Aníbal José Piazza, 1960
Colaboração: Marilene Sborz Piazza

Aníbal José Piazza, 1960
Colaboração: Marilene Sborz Piazza


Desfile cívico do Grupo Escolar Lacerda Coutinho da década de 1960. No lado direito da foto é possível observar parte do salão paroquial onde funcionava o Jardim da Infância Padre Rossi. Ao fundo o prédio da antiga farmácia do Sr. Clarindo, O casarão hospedaria dos Facchini, (hoje Giacomelli),o prédio da Salamanca (Despachante Vita…)
Foto: arquivo do Colégio Francisco Mazzola. postagem e comentário: Jonas Cadorin

Grupo Escolar Lacerda Coutinho na concentração do desfile. No lado direito da foto professores de ginástica, Fioravante Marchi e Nair Valle. Uma irmão da imaculada Conceição a frente do pelotão de acrobacias com arcos( estas evoluções eram ensaiadas nas ulas de Ginástica- hoje Educação Física). A fanfarra está logo a seguir. Atrás da fanfarra havia uma cerca viva que delimitava o espaço da horta que servia para aulas de Técnicas Agrícolas e de onde tirados verduras e legumes para a sempre bem vinda sopa – merenda escolar. As árvores ao fundo eram laranjeiras e vergamoteiras do pomar da família do sr. João Valle, musico( tocava a Requinta, uma variação do clarinete em tom agudo)), cantor barítono que encantava a todos com seu timbre de voz durante as missas.A foto foi tirada no local onde havia o campo de futebol (hoje tem dois ginásios de esporte. O colégio foi dividido pelo Rua dos Imigrantes , aberta na década de 1980) . Ao fundo o GOT – Ginásio Orientado para o Trabalho, hoje centro de encontros Imaculada Conceição – CEIC.
Foto: acervo do colégio Francisco Mazolla. Postagem e comentários Jonas Cadorin


Entre tantos imigrantes que em 1875 embarcaram nos navios a vapor rumo ao Brasil estava Anna Stringari, viúva de Giacomo dal Ri, da Comune di Nanno.
Sem esperança de dias melhores naquela região e com cinco filhos para sustentar – Casto, Crescenzo, Angela, Romana e Ermínia – veio com o objetivo de refazer a vida da família no país da cucanha, da fartura, como diziam nas propagandas da época. Não faziam ideia que iriam ajudar a fundar uma NOVA Trento. Na Colônia Nova Trento, 1876 a família Dalri se estabelece na linha Vigolana, o Vígolo que conhecemos hoje.Por serem poucos os imigrantes da Val di Non em Nova Trento, a família recebe o apelido de nonesi, mantido até os dias atuais.Casto Dalri, o mais velho, auxilia a mãe assumindo o papel de ‘homem da casa’ nos cuidados da família e dos negócios. Exímio carpinteiro, agricultor, produtor de vinho, conciliador, tornou-se um homem respeitado na linha Vigolana.Em 1886, aos 33 anos de idade, Casto se casa com a viúva de Pietro Dalsenter, Domenica Orsi, de 30 anos de idade, com quem teve sete filhos: STANISLAO DOMENICO, MARIA, ANNA, LUIZA, GIACOMO e VITOR (gêmeos) e LUIZ.Além do sustento da casa exerceu sua liderança na comunidade vigolana. Foi um dos Conselheiros Municipais (vereador) quando em 1892, junto com políticos como Henrique Carlos Boiteux, Francisco Gottardi Primo, Hipólito Boiteux, João Valle e Giacomo Poli, encabeçaram o processo de emancipação política da colônia Nova Trento a condição de município.
Fotos Sidnei Zanella. Postagem: Jonas cadorin
Foto do quadro de casamento de José Gasperi e Maria Voltolini
Foto cedida por Luís Bastiani. Postagem Jonas Cadorin
“Em 18 de setembro de 1879,rejubilava de intensa alegria o lar abençoado de João Bottamedi e Júlia Cornali, pelo nascimento de Ângela Sabina, que, nos desígnios de Deus estava destinada a ser uma coluna inquebrantável na Congregação das Irmãnzinhas da Imaculada Conceição. ” Foi batizada pelo Padre Augusto Servanzi, jesuíta. Ingressou na vida religiosa aos 19 anos em 02 de abril de 1898. No dia 19 de março de 1900 proferiu os votos religiosos e assumiu seu nome religioso como era de costume na época, passando-se a se chamar de Irmã Vicência Teodora da Imaculada Conceição. Em 29 de agosto de 1909, por ocasião do Capitulo Geral da Congregação foi indicada pelas irmãs a assumir o cargo de Superiora Geral. faleceu aos 52 anos de idade no dia 28 de setembro de 1931.
Fonte: Esboço Histórico da Congregação das Irmãnzinhas da Imaculada Conceição 1895 -1945 Postagem:Jonas Cadorin

No centro major Joaquim de Oliveira, presidente do Conselho Municipal ladeado pelo Sres. João Bayer Sobrinho e Luiz Busnardo. em pé, da esquerda para a direita, Sr. Romeu Boiteux Piazza e Pedro Piva.( O Conselho Municipal corresponde ao que hoje temos como Câmara de Vereadores)
Fonte: Monografia de Francsico Mazzola, postagem : Jonas Cadorin

Maris Stella, com um ramalhete de camélias. A camélia também era conhecida como a flor da fidelidade. A daminha de honra é Zita Busnardo. Os casamentos, em geral eram celebrados aos sábados antes do meio dia. em seguida era servido o almoço e a festa se prolongava até o inicio da noite. a falta d energia elétrica fazia com que as festas terminassem cedo por este motivo aproveitavam a luz do dia. Ao fundo a antiga porta de madeira da igreja matriz com as iniciais da Companhia de Jesus – Jesuítas: AMDG (Ad Maiorem Dei Gloriam – Para a maior gloria de Deus)
Colaboração: Sidnei Zanella. Postagem e comentários: Jonas Cadorin

José Dinis Dalri e Valdir Dalsasso, nos bons tempos que chamaríamos de elegância espontânea.
Colaboração Sidney Zanella, postagem, Jonas Cadorin