Da esquerda para a direita: Filinto Valle, Arthur Sgrott, Luís Smanioto (Galloti), Altair, Zé Pedro, Zuza Bertotti (agachado), Célio Valle (Geada) Paulo Hartke (Paulo Alemão, maestro Virgilio Tomasi, P. 256
Fonte: livro Avante Humaitá, de Luiz Augusto Tridapalli Archer,2019, p. 256. Postagem Jonas Cadorin
Da esquerda para a direita com uniforme de campanha : O saudoso Jaime Barni, Godofredo Luiz Tonini (Godoi), Ricardo Smaniotto (Dica), Oscar Hartke, um amigo de Blumenau e Osmar Dinis Facchini (Cheo). Nota-se que o único soldado que esta com uniforme de passeio é o meu primo Ricardo Smaniotto, porque sua unidade militar não participou da manobra de guerra.
Registro fotográfico realizado no dia 10/03/1968, no pátio do 5º Batalhão de Engenharia de Combate Blindado, localizado na cidade de Porto União – SC., no qual pernoitamos para um merecido descanso, devido a longa viagem realizada entre as cidades de Blumenau de onde partimos e a cidade de Porto União, para participarmos de exercícios militares, que seriam realizados na cidade de Francisco Beltrão – PR e municípios adjacentes. (Fomos de Blumenau – SC., até a cidade de Francisco Beltrão – PR., na carroceria de caminhões militares. À época as estradas asfaltadas eram poucas.) No dia seguinte, 11/03/1968, partimos para a cidade de Francisco Beltrão – PR, onde ficamos alojados no 16º Esquadrão de Cavalaria Mecanizado, nossa base de apoio durante os exercícios da manobra de guerra que participaríamos, sob a responsabilidade da 3ª Região Militar, que abrange os estados de SC, PR e RS. Pertencíamos ao 1º/23º Regimento de Infantaria da cidade de Blumenau – SC.
Acervo fotográfico e coment : Godofredo Luiz Tonini – Godoi
DESFILE 07 DE SETEMBRO – 1972 – Colégio professor Francisco Mazzola
1º – Da esquerda para a direita na frente : Rosemira Lobo (Rose), Tarcísio Facchini (Ico), Maurilio Mazzola, Pedro Montibeller, Enio Feller (Correca), Ismar Voltolini, Oscar Archer (Oscarzinho), Alceu Dalbosco, saudoso Ernani Feller, Miralci Valle, José Moacir Rachadel (Leco), Aldo Hartke e Ana Maria Sgrott.
2º – Da esquerda para a direita atrás : Marcos Rachadel (Paco), Saulo Voltolini, Godofredo Luiz Tonini (Godoi), Deda Ceccato.
3º – Da esquerda para a direita agachadas : Clarinda Tomasi, Maria Elizabete Archer (Bete) e Vera Valle.
Registro fotográfico realizado no pátio do antigo Colégio Normal Professor Francisco Mazzola, hoje nominado de EEB Francisco Mazzola, no dia 07 de Setembro de 1972, após o desfile do dia 07 de setembro.
Estávamos vestidos de preto e branco, pois fazíamos parte da bateria que dava o ritmo da marcha para os demais estudantes.
As alunas faziam parte da comissão de frente do colégio, eram destaques. Dos alunos (as) fotografados apenas 05 permanecem em Nova Trento, um faleceu, os outros 14 saíram da cidade em busca de trabalho, infelizmente perdemos excelentes profissionais.
Foto e comentários Godofredo L. Tonini. Postagem: Jonas Cadorin
Banda Padr Sabattini tendo à frente o maestro Virgilio Tomasi tocando trombone
Músicos que fizeram historia: Na primeira fila: Tutuca, Paulo ‘Alemão’ (Hartke),Moisés Cipriani, Érico Feller, Pinga. Na segunda fila: Antero Ribeiro, Artur sgrott, ?, ? Ricardo(Ricardim) Piazza. terceira Fila: Ludvco ‘Vick’ Cadorin, Norberto Ciprani, João Cadorin, Isaias Cadorin, ? Cipriani,…
Presépio: uma das tradições(paixões) neotrentinas
Homenagens aos jogos olímpicosHomenagem aos agricultores – colonos, mostrando seus trajes e ferramentas de trabalhoOs Reis Magos. Figuras imprescindiveis do presépio e das serenatas de Natal
‘Identificando os foliões (as) da esquerda para a direita : Nilce Tirloni Hartke, Selma Franzoi, Neli Tirloni, Lurdes Dalri (Lurdinha), Nilton Battisti (Nico) e Oscar Hartke.
Sentadas as saudosas Nelita Emília Valle, sua mãe Maria Poli Valle (Mariota), a terceira de nome desconhecido, a que aparece somente o rosto é a minha tia Cecília Tomasoni Archer (Tia Cila), que aparece bem no canto direito da fotografia na parte debaixo.
À época esses bailes carnavalescos eram muito animados, todos se conheciam e divertiam-se muito.
Detalhe, devido recomendação religiosa, no último dia de carnaval, ou seja, terça feira, os foliões só podiam dançar até a meia noite, sob pena de desrespeitarem as recomendações religiosas, além de serem sido advertidos pelos próprios pais de que se não fosse respeitada essa recomendação, os pais iriam busca-los no local do baile, especialmente as mulheres, o que seria considerado um vexame pelos os foliões, perante os seus amigos (as).
A própria sociedade promotora dos bailes carnavalescos, determinava o término do baile à meia noite de terça feira, para que tudo terminasse a contento.
A religião católica tinha muita influência à época sobre o comportamento das pessoas.’
Texto e fotografia: Godofredo L. Tonini. Postagem Jonas Cadorin
“A Sociedade Recreativa Humaitá sempre proporcionou à seus associados uma efetiva programação carnavalesca com excelentes resultados. Seus associados também tinham uma participação social muito ativa, o que deixava seu local dos bailes sempre lotados.
Com muita dedicação e simplicidade as antigas diretorias lhe deram longa vida social e futebolística, por isso neste mês de março foi comemorado o seu aniversario de 100 anos de fundação, 19/031919 – 19/03/2019.
Parabéns a atual diretoria que esta resgatando a historia dessa magistral sociedade, a vocês a nossa eterna gratidão.
No meu tempo de criança quando se falava que a S.R.H. iria jogar partidas de futebol amistosas ou de campeonatos regionais aos domingos à tarde era uma festa, embora a doutrina aos domingos à tarde e a participação da Hora Santa uma vez por mês, nos faziam sempre chegarmos atrasados para assistirmos o início das partidas de futebol, mesmo assim dávamos sempre um jeito de ir torcer.
Terminadas as nossas obrigações religiosas saíamos em disparada para o campo da S.R.H., e a a cada pessoa que passava de bicicleta vinda da direção do campo da S.R.H., já perguntávamos, quem está ganhando ? Se fosse a S.R.H. era uma festa.
Antigamente quando crianças aprendíamos rapidamente dois ensinamentos:
1º – O primeiro era religioso olhar para o Santuário de Nossa Senhora do Bom Socorro e pedir a sua proteção;
2º – O segundo de cunho esportista torcer pelo time de futebol da Sociedade Recreativa Humaitá.
Ensinamentos que jamais foram esquecidos, e com um detalhe interessante ou coincidência, as vestes de Nossa Senhora geralmente são azul e branca, que são também as cores oficiais da Sociedade Recreativa Humaitá – S. R. H.”
Identificando: Da esquerda para a direita, esposo de Neiva Tirloni, Neiva Tirloni, Oscar Hartke, Nilce Tirloni, Neusa Tirloni e seu marido o saudoso Jonas Piazza.
Postagem: Jonas Cadorin . Texto e fotografia: Godofredo L. Tonini
“Nilce Tirloni Hartke, em registro fotográfico quando foi escolhida para ser a Rainha da Primavera, promoção esta realizada pela Sociedade Recreativa Humaitá no ano de 1965, da qual participaram muitas candidatas.
As atividades sociais à época eram inúmeras, assim a Sociedade Recreativa Humaitá entretinha os seus associados e simpatizantes o ano todo, por isso no dia 19 de março de 2019 estará completando 100 anos de existência, graças a essa parceria, sócios e entidade esportiva e recreativa.”
Texto e imagem: Godofredo L. Tonini. Postagem : Jonas Cadorin
Filial da fábrica de tecido Renaux, no bairro Cascata, de 1924 a 1972, sob a gerencia da família Hartke. Com seu fechamento ficou abandonada por anos. Em 2002 os empresários Julio Cesar Santos e sua esposa Deisi Hartke Santos restauraram o prédio a direita da foto e transformaram o local na atual Pousada Portal do Vígolo. Foto e informações: Jornal O trentino de 03.10.2018. Postagem Jonas Cadorin
As festas no Santuário eram muito frequentadas, a devoção a Nossa Senhora do Bom Socorro, era muito grande.Registro fotográfico de amigos, defronte a Casa dos Romeiros, participando de festa no Santuário de Nossa Senhora do Bom Socorro, no município de Nova Trento SC. Foto da década de 1950 ou 60. Da esquerda para a direita: Albano Cadorin, Estanislau Gulini, Giácomo Tomazoni, Alfredo Hartke, sua esposa Lina e Ana Giacomini Demonti, as crianças são: no colo de sua mãe, Aldo, de blusa branca Oscar e Antonio (Toni). foto extraída com autorização do Facebook de Godofredo Toninni