
Foto e informações: padre Flávio Feller e Wikipédia. Postagem Jonas Cadorin

Foto e informações: padre Flávio Feller e Wikipédia. Postagem Jonas Cadorin


fotos: Othmar Seehauser e Bruna La Lago Veneri , in L’Odissea Brasiliana.1988. Postagem: Jonas Cadorin

Crispim e Crispiniano eram irmãos de origem romana. Cresceram juntos e converteram-se ao cristianismo na adolescência. Ganhando a vida no oficio de sapateiro, eram muito populares, caridosos, e pregavam com ardor a fé que abraçaram. Quando a perseguição aos cristãos ficou mais insistente, os dois foram para a Gália, atual França.
As tradições seculares contam que, durante a fuga, na noite de Natal, os irmãos Crispim e Crispiniano batiam nas portas buscando refúgio, mas ninguém os atendia. Finalmente, foram abrigados por uma pobre viúva que vivia com um filho. Agradecidos a Deus, quiseram recompensá-la fazendo um novo par de sapatos para o rapazinho.
Trabalharam rápido e deixaram o presente perto da lareira. Mas antes de partir, enquanto todos ainda dormiam, Crispim e Crispiniano rezaram pedindo amparo da Providência Divina para aquela viúva e o filho. Ao amanhecer, viram que os dois tinham desaparecido e encontraram o par de sapatos cheio de moedas.
Quando alcançaram o território francês, os dois irmãos estabeleceram-se na cidade de Soissons. Lá, seguiram uma rotina de dupla jornada, isto é, de dia eram missionários e à noite, em vez de dormir, trabalhavam numa oficina de calçados para sustentar-se e continuar fazendo caridade aos pobres. Quando a cruel perseguição imposta por Roma chegou a Soissons, era época do imperador Diocleciano e a Gália estava sob o governo de Rictiovaro. Os dois irmãos foram acusados e presos. Seus carrascos os torturaram até o limite, exigindo que abandonassem publicamente a fé cristã. Como não o fizeram, foram friamente degolados, ganhando a coroa do martírio.
O Martirológio Romano registra que as relíquias dos corpos desses dois nobres romanos mártires estavam sepultadas na belíssima igreja de Soissons, construída no século VI. Depois, parte delas foi transportada para Roma, onde foram guardadas na igreja de São Lourenço da via Panisperna.
A Igreja celebra os santos Crispim e Crispiniano como padroeiros dos sapateiros no dia 25 de outubro. Essa profissão, uma das mais antigas da humanidade, era muito discriminada, por estar sempre associada ao trabalho dos curtidores e carniceiros. Mas o cristianismo mudou a visão e ela foi resgatada graças ao surgimento dos dois santos sapateiros, chamados de mártires franceses.
*Fonte: Pia Sociedade Filhas de São Paulo Paulinas http://www.paulinas.org.br
Postagem e foto: Jonas Cadorin
Homenagem aos imigrantes
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Banda Padr Sabattini tendo à frente o maestro Virgilio Tomasi tocando trombone![]()
Músicos que fizeram historia: Na primeira fila: Tutuca, Paulo ‘Alemão’ (Hartke),Moisés Cipriani, Érico Feller, Pinga. Na segunda fila: Antero Ribeiro, Artur sgrott, ?, ? Ricardo(Ricardim) Piazza. terceira Fila: Ludvco ‘Vick’ Cadorin, Norberto Ciprani, João Cadorin, Isaias Cadorin, ? Cipriani,…
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Presépio: uma das tradições(paixões) neotrentinas![]()
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Homenagens aos jogos olímpicos![]()
Homenagem aos agricultores – colonos, mostrando seus trajes e ferramentas de trabalho
Os Reis Magos. Figuras imprescindiveis do presépio e das serenatas de Natal![]()
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Apresentação de ginástica rítmica na inauguração da quadra de esportes do Colegio Francisco Mazzola em 1977. Na foto acima se observa a presença da Banda Padre Sabbatini exibindo antigo uniforme vermelho. nas outras duas fotos é possivel observar os fundos da quadra, a figueira, onde hoje tem salas de aula. Nas laterais o prédio do Centro de Encontros Imaculada Conceição eo seminario menor Jesuíta. Na primeira foto os fndos da igreja matriz, casa parquial , o pé de sinamomo da entrada lateral do colegio, a vendinha do Tòto. Foto Acervo Colegio Fancisco Mazzola. Postagem e comentários: Jonas Cadorin
Inauguração da quadra de esportes(quadra aberta, de cimento) em 1977 foi um evento que reunião a comunidade educativa do colégio. Contou com a presença de parte da banda Padre sSabattini.(na foto é possível identicar na primeira fila o musico Ludovico Cadorin, Tarcisio Facchini e Artur Sgrott). Ao fundo, prédio do Sindicato, antigo Banco Inco, Coletoria, Casa do Rádio… no lado da quadra a barraca do churrasco, com a fumaça subindo… Foto: acervo Colégio Farancisco Mazzola. Postagem e comentário: Jonas Cadorin
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José Bassi,carinhosamente conhecido com Bepim Bassi. Músico multinstrumentista, tocou na banda padre Sabattini de 1938 a1948 (retirou-se por motivo de saúde). Em casa(foto acima),no bairro Espraiado,ensinava a tocar violão, guitarra, acordeon. Foi ele o professor do grupo Os Imãos Pedrotti. Aqui no site você pode ver mais fotos sobre ele clicando sobre o sobrenome “bassi” na lista ao lado. Foto: Alexandre Cipriani. Postagem: Jonas Cadorin
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Esquerda para direita: Humberto Tomasini, Artur Sgrott, Wilson Sgrott e… foto registrada na sede da banda Filarmonica Padre Sabattini tendo ao fundo quadros de musicos que marcaram a história da “Furiosa”. Artur, funcionário público, foi um exímio clarinetista e, a seu modo, um dos divulgadores da cultura musical neotrentina. Fazia parte de grupos que animaram carnavais, serenatas de Natal… era um dos membros do grupo “Os insuportáveis” que tocava os mais variados ritmos para animar festas familiares. Foto: Othmar Seehauser e Bruna dal Lago Venrei, in L’Odisseia brasiliana.1988.Trento. Comentário e postagem: Jonas Cadorin

Da esquerda para a direita: Américo Demonti, Jonas Cipriani (Tutuca), exímio trompetista (in memoriam,17.04.2017), em desfoque o falecido maestro Virgílio Tomasi Foto: arquivo da família Cipriani. Postagem: Jonas Cadorin