1940 – MULHERES DA FAMÍLIA BATTISTI ARCHER

Da esquerda para a direita, as saudosas sra. Benta Josefina Battisti Archer Tonini, sra. Maria Frutuoso Cazas Battisti Archer, a sra. Maria Battisti Archer Grott (Quinha).Registro fotográfico possivelmente realizado na década de 1940, defronte a residência do comerciante sr. Joaquim Battisti Archer e a Sra Maria Frutuoso Cazas Battisti Archer, na localidade de Baixo Salto, Nova Trento .
(Na parte da frente dessa residência funcionava uma casa comercial, e ao seu lado aparece um paiol onde era depositada a farinha de mandioca produzida pelos agricultores e adquirida por Joaquim, para revenda nas casa de comércio dos municípios vizinhos).
Fonte e comentários: Godofredo L. Tonini

1930 -1981 – ALVINA RAQUEL DEMONTI MAÇANEIRO

Filha de Antônio Maçaneiro e Domingas Demonti(Domingas era neta de Pietro Demonti, o tirolês que construiu o barco a vapor). Residiam na entrada do bairro Mato Queimado. O pai faleceu aos 44 anos deixando a viúva com seis meninas e um menino. No leito de morte falou para esposa não dar para adoção nenhuma das crianças pois viria num sonho dar os números para tirar a sorte grande na loteria. Os números não vieram e a viúva, bravamente , com auxílio de vizinhos e amigos, criou a família. Desde cedo as meninas começaram a trabalhar. Com um pouco mais de idade foram trabalhar fora da cidade como domésticas. Alvina foi para São Paulo e lá viveu sua vida. Zola e Zélia foram morar em Curitiba. Maria do Carmo, Lourdes e Palmira ficaram em Nova Trento. Cláudio o único filho homem também viveu em Nova Trento. Todas constituíram família, Cláudio também.

Fonte: arquivo pessoal Jonas Cadorin

1931- HUMAITÁ FUTEBOL CLUBE

Equipe Humaitá em um jogo no estádio Adolfo Konder em 1931. Detalhe: alguns atletas usavam um gorro para amenizar o impacto nas cabeceadas(na época as bolas eram mais pesadas que as atuais).

Fonte – Jornal ND de 19/03/2019. postagem Jonas Cadorin

1930 – CARLOS BOSO E TERESA GILLI

Tradicional família neotrentina por volta de 1930. Ao centro, Teresa Gilli e Carlos Boso, com seus filhos. O menor, descalço, é Pedro Boso, pai da autora do livro A Medicina Popular dos Trentinos no Brasil, Ivette Marli Boso.

Fonte: A Medicina popular dos Trentinos no Brasil, de Ivette M. Boso. Postagem: Jonas Cadorin

BENILDE TRAINOTTI – BENZEDURA PARA SOL NA CABEÇA E ENTORSES

Benilde Trainotti e Inácio Tridapalli

Benilde Trainotti durante a benzedura para o Sol na cabeça: sinal da Cruz orações a Deus e a nossa senhora e o antigo rito mágico que usa uma garrafinha de água com três dentes de alho.  Se a água ferver é a prova de que o paciente está sofrendo essa dor de cabeça devido à influência maléfica do Sol e se procede então com a recitação do esconjuro para a cura. 

Benilde Trainotti e a benzedura para distensões musculares ou entorses, com o ‘método da costura’: com agulha e linha branca a benzedeira executa determinados pontos em um pedaço de pano branco enquanto recita nove vezes um esconjuro

Fonte: A Medicina popular dos Trentinos no Brasil, de Ivette M. Boso. Postagem: Jonas Cadorin

CAROLINA FELLER E ESTANISLAO DALRI

Carolina Feller e Estanislao Dalri. Carolina era parteira em Nova Trento, nas localidades de Vígolo e Frederico. Aprendeu a auxiliar as parturientes com a sogra Domenica Orsi, nascida em Besenello e emigrada para Nova Trento em 1875 ou 1876, Domenica que já exercia esse ofício na Itália, trouxe para o Brasil o manual de obstetrícia do professor Pastorello, então talvez ela fosse uma das formadas junto ao instituto Alle Laste o livro foi posteriormente herdado por Carolina Feller

A cópia do manual de obstetrícia do professor Pastorello editado em Trento em 1843 e encontrado em Nova Trento de posse de Elis Facchini que, por sua vez, o herdou de sua avó Maristela Cadorin nora de Carolina Feller.

Fonte: A Medicina popular dos trentinos no Brasil, de Ivette M. Boso. Postagem: Jonas Cadorin