CLÁUDIO MAÇANEIRO e HILDA VICENTINI

Hilda Vicentini * 19.01.1929 + 12. 05.1998 (faleceu aos 69 anos. Residia na rua Florianópolis, próximo ao bar do Pinho. O casal teve três filhos, Ademir, Isolete e Ademar (Maninho).

Cláudio João Maçaneiro (Cao) *18. 06.1927 + 22.11.1972 ( Integrava o grupo de profissionais da construção civil como Carpinteiro,(dos bons!) faleceu aos 45 anos)

Fonte: Lápide do cemitério central de Nova Trento. Postagem: Jonas Cadorin(foto melhorada com auxílio de IA)

1976 – TIME DO HUMAITÁ

Da esquerda para a direita: Maurilio Merizio, Miralci Valle, Renei Rachadel, Luiz Alberto, Pedrinho Piva, Oscar Archer, Batista, Valois Dalcastgne(de paletó), Araldo Raulino, Moisés Mazzola, Celso Cim, Bigorrilho, Caiaco, Janari Piva.

Fonte: Livro Avante Humaitá. Luiz Augusto Tridapalli Archer, 2019,p.262.Imagem melhorada com IA. A foto em preto e branco foi postada no site em 25 de janeiro. Postagem: Jonas Cadorin

1904 – ATÍLIO MURARO

O túmulo do pedreiro de Atílio Muraro Junior é um dos mais antigos do cemitério de Nova Trento em formato de jazigo. Atílio é descendente de Giuseppe Muraro, natural de Santa Maria D’Arsie, província de Belluno que ocupou o lote numero 4A na linha Besenello . (Cf. Grosseli, Vincere o Morire, p.433). A mulher que aparece na foto não tem identificação.

Fonte: lápide do cemitério central de Nova Trento. Comentário e postagem Jonas Cadorin

1956 – SOLANGE PIAZZA e PAULO SARTORI

A respeito da foto acima diz Solange Piazza Sartori: “O meu pai Carlos Piazza era sócio do Humaitá. Sempre dizia que quando a filha fosse casar a festa seria no Humaitá. Quando casei, em 28 de julho de 1956, tinha 21 anos; meu marido, Paulo Sartori, tinha 31 anos.  Neste dia, teve 6 casamentos na igreja de Nova Trento. As festas depois eram realizadas nas residências das famílias. Minha festa de casamento foi realizada na sede do Humaitá Do jeito que o meu pai desejava. Foi o primeiro casamento festejado na sede do Humaitá, pois era também a primeira sede do clube. Nesta casa, chamada de Salamanca, onde hoje reside o Vita Sgrott e sua família. Como recordação do dia do meu casamento, tenho uma foto tirada em frente à Igreja Matriz de Nova Trento, tirada pelo fotógrafo João Valle.”

Fonte: Avante Humaitá. Autor : Luiz augusto Tridapalli Archer, 2019, p. 116. Postagem: Jonas Cadorin

2004 – LANÇAMENTO DO GRUPO FOLK NEA TRIDENTUM

O grupo de dança Folk Nea Tridentum(Grupo Folclórico Nova Trento), uma inciativa do Circolo Trentino de Nova Trento, foi lançado no ano de 2004. Na ocasião foi realizado um baile na Sociedade Recreativa Primavera. As coreografias/danças, bem como as vestimentas são as do Grupo Folk di Castello Tesino. Por ocasião da sua primeira apresentação foram homenageados os responsáveis pela confecção dos trajes (idênticos aos Tesinos). Na foto o alfaiate Sebastião Natal Archer (porque nasceu no dia de Natal de 1943), recebe das mãos de Edvan Zanella uma recordação por ter confeccionado o traje masculino. O chapéu foi posteriormente substituído por um modelo que se assemelha ao do grupo de origem.

A costureira e estilista Nélcia Ruberti foi responsável pela confecção e adereços dos trajes femininos, recebe das mãos de Andresa Sartori, coreógrafa do grupo, uma recordação em reconhecimento pelos serviços prestados em prol do grupo. Importante registrar que Nélcia faz parte do grupo desde então dando apoio na manutenção e confecção de novos trajes.

Fonte: Arquivo do Circolo Trentino. Postagem: Jonas Cadorin

2026 – 12 ANOS DE ALFERO FOTOS ANTIGAS

Em 20213 iniciamos um projeto que tem como objetivo socializar fotos que contam partes da história de Nova Trento e da história de cada uma, cada uma, que nos segue. Cada foto postada (e já são mil e dez!) lembram o álbum de fotografias que tínhamos em casa, com páginas de papel cartão verde, entremeadas por uma página de papel celofane transparente. Era um livro de história da nossa família que não nos cansávamos de folear com respeito, tanto que se conserva até hoje. Os tempos mudaram mas a mágica importância que se se esconde atrás de momentos cristalizados no tempo pela fotografia permanece sempre atual. E assim, em cada lugar que frequentamos, buscamos curiosos, quase que enxeridos, fotos para alimentar o site que não tem preocupação de saciar a sede fugaz de imagens do mundo virtual que torna tudo descartável. Nossa preocupação é a de trazer à memória a história de pessoas e da cidade onde tecemos laços afetivos e nos identificamos. Em 2026 continuaremos a colar novas fotos neste álbum e contamos com a colaboração de todos para que possamos continuar a alimentar o site(Lembramos que não temos nenhum ganho ou fim lucrativo como site. fazemos por capricho e preocupação com a história que se perde cada vez que descartamos uma foto antiga). Se tiverem fotos , por gentileza, compartilhem conosco (jonascadorin@gmail.com ou pelo WhatsApp 48 9915123255).

A TRADIÇÃO É A SALVAGUARDA DO FOGO , NÃO A ADORAÇÃO DAS CINZAS(Gustav Mahaler).

UM 2026 DE PAZ, SAÚDE E BOAS RECORDAÇÕES!

1869 – COLÔNIA ITAJAY e PRINCÍPE DOM PEDRO

A área tracejada do mapa delimita o extenso território da colônia Itajay e Príncipe dom Pedro que compreendia Brusque, Botuverá, Guabiruba, Nova Trento. “Em 1860 foi fundada a Colônia Príncipe Dom Pedro, que estava situada a 6 km do porto das canoas (sede de Brusque), na rodovia Brusque D. Joaquim, após o morro da Souza Cruz, na confluência do ribeirão Águas Claras com o Itajaí-Mirim. Colonos de diversas nacionalidades, trazidos da América do Norte, ocuparam a região. Este centro de colonização não deu certo devido à falta de organização do Governo. Como consequência, a maioria dos imigrantes seguiu para outras regiões e o território da colônia foi anexado à Colônia Itajahy-Brusque em 6 de dezembro de 1869. No mesmo local, tentou-se a fixação de colonos poloneses, também sem muito êxito. A partir de 1875, o território foi ocupado pelos imigrantes tiroleses e italianos.A partir de 1875 se estabeleceram no território das colônias Itajahy e Príncipe Dom Pedro mais de 11 mil imigrantes de língua italiana, dentre eles Amábile Lúcia Visintainer (Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus). Os vênetos e lombardos integrados ao Reino de Itália e os trentinos súditos da Franz Joseph, o imperador da Áustria e rei da Hungria, Croácia e Boêmia, carinhosamente chamado pelos falantes de língua italiana(tirolesa) de Nova Trento de ‘Ceco Bepe.” inhttps://brusquememoria.com.br/acervo-imagem/652

Fonte: Sociedade Amigos de Brusque. Postagem Jonas Cadorin