Propaganda eleitoral da UDN (União Democrática Nacional), para prefeito e veradores no ano de 1947. Na época não havia o cargo de vice prefeito.
Fonte: Arquivo pessoal Jonas Cadorin. (Imagem melhorada com IA, preservando a integridade do conteúdo.)
Em abril de 1983 se relizou no colégio Franciasco Mazzola , um festival de talentos com uma banca de jurados composta por professores. Uma parte deles,da esquerda para a direita: Nilton B. Cadorin, Jeremias Cipriani e o saudoso Professor Nilson , falecido aos 18 de março de 2026. Na época, recém-egresso do noviciado da congregação dos Irmãos Maristas, Nilson se apresentava como ‘irmão Nilson’. Na história do Mazzola, Nilson foi um dos poucos , talvez o primeiro professor preto, a lecionar no estabelecimento. Lecionou como professor ACT , Religião e Filosofia. Anos depois, por força de concurso, passou a lecionar na rede municipal de Tijucas , munícipio do qual era filho.
Foto: Arquivo do colégio Francisco Mazzola. Posategm e cometário, Jonas Cadorin
Saudosa Raquel Poli, professora de dos anos inciais no bairro Ponta Fina Sul nos anos 60-70 e seu esposo Oswaldo de Souza, funcionário público municipal, vereador . Pais da Sônia, Estelita, Carlos e Nelson, residiam no início do bairro Trinta Réis. Fotografia registrada no ano 2000, pelo historiador, Dr., Andesron Sartori.
Foto: acervo particular Anderson sartori. Postagem Jonas Cadorin
“Olha, do meu tempo de criança, o maior comércio era lá no Hippolito Boiteux.Era uma loja bonita! Meu Deus! Tinha de tudo que você procurava. Tinha a partir de arado, ferramentas de tudo o tipo, até bicicleta…Cada porta, era cheio de portas, abria e era uma vitrine. Uma era só chinelos, outra era de lenços, de perfumes, de pó-de-arroz, talco, essas coisas, tudo ele trazia de fora.” Depoimneto da saudosa Raquel Poli de Souza,no ano 2000, concedida ao historiador, Dr. Anderson Sartori.
Foto dos anos 1920, o comécio Boiteux se localizava no canto superior esquerdo, na esquina defronte ao atual supermercado Bittencourt.
Fonte: foto de domínio público, postagem Jonas Cadorin. Informação retirada da dissertação de mestrado de Anderson Sartori: A constituição das identidades no “mundo”dos brasiliani e italiani: o papel da escola na campnha de nacionalização nas décadas de 1930 e 1940 em Nova Trento -SC, Univali, Itajaí 2005

“Foto que retrata um time de futebol na Alemanha por volta de 1905. O primeiro da esquerda para a direita, é meu avô materno, Augusto Schneider, que imigrou para o Brasil,vindo a residir em ova Trento. Detalhe é a trave!”depoimento de Ronaldo Raulino.
Fonte: Facebook de Ronaldo Raulino. Postagem: Jonas Cadorin
No dia 25 de agosto de 1951, sábado, aconteceu o casamento do pedreiro Salvador Cadorin e Maria do Carmo Demonti Maçaneiro. Foram testemunhas no cartório, Guilherme Darós e Dimas Tell. A festa se deu,após a missa, no pátio da casa do seu pai, Francisco Cadorin, na rua João Bayer Sobrinho (detalhe da janela em formato olho de peixe). As festas aconteciam durante o dia, em geral na hora do almoço, as vezes seguido de café da tarde. Ao fundo o casal. No lado esquerdo da noiva, sua irmã Lurdes,a amiga Iolanda Voltolini e de gravata, Francisco Cadorin. Na mesa, a frente, lado esquerdo é possível identificar de terno ciza, o sr. Inácio(Naciót) Lorenzetti. Logo atrás, de terno branco, oçlhando para o fotógrafo: Ferdinando Cadorin e Inácio Gullini.
Fonte: álbum de fotos da familia Salvador e Carme Cadorin. Postagem :Jonas Cadorin(Foto melhorada com IA)
Francisco Cadorin numa das sua vistas aos netos. No no alto, de verde, Jânio, Jonas, Saulo(de amarelo) Rita (de azul) e Jurema, filhos de Salvador Cadorin e Maria do Carmo Demonti Maçaneiro. A casa ainda existe, na rua João Bayer Sobrinho. Na época , início dos anos 1970, a rua era estreita, sem calçamento e as casas tinham um pequeno jardim na frente, protegido por uma cerca de sarafos.
Foto e postagem: Jonas Cadorin