1951 – CASAMENTO DE SALVADOR CADORIN e MARIA DO CARMO MAÇANEIRO

No dia 25 de agosto de 1951, sábado, aconteceu o casamento do pedreiro Salvador Cadorin e Maria do Carmo Demonti Maçaneiro. Foram testemunhas no cartório, Guilherme Darós e Dimas Tell. A festa se deu,após a missa, no pátio da casa do seu pai, Francisco Cadorin, na rua João Bayer Sobrinho (detalhe da janela em formato olho de peixe). As festas aconteciam durante o dia, em geral na hora do almoço, as vezes seguido de café da tarde. Ao fundo o casal. No lado esquerdo da noiva, sua irmã Lurdes,a amiga Iolanda Voltolini e de gravata, Francisco Cadorin. Na mesa, a frente, lado esquerdo é possível identificar de terno ciza, o sr. Inácio(Naciót) Lorenzetti. Logo atrás, de terno branco, oçlhando para o fotógrafo: Ferdinando Cadorin e Inácio Gullini.

Fonte: álbum de fotos da familia Salvador e Carme Cadorin. Postagem :Jonas Cadorin(Foto melhorada com IA)

1986- ONILDO e JOCONDA GOLLINI DALBOSCO

visita do Grupo Folclórico do Circolo Trentino ao presépio da residência do casal Onildo e Joconda Dalbosco: Da esquerda para direita: Vilson (Bica), Onildo, Joconda, Valmir (Chico), a neta Keila, Vlademir (Tito) e Volnei. O presépio continua sendo montado pela família que locou a casa após a morte do casal.

Fonte: Arquivo do Circolo Trentino de Nova Trento. Postagem: Jonas Cadorin

1942 – 2025 – SALVADOR GULLINI

Nova Trento está de luto. Todos somos importantes mas algumas pessoas nascem predestinadas a fazer a diferença. Salvador (Neni), filho de Inácio Gullini, levou adiante a arte do pai de ‘arrumar’ os lesionados (Foi um dos últimos giusta ossi, e agora a quem procurar?). Não fazia isso só com as mãos. Fazia com o coração. Repartia um pouco de quem era: um homem forjado no trabalho e nos valores cristãos. E à amada esposa Noêmia, dedicação total. Determinado em tudo o que fazia e falava, era um porto seguro a todos que o procuravam. E as conversas… quantos livros se poderia escrever… Salvador ! Senza parole ! RIPOSA IN PACE , INSIEME ALA MADONA DEL BON SOCORSO E DI SAN CARLO BORROMEU! NE MANCHERAI !

Membro autentico do grupo Bicivethia, do qual fazia questão de desfilar com sua inseparável bicicleta dos anos 50.

Um grande fã dos I Pargoleti

Postagem: Jonas Cadorin

CAROLINA GULLINI ROVER

Carolina Gullini Rover, 91 anos de idade, nascida em 1933, viúva do saudoso Danilo Rover, exibindo uma bacia de piavas. Uma fritada de piavas, juntamente com polenta e uma salada de chicória era um dos pratos que alimentava as numerosas famílias de outros tempos.

Foto e comentário: Jonas Cadorin

SALVADOR e ADELINA GULLINI – GIUSTA ÓSSI

Os tiraóssi Salvador e Adelina na Gullini (in memoriam), herdaram do pai Inácio, o dom da manipulação. O pai guardava a sete chaves o segredo de sua arte, a qual os filhos herdaram igualmente porque, segundo eles, esse não é um ofício que pode ser ensinado, mas sim destinado a quem tem capacidade de ‘sentir’ com as mãos. estão entre os últimos que utilizam técnicas tradicionais de manipulação em casos de entorses é distensões musculares

Fonte: A Medicina popular dos trentinos no Brasil, de Ivette M. Boso. Postagem: Jonas Cadorin

INÁCIO GULLINI E MARIA SARTORI

O tiraóssi Inácio Gullini, que atuou em Nova Trento desde os 16 anos de idade até a sua morte, aos 82 anos, em 1985 e sua esposa Maria Sartori. Autodidata, sem estudos em livros, aperfeiçoou suas habilidades manuais com a prática. No primeiro período de sua atividade, Inácio ocupou se também de ossos quebrados, com a antiga técnica de emplastro com a clara de ovo e, mais tarde, com uma resina vegetal que chamava de armesca. Com a chegada dos médicos e, sobretudo, dos especialistas ortopédicos, restringiu sua atividade às distensões, entorses e dores que exigiam somente a manipulação.

Foto do livro: A medicina popular dos trentinos no Brasil. Postagem: Jonas Cadorin