o Sr. Vicente Piva, e logo atrás dele de chapéu está o saudoso Sr. Lino Cadorin, atrás do Sr. Bernardo Ruberti estão os saudosos Srs. de óculos o Sr. Virgílio Tomasi, de chapéu o Sr. Aprígio Botamelli, atrás dele está o Sr. Luiz Tomasi, no fundo segurando o instrumento Trompa está o saudoso Sr. Fernando Cadorin.

A banda padre Sabbatini, conhecida carinhosamente como La Furiosa, durante décadas animou as festas de igreja em todas as comunidades neotrentinas. Para os músicos todo o esforço compensava pois eram atração dos eventos. Deslocar um grupo de trinta ou mais músicos , numa época de estradas precárias   só mesmo na carroceria de caminhões.

E não era só em festas. nos funerais ela também se fazia presente executando marchas fúnebres  que emocionavam a todos.

Postagem: Jonas Cadorin