FRANCISCO CADORIN E OS NETOS

Francisco Cadorin numa das sua vistas aos netos. No no alto, de verde, Jânio, Jonas, Saulo(de amarelo) Rita (de azul) e Jurema, filhos de Salvador Cadorin e Maria do Carmo Demonti Maçaneiro. A casa ainda existe, na rua João Bayer Sobrinho. Na época , início dos anos 1970, a rua era estreita, sem calçamento e as casas tinham um pequeno jardim na frente, protegido por uma cerca de sarafos.

Foto e postagem: Jonas Cadorin

CLÁUDIO MAÇANEIRO e HILDA VICENTINI

Hilda Vicentini * 19.01.1929 + 12. 05.1998 (faleceu aos 69 anos. Residia na rua Florianópolis, próximo ao bar do Pinho. O casal teve três filhos, Ademir, Isolete e Ademar (Maninho).

Cláudio João Maçaneiro (Cao) *18. 06.1927 + 22.11.1972 ( Integrava o grupo de profissionais da construção civil como Carpinteiro,(dos bons!) faleceu aos 45 anos)

Fonte: Lápide do cemitério central de Nova Trento. Postagem: Jonas Cadorin(foto melhorada com auxílio de IA)

ANA(Zola) DEMONTI MAÇANEIRO VIEIRA

Em 1983, a neotrentina Ana, concorreu a vereadora em Curitiba. Filha de Antônio Maçaneiro e Domingas Demonti(Domingas era neta de Pietro Demonti, o tirolês que construiu o barco a vapor). Residiam na entrada do bairro Mato Queimado. O pai faleceu aos 44 anos deixando a viúva com seis meninas e um menino. No leito de morte falou para esposa não dar para adoção nenhuma das crianças pois viria num sonho dar os números para tirar a sorte grande na loteria. Os números não vieram e a viúva, bravamente , com auxílio de vizinhos e amigos, criou a família. Desde cedo as meninas começaram a trabalhar. Com um pouco mais de idade foram trabalhar fora da cidade como domésticas: Alvina foi para São Paulo e lá viveu sua vida. Ana(Zola) e Zélia foram morar em Curitiba. Cláudio o único filho homem, Maria do Carmo(Carmem), Lourdes e Palmira ficaram em Nova Trento. Todos constituíram família.

Foto e postagem: Jonas Cadorin

DÉCADA DE 1980 – ATIVIDADES DO LAR: ORDENHAR

Uma das atividades ‘do lar’ das mulheres neotrentinas de tempos idos era ordenhar as vacas e cabras bem como produzir o o queijo e seus derivados(manteiga, puína, queijinho…). Na foto, da esquerda para a direita: Jonas Cadorin, sua mãe Maria do Carmo Maçaneiro, as filha Rita e Jurema. Ao fundo segurando uma cabritinha, a nora Magdalena Thiele e seu irmão Renato.

Foto e comentários, Jonas Cadorin

DÉCADA DE 1980 – MARIA DO CARMO MAÇANEIRO CADORIN

Uma das atividades ‘do lar’ das mães de tempos idos era a de alimentar uma numerosa família com recursos mínimos. A engorda de porcos e galinhas e o cuidado com as vacas leiteiras, em geral, era atividade das mulheres. No dia de matar o porco era também das mulheres a tarefa de organizar todos os itens necessários para o processamento da carne e seus derivados. Na foto, da esquerda para direita: Jonas Cadorin. Saulo Cadorin e sua mãe maria do Carmo(mãe de nove filhos), esposa do pedreiro Salvador Cadorin, preparando um porco ‘macau’ para o abate.

Fonte: Arquivo pessoal Saulo Cadorin

1930 -1981 – ALVINA RAQUEL DEMONTI MAÇANEIRO

Filha de Antônio Maçaneiro e Domingas Demonti(Domingas era neta de Pietro Demonti, o tirolês que construiu o barco a vapor). Residiam na entrada do bairro Mato Queimado. O pai faleceu aos 44 anos deixando a viúva com seis meninas e um menino. No leito de morte falou para esposa não dar para adoção nenhuma das crianças pois viria num sonho dar os números para tirar a sorte grande na loteria. Os números não vieram e a viúva, bravamente , com auxílio de vizinhos e amigos, criou a família. Desde cedo as meninas começaram a trabalhar. Com um pouco mais de idade foram trabalhar fora da cidade como domésticas. Alvina foi para São Paulo e lá viveu sua vida. Zola e Zélia foram morar em Curitiba. Maria do Carmo, Lourdes e Palmira ficaram em Nova Trento. Cláudio o único filho homem também viveu em Nova Trento. Todas constituíram família, Cláudio também.

Fonte: arquivo pessoal Jonas Cadorin

1935 -2013 – CÉLIA/ZÉLIA TERESA DEMONTI MAÇANEIRO SEVERINO

“Enquanto planto flores e lavo o bule, te asseguro que não morro!” Célia ou Zélia era filha de Domingas Demonti e José Maçaneiro que faleceu aos 44 anos deixando a viúva com seis meninas e um menino – Alvina, Ana(Zola), Maria do Carmo(Carmem),Célia(Zélia), Palmira, Lourdes e Cláudio. Residiam num lote na entrada do bairro Bezenello. No leito de morte o marido falou a esposa que não doasse as filhas, filho, costume de uma época em que a vida era muito difícil. Disse que viria num sonho para trazer-lhe um número para tirar a sorte grande. Não veio! Dona Domingas fez o que pode, empregou as meninas em casas de família da cidade. Cláudio aprendeu o ofício de carpinteiro. Quando cresceram três delas foram foram trabalhar fora da cidade(Curitiba e São Paulo) onde casaram. Zélia casou com João Severino em Curitiba teve dois filhos: Cosme e Carlos. A mensagem que segue na foto a seguir foi escrita por seu filho Carlos, por ocasião de sua morte. Dona Zélia era uma pessoa carismática e ao longo de sua vida fez muitíssimos amigos e amigas no bairro onde residia exercendo a atividade de costureira.

Foto: Carlos Severino. Postagem e comentário: Jonas Cadorin