DÉCADA DE 1970 – RONALDO RAULINO

Ronaldo Raulino, filho de Horácio Raulino e Maria Luiza Shneider, nos tempos de infância em que tudo era motivo para diversão. Imaginem montar um cavalo quando os filmes de western eram sucesso!

Fonte: Facebook de Ronaldo Raulino. Postagem: Jonas Cadorin

FRANCISCO CADORIN E OS NETOS

Francisco Cadorin numa das sua vistas aos netos. No no alto, de verde, Jânio, Jonas, Saulo(de amarelo) Rita (de azul) e Jurema, filhos de Salvador Cadorin e Maria do Carmo Demonti Maçaneiro. A casa ainda existe, na rua João Bayer Sobrinho. Na época , início dos anos 1970, a rua era estreita, sem calçamento e as casas tinham um pequeno jardim na frente, protegido por uma cerca de sarafos.

Foto e postagem: Jonas Cadorin

1894 – CAPELA DE SÃO JOANIN

CAPELA DE SÃO JOANIN (São João Menino)- BAIRRO TRINTA RÉIS – NOVA TRENTO – 1894(tratada com IA com o intuito de evidenciar uma capela não mais existe e ficou registrada em segundo plano na foto da menina Alma Batistti, vestida com o traje da 1ª comunhão realizada no ano de 1942. A foto foi tirada na propriedade da família Battisti numa época que poucas famílias residiam no bairro Trinta Reis. Em 1958 a igreja foi demolida para dar lugar ao monumento do Calvário. Sugiro visualizar a brilhante matéria divulgada por Márcio Meyer que informa e ilustra, com imagens aéreas, a história do Calvário no endereço : https://www.facebook.com/share/v/1KkUskgZFf/

“Quando Giovani Battista Ceccato imigrou para o Brasil mais especificamente para Nova Trento, já estava com idade avançada para a época, ou seja, 63 anos, nasceu no ano de 1812.
Muito religioso e esperançoso ao sair de sua localidade Roncegno – Trento – Itália, para o Brasil, prometeu para os seus familiares que se chegassem ao Brasil sãos e salvos devido a perigosa viagem de navio que fariam para chegarem em solo brasileiro, construiria uma pequena Capela para o seu santo de devoção que era São Joanin (São João Batista criança, representado com um cordeiro, fazendo alusão as palavras de Jesus: Eis o Cordeiro de Deus). Conforme o prometido, cumpriu a sua promessa.
CRONICA DOS JESUÍTAS : Para comprovar a construção da Capela de São Joanin, a Crônica dos Jesuítas que exerciam suas funções sacerdotais no município de Nova Trento – SC., em 1894, consta o seguinte :
‘Domingo dia 01 de julho de 1894 foi benta a nova capela do lado de lá do rio em Trinta Réis. Em honra de São João Baptista Menino – São Joanin. O Pe. Afonso Parisi, SJ, celebrou a primeira missa e o Pe. Ângelo Sabbatini SJ a segunda.
DETALHE : O rio citado na Crônica dos Jesuítas é o Rio do Braço, provavelmente o cronista à época quis facilitar a localização da Capela para conhecimento da população.’
FONTE INFORMATIVA : A Crônica dos padres jesuítas, juntamente com a fotografia, foram encaminhadas pelo Padre Flavio Feller.
FOTOGRAFIA DA CAPELA : Relíquia fotográfica realizada ano de 1942, da Capela de São Joanin, construída pelo imigrante italiano Giovani Battista Ceccato na década de 1880, que ficava onde hoje situa-se o Oratório do Calvário.
Sra. ALMA BATTISTI : Nessa fotografia também está a Sra. Alma Battisti, provavelmente tinha tomado a primeira comunhão, conforme os trajes que estava usando. O local da fotografia tirada situa-se onde seus pais residiam, bem próximo do Oratório do Calvário.
A Sra Alma Battisti é irmã da saudosa Sra Gaudência Battisti Ruberti e filha do saudoso casal Sr. Francisco Battisti e Valeria Ceccato Battisti.”

Fonte: Texto de Godofredo L. Tonini. Postagem Jonas Cadorin

1986 – MARIA VALLE DE OLIVEIRA – Dª MARICOTA

Visita do Grupo Folclórico do Circolo Trentino a residência da viúva Sr.ª Maria Valle de Oliveira( Dona Maricota), residente à rua Santo Inácio, em companhia dos filhos : padre Arlindo, Cacilda e dos netos Luiza Silva, Fernanda Tonini, Rafael, Júlio e Cezar de Oliveira em 21 de dezembro de 1986.( Ao fundo artesanato indigena que o padre Arlindo trazia das comunidades onde trabalhava no Mato grosso. Dona Maricota os trocava por peças de roupa que o filho levava aos indígenas.)

Fonte: arquivo do Circolo trentino de Nova Trento. Postagem: Jonas Cadorin

FAMÍLIA DE OLEGÁRIO MONTIBELLER (1920-1987) e ROSA TOMAZONI (1922 – 1997)

Esta foto dispensa comentários! “Siamo Tuti italiani. Família Montibeller. 16 filhos. Em Nova Trento, SC. Muito orgulho. E viva os 150 anos da Imigração italiana. Pediram para identificar. Primeira fileira dos menores: da direita para a esquerda, ( Djeka, kuti, no colo do pai Olegário, Goia, Cida, no colo da mãe Rosa, Kéia, Roque. Na segunda fileira dos maiores, da direita para a esquerda, Estela, Ivone, Miroca, Anita, Benilde, Dedé, Baiano, Pedro, Neuri e a Eli.”(https://www.facebook.com/djeka.montibeller.dalri) A família residia na casa de número 298, no bairro Trinta Réis. Olégario exerceu a profissão de pedreiro, carpinteiro e também entendia de mecânica de relógios. Era ele que fazia os consertos do relógio da igreja matriz. O sobrenome Montibeller é originário da cidade de Roncegno , no Tirol/Trentino.Os imigrantes que vieram a Nova Trento, Osvaldo Montibeller, ocupou o lote número 02 da linha Ribeirão Tirol. Costante e Pietro Montibeller também ocuparam lotes(não temos os números e localização) em Nova Trento.

Foto: Djeka Montibeller. Postagem: Jonas Cadorin

1999- TURMA DO JARDIM DA INFÂNCIA PADRE ROSSI

Crianças do Jardim da Infância Padre Rossi do ano de 1999 acompanhados da icônica Irmã Rosarita(Ana Stolf), auxiliada por Lilian Cristiane Fontanelli e Lauda Cadorin Sartori em passeio pelos espaços do CEIC.

Maio de 1999, crianças, com seu tradicional uniforme, prestam homenagem pela passagem do dia das mães. Note-se ao fundo os cartazes alusivos à data. O assoalho de madeira entrelaçada e religiosamente encerado!

Fonte: Fotos de Felipe Orsi Moresco . Postagem: Jonas Cadorin

1940 – CARNAVAL DA CRUZADA EUCARÍSTICA

” Dia 4 / 02 / 1940 Domingo de Carnaval. Fez-se a adoração ao Santíssimo. Os cruzados estiveram vestidos com os distintivos: Medalha do cruzado, faixa com o distintivo cálice e hóstia, estandarte vermelho com Cruz de Malta.” O registro do padre vigário no livro das crônicas da paróquia evidencia a preocupação de se ter uma alternativa cristã(sacralização do cotidiano) para os festejos do carnaval que começava a se difundir na cidade.

Na foto dos membros da Cruzada Eucarística Infantil da localidade da Valsugana que se encontra afixada na sacristia da capela dedicada a santo Estanislau Kostka. A foto é da década de 1960, não traz a identificação das crianças. O padre na ocasião é o Pe. José Rodhen e o menino a seu ado era o sr. Luiz Albano Tamanini. As crianças, meninos e meninas, se encontram devidamente uniformizados, com uma estola com os simbolos da cruzada. Um detalhe: algumas crianças estão descalças. Calçado era artigo de luxo e como os pés das crianças estão em crescimento, muitas delas só iriam ter sapatos quando chegassem a juventude ou ‘herdassem’ de um irmão/irmã mais velho. Sapato sé se usava em festas e ocasiões muito especiais. Andar descalço era a regra. A Cruzada Eucarística foi implantada em todas as capelas da paróquia de Nova Trento em meados da década de 1930.

Foto e comentário: Jonas Cadorin