DÉCADA DE 1980 – MARIA DO CARMO MAÇANEIRO CADORIN

Uma das atividades ‘do lar’ das mães de tempos idos era a de alimentar uma numerosa família com recursos mínimos. A engorda de porcos e galinhas e o cuidado com as vacas leiteiras, em geral, era atividade das mulheres. No dia de matar o porco era também das mulheres a tarefa de organizar todos os itens necessários para o processamento da carne e seus derivados. Na foto, da esquerda para direita: Jonas Cadorin. Saulo Cadorin e sua mãe maria do Carmo(mãe de nove filhos), esposa do pedreiro Salvador Cadorin, preparando um porco ‘macau’ para o abate.

Fonte: Arquivo pessoal Saulo Cadorin

CASA DE COMÉRCIO HIPÓLITO BOITEUX E COMPANHIA

Casa de comércio da família Boiteux /Piazza um ponto comercial de vasto sortimento que atendeu a cidade e região desde o início da colonização até a década de 1950. Funcionava na esquina defronte ao atual supermercado Bittencourt. Seu último administrador foi o sr. Hipólito Boiteux Piazza ( Boiteux se pronuncia Boatê !).

Foto: edição de Carlos Pedrotti. Postagem Jonas Cadorin

ESCOLA ISOLADA RIBEIRÃO DA VELHA

Prédio onde funcionou a escola isolada, multisseriada na localidade de Ribeirão da Velha. A professora Dorvalina Feller Darós foi uma das últimas professoras a lecionar no estabelecimento. “íamos de bicicleta, a Raquel Polli e eu. Nunca chegamos atrasadas com ou sem chuva! A Raquel dava aula na Ponta Fina e eu na Velha. Os alunos, quase todos falavam italiano. Atendia crianças de diversas séries ao mesmo tempo. O inspetor, Pedro Piva, aparecia de surpresa e fazia perguntas para os alunos, oral e no quadro. Elogiava a gente dizendo: se eles aprenderam, é porque alguém ensinou.“(Entrevistada em março de 2024, a professora Dorvalina está com 92 anos)

Foto e postagem: Jonas Cadorin

AMÁLIA DEMONTE

Amália Demonte foi casada com Ernesto Zanlucca, faleceu em 1991, bisneta do tirolês Pietro Demonte, natural de Ronchi no então Tirol, hoje Trentino. Residiam no bairro Besenello. No de 1883, Pietro , auxiliado pela sua esposa Rosa, e dos mecânicos Marcos e José Bastiani, construiu um barco a vapor de 12 metros de comprimento, 3,5 de largura e 3 metros de calado, um feito inusitado para a época. Pode ter sido o primeiro motor a vapor a ser produzido no Brasil. O historiador Jonas Cadorin dedicou um capitulo da obra Nova Trento Outra Vez sobre o tema.

Fonte: cemitério central. Postagem, Jonas Cadorin