Adquirida em convênio com o Sistema único de Saúde, SUS, a aquisição de uma nova ambulância movimentou Nova Trento. O evento contou com a presença de autoridades, prefeito e vice< Saul e Pedrinho e do então deputado Paulo Afonso , futuro governador do Estado à época.O padre Vicente Konz proferiu a benção do novo equipamento.
Na foto acima, da esquerda para a direita ,de calça marrom, o saudoso Aduci Feller, o Duci Mutcho, sempre presente em todos os eventos públicos.
Prédio da antiga escola Isolada da localidade de Ponta Fina Sul. No final dos anos 1970 foi substituída por uma de alvenaria. Durante muitos anos a professora regente foi a srª Raquel Poli Souza que, com tempo bom ou não, se deslocava do centro da cidade, de bicicleta, juntamente com sua colega Dorvalina Feller Darós, para lecionar aos meninos e meninas da localidade.(A professora Dorvalina lecionava na escola que ficava nas imediações da casa do falecido Tranquilo Gullini.)
Carolina Feller e Estanislao Dalri. Carolina era parteira em Nova Trento, nas localidades de Vígolo e Frederico. Aprendeu a auxiliar as parturientes com a sogra Domenica Orsi, nascida em Besenello e emigrada para Nova Trento em 1875 ou 1876, Domenica que já exercia esse ofício na Itália, trouxe para o Brasil o manual de obstetrícia do professor Pastorello, então talvez ela fosse uma das formadas junto ao instituto Alle Laste o livro foi posteriormente herdado por Carolina Feller
A cópia do manual de obstetrícia do professor Pastorello editado em Trento em 1843 e encontrado em Nova Trento de posse de Elis Facchini que, por sua vez, o herdou de sua avó Maristela Cadorin nora de Carolina Feller.
Fonte: A Medicina popular dos trentinos no Brasil, de Ivette M. Boso. Postagem: Jonas Cadorin
“Títulos . Aos 15 anos,em 1988, foi morar em Joinville, onde começou sua carreira profissional. Foi campeão, por diversas vezes, nos Jogos Abertos de Santa Catarina; várias vezes campeão por Santa Catarina, divisão especial; bicampeão da Liga Nacional de Futsal; bicampeão da Taça Brasil de Clubes; bicampeão Rio de Janeiro/São Paulo/Minas Gerais; bicampeão carioca pelo Vasco da Gama; bicampeão paulista pelo Banespa; duas vezes vencedor do troféu “O Jornaleiro”, como melhor jogador do ano de futsal; campeão do torneio de Quatro Nações no Rio de Janeiro, pela Seleção Brasileira; campeão mundial de Clubes pela Ulbra, de Canoas (RS). Além disso, na Itália, jogou nove edições da Copa Itália de Futsal, ganhando cinco delas, perdendo três (chegando a vice-campeão nestas três), e perdendo apenas uma, na semifinal. É conhecido como o “Rei da Copa Itália, pois venceu estas cinco edições da Copa Itália, além de consagrar-se quatro vezes campeão italiano pelo Escudetto e outras quatro vezes campeão da Super Copa Italiana. Na seleção italiana, Alexandre Feller – que é conhecido na Itália por seu sobrenome, consagrou-se vice-campeão do mundo em 2004, na China, sendo eleito melhor goleiro do mundo naquela ocasião; foi o 3º colocado no Mundial 2008, no Brasil; recebeu medalha de bronze em 2005, em Ostrava, na República Tcheca, e foi vice-campeão, em 2007, no Europeu de Seleções em Portugal (cidade de Porto).”
Foto: Arquivo Pessoal Jonas Cadorin, Informativo da paroquia São Virgílio 1989 janeiro de1989. Comentário: Jornal O Município, Brusque 16/042013
DESFILE 07 DE SETEMBRO – 1972 – Colégio professor Francisco Mazzola
1º – Da esquerda para a direita na frente : Rosemira Lobo (Rose), Tarcísio Facchini (Ico), Maurilio Mazzola, Pedro Montibeller, Enio Feller (Correca), Ismar Voltolini, Oscar Archer (Oscarzinho), Alceu Dalbosco, saudoso Ernani Feller, Miralci Valle, José Moacir Rachadel (Leco), Aldo Hartke e Ana Maria Sgrott.
2º – Da esquerda para a direita atrás : Marcos Rachadel (Paco), Saulo Voltolini, Godofredo Luiz Tonini (Godoi), Deda Ceccato.
3º – Da esquerda para a direita agachadas : Clarinda Tomasi, Maria Elizabete Archer (Bete) e Vera Valle.
Registro fotográfico realizado no pátio do antigo Colégio Normal Professor Francisco Mazzola, hoje nominado de EEB Francisco Mazzola, no dia 07 de Setembro de 1972, após o desfile do dia 07 de setembro.
Estávamos vestidos de preto e branco, pois fazíamos parte da bateria que dava o ritmo da marcha para os demais estudantes.
As alunas faziam parte da comissão de frente do colégio, eram destaques. Dos alunos (as) fotografados apenas 05 permanecem em Nova Trento, um faleceu, os outros 14 saíram da cidade em busca de trabalho, infelizmente perdemos excelentes profissionais.
Foto e comentários Godofredo L. Tonini. Postagem: Jonas Cadorin
Da esquerda para a direita: Clarinetes, Artur Sgrott e Ludovico Cadorin, ao fundo, Ademir Maçaneiro, Pedsro Smaniotto(Galotti, Trombone), Querubim Cadorin (trompa)Érico Feller, Joaquim Dalsenter(Quincão), Dionisio Cadore, Artur Sgrott e Ludovico Cadorin(clarinetes), entre eles José Tridapalli(Zequinha), Pedro Smaniotto (Galotti) Trombone.
Até o ano 2000 o costume de velar os defuntos era feito em casa,em geral na sala. Os mais antigos fazia a ‘eça’ utilizando uma porta da casa, apoiada sobre duas cadeiras enquanto o caixão era confeccionado e forrado com tecido preto ou branco na casa de algum marceneiro da cidade . Com o advento das funerárias na década de 1970, os caixões começaram a ser padronizados e acrescidos de adereços ou detalhes que faziam com que o preço oscilasse de acordo com o gosto e as posses dos familiares. O cortejo fúnebre saia da casa do falecido até a igreja matriz. Depois da missa de corpo presente era conduzido ao cemitério levado por familiares.( Tempo mais tarde pelos carros funerários. )A procisão era encabeçada por alguém carregandouma cruz( o ‘Duci Mutcho’ fez esta função por muitos anos), em seguida o caixão seguido do padre, familiares e muitas vezes pela banda padre Sabattini. No ano de 2000, no mandato do prefeito Saul Jose Rover e seu vice Jorge Bruno Ferrarro,(1997-2000), foi lançada a pedra fundamental da atual capela mortuária nas imediações do cemitério municipal. O projeto foi assinado pelo engenheiro Alfredo Cadorin. Desde então, os velórios acontecem neste local que dispoe de toda a estrutura para acolher os familiares e amigos que se reunem para prestar as últimas homenagens aos seus entes queridos.Assinando a ordem de serviço, o vice prefeito Jorge B.Ferraro. Atrás o padre José Vollmer, Luiz Feller(Didi), Alvaro Polli
Adulci Feller, * 01.02.1937 + 21.05 2009. Solteiro, um devoto incondicional de Nossa Senhora do Bom Socorro, sempre acompanhava o saudoso padre Cláudio Piva nas atividades que envolviam o santuário. Era muito comum encontrá-lo com um saco onde recolhia donativos para o santuário. No enterros e procissões posicionava-se à frente carregando a cruz. Entusiástico admirador da banda padre Sabattini era o que inciava os aplausos após as apresentações seguido de um “VIVA Ô…” ao maestro. Marcou a comunidade por ser um cidadão de vida simples, sem estudos,sempre solícito, sem posses, sem segundas intenções , um homem adulto, de 72 anos, com alma de criança que viveu a fé cristã como orientação de vida.
Foto: Lápide do cemitério Central de Nova Trento. Postagem e comentário: Jonas Cadorin