1970 – INAUGURAÇÃO DE ESCOLA – BARRA DO MACACO -NOVA TRENTO

As fotos a seguir registram a solenidade de inauguração do novo prédio da escola da localidade de Barra do Macaco. A obra foi construída em convênio com o Ministério da Educação e ficou pronto em dezembro de 1969 final da gestão do prefeito Pedro Piva Júnior que foi sucedido por Santino Ludovino Voltolini. Postagem: Jonas Cadorin, Arquivo pessoal.

Da esquerda para a direita: PADRE HUMBERTO MELZ, PADRE VIGÁRIO CONSTÂNCIO MARCHI,PREFEITO PEDRO PIVA JÚNIOR E ESPOSA ISABEL MARIA PIVA, DEPUDATO FEDERAL ALBINO ZENI, EVARISTO SPLENGLER, PREFEITO DE GASPAR, O PREFEITO ELEITO SANTINO LUDOVINO VOLTOLINI E SUA NOIVA ERACILDA FRANZOI, VEREADOR AIRES MANOEL RACHADEL
DISCURSO DO DEPUTADO FEDERAL ALBINO LENZI EM FRENTE A ESCOLA. O AMBIENTE ESTAVA ENFEITADO COM BANDEIRINHAS E PÉS DE PALMITO, COSTUME USADO PARA ORNAMENTAR FESTAS.

INAUGURAÇÃO DA QUADRA DE ESPORTES -COLÉGIO FRANCISCO MAZZOLA -1977

thumbnail_20200420_211425Da esquerda para a direita: Moacir Facchini, Eurides Battisti, Padre Otmar, o prefeito Santino Ludovino Voltolini e Esposa …. Franzoi, Vereadores Pedro Piva, Célico Mazzola, …, Ari Sgrott, Oscar Ribeiro.                                                                                                                    Foto: acervo Colégio Francisco Mazzola. Postagem Jonas Cadorin

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CARNAVAL – S. R. HUMAITÁ – 1960

 

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‘Identificando os foliões (as) da esquerda para a direita : Nilce Tirloni Hartke, Selma Franzoi, Neli Tirloni, Lurdes Dalri (Lurdinha), Nilton Battisti (Nico) e Oscar Hartke.

Sentadas as saudosas Nelita Emília Valle, sua mãe Maria Poli Valle (Mariota), a terceira de nome desconhecido, a que aparece somente o rosto é a minha tia Cecília Tomasoni Archer (Tia Cila), que aparece bem no canto direito da fotografia na parte debaixo.

À época esses bailes carnavalescos eram muito animados, todos se conheciam e divertiam-se muito.

Detalhe, devido recomendação religiosa, no último dia de carnaval, ou seja, terça feira, os foliões só podiam dançar até a meia noite, sob pena de desrespeitarem as recomendações religiosas, além de serem sido advertidos pelos próprios pais de que se não fosse respeitada essa recomendação, os pais iriam busca-los no local do baile, especialmente as mulheres, o que seria considerado um vexame pelos os foliões, perante os seus amigos (as).

A própria sociedade promotora dos bailes carnavalescos, determinava o término do baile à meia noite de terça feira, para que tudo terminasse a contento.

A religião católica tinha muita influência à época sobre o comportamento das pessoas.’

Texto e fotografia: Godofredo L. Tonini. Postagem Jonas Cadorin