De chapéu: Egídio Voltolini Osvado Boso , ao centro e… numa tchacola depois da missa de domingo.
Foto:Othmar Seehauser e Bruna Dal lago Veneri in l’Odissea brasiliana,1988, postagem:Jonas Cadorin
De chapéu: Egídio Voltolini Osvado Boso , ao centro e… numa tchacola depois da missa de domingo.
Foto:Othmar Seehauser e Bruna Dal lago Veneri in l’Odissea brasiliana,1988, postagem:Jonas Cadorin
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Substiuindo um pontilhão de madeira, a ponte contruida em 1977 resiste ao forte movimento da atualidade. Fica próxima a réplica do casebre que abrigou a cancerosa e as tres primeiras irmãs.
Foto: Fidelis Dalcim Barbosa, in “A Coloninha”. Postagem: Jonas Cadorin
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Vista das imediações da igreja de São Jorge, bairro Vigolo, no ano de 1967. Tudo começou a mudar rapidamente com a beatificação e santificação de Madre Paulina.
Foto: Fidélis Dalcin Barbosa in ‘A Coloninha’ editado em 1967. Postagem: Jonas Cadorin
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Quadro que foi trazido pelos imigrantes e está na igreja de Santa Ágata no bairro Besenello em Nova Trento. No verso a dedicatória do pároco de Calliano Don Giovanni Tecilla: ‘ Ai miei cari parochiani emigrati in Brasile questo religioso ricordo assieme alla sua benedizione, siando con anima commossa. Don Giov. Tecilla .(carimbo) Parocho di Calliano.( Aos meus caros paroquianos emigardos ao Brasil esta recordação religiosa junto com sua benção com a comoção de alma. Don Giovanni…)
Postagem;Jonas Cadorin. Segue abaixo informações sobre a bografia da santa obtidos no site:http://www.saomarcos.org.br/artigo/conheca-a-historia-de-santa-agata-protetora-dos-seios
“Santa Ágata, a protetora dos seios era filha de uma nobre família siciliana e muito bonita. O senador romano Quintianus, prefeito da região, pediu Ágata em casamento. Ela recusou-se e ele retaliou, colocando-a em um bordel, de onde ela conseguiu escapar virgem.
Quintianus, então, acusou-a de pertencer a seitas fora da lei e ela foi condenada e esticada na roda, açoitada, marcada com ferros em brasa e, finalmente, teve seus seios cortados. Não foram permitidos remédio, nem ataduras nas suas feridas e ela foi jogada num calabouço escuro e sem comida.
Conta a tradião que ela teve uma visão de São Pedro acompanhado de um jovem carregando uma tocha. O jovem aplicou óleos medicinais em seus ferimentos, ficando curada. Quatro dias mais tarde, furioso pela cura milagrosa de Santa Ágata, Quintianus mandou que a rolassem nua, sobre uma cama de carvão em brasa misturado com pedaços de vasos.
Santa Ágata acreditava que a morte seria um feliz final para a sua torturas. Os carrascos tinham o cuidado para não deixa-la morrer e carregaram o seu corpo alquebrado de volta a cela, enquanto ela orava pela liberdade. Naquele exato momento, um terremoto sacudiu a prisão e ela veio a falecer.
No seu funeral, inexplicavelmente, apareceu um jovem com uma tocha para honra-la. Pouco tempo depois, Quintianus foi jogado no rio pelo seu cavalo e afogou-se.
No primeiro aniversário da morte de Ágata, o vulcão do Monte Edna iniciou uma erupão. Os devotos de Santa Ágata tomaram o seu véu e colocando-o na ponta de uma lança subiram a montanha e o fluxo de lava milagrosamente parou.
A sua tumba está na Catania, Sicília e o seu véu está num santuário na Catedral de Florença. Varias igrejas são dedicadas a ela.
Algumas pessoas acreditam que, para pedir ajuda a Santa Ágata, deve-se fazer uma novena dedicada a ela, iniciando-a de preferência numa sexta-feira de Lua Crescente, sempre no mesmo horário, acendendo duas velas num pires branco. Não deve-se interromper nenhum dia. Se isso acontecer, é preciso reiniciar do princípio
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Inauguração do monumento onde ficava a casa paterna de Madre Paulina, no bairro Vigolo, em 12 de junho de 1965. Uma imagem que serve para ver o quanto o bairro está mudado. Foto: A Coloninha, de Fidélis Dalcin Barbosa,4ª Ed. 1984. Edição e postagem: Jonas Cadorin
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Sobrado que pertenceu ao sapateiro Gercino Cipriani no bairro Espraiado. Além de sapateiro, Gercino notabilizou-se por ser um homem recluso, solteiro,excêntrico, de inteligência apurada, vivia sozinho e evitava visitas. Enquanto pode frequantava a missa na matriz. Usando paletó e deslocando-se numa bicicleta preta,pneus de borracha sem câmara, das antigas, sem bagageiro. Ia e voltava! Um homem curioso, um leitor, um inventor, um músico. Confeccionou dois violinos a partir de moldes que produziu observando figuras de violinos na revista “O Cruzeiro”.( Após seu falecimento sua casa ficou fechada e foi alvo de vandalismo de curiosos que acreditavam encontrar no seu interior algum’ tesouro’ escondido. Com autorização do seu sobrinho, Sr. Daniel, visitei a casa uma semana antes que fosse demolida. Passei amanha observando e foleando restos de livros, revistas, correspondência, livros contábeis de sua sapataria domestica, ferramentas de sapateiro, recortes de revistas com modelos de sapatos, moldes de violinos,muitas partituras, um quadro de São Crispim e são Crispiniano padroeiros dos sapateiros(foto abaixo), espalhados pela casa. No final da vida, doente foi internado no hospital Imaculada Conceição. A enfermeira Rita Cadorin Tomasoni que o atendeu relatou que ele ficou maravilhado e intrigado quando viu pela primeira vez uma televisão em cores)

Foto do sobrado cedida por Alexandre Cipriani. Postagem e comentários: Jonas Cadorin

Luís Betim Paes leme, diretor da colonia Itajaí-Príncipe dom Pedro, de 1872 a 1875. Os primeiros colonos tiroleses/trentinos chegaram á colonia nos últimos meses de sua direção. Os primeiros colonos foram instalados no quilometro 16, ‘ I sedesi” , bairros Tirol e Lombardia,no atual distrito de Claraíba Fonte: livro Vincere o Morire, de Renzo Maria Grosselli. Postagem:Jonas Cadorin


Desfile cívico de 7 de setembro do ano de 1977 do Grupo escolar Lacerda Coutinho ( local da foto: defronte a igreja matriz tendo ao fundo o prédio da antiga prefeitura) Nos moldes do desfiles militares , os colégios de todo Brasil organizaram , durante a ditadura militar, marchas cívicas que primavam pela organização em pelotões com temas variados e em ritmo de marcha marcado por uma fanfarra. O evento era preparado nos meses julho e agosto com exaustivos ensaios de marcha, bem como ensaios dos músicos que compunham a fanfarra ( surdos, bumbos, caixas de repique, cornetas/ pistons). No alvorecer do dia sete, no alto do morro do cemitério municipal era entoado o toque de alvorada seguido por fogos que simulavam tiros de canhão. O desfile refletia a máxima positivista do lema da bandeira: ordem e progresso. após o desfile os alunos eram brindados com uma garrafinha de refrigerante (laranjinha Max willen) e um pão doce (massinha) confeccionado geralmente pela padaria do sr. Bernardo Tell.
Fonte: arquivo do colégio Francisco Mazzzola, postagem e comentários: Jonas Cadorin

Desfile cívico do Grupo Escolar Lacerda Coutinho da década de 1960. No lado direito da foto é possível observar parte do salão paroquial onde funcionava o Jardim da Infância Padre Rossi. Ao fundo o prédio da antiga farmácia do Sr. Clarindo, O casarão hospedaria dos Facchini, (hoje Giacomelli),o prédio da Salamanca (Despachante Vita…)
Foto: arquivo do Colégio Francisco Mazzola. postagem e comentário: Jonas Cadorin

Grupo Escolar Lacerda Coutinho na concentração do desfile. No lado direito da foto professores de ginástica, Fioravante Marchi e Nair Valle. Uma irmão da imaculada Conceição a frente do pelotão de acrobacias com arcos( estas evoluções eram ensaiadas nas ulas de Ginástica- hoje Educação Física). A fanfarra está logo a seguir. Atrás da fanfarra havia uma cerca viva que delimitava o espaço da horta que servia para aulas de Técnicas Agrícolas e de onde tirados verduras e legumes para a sempre bem vinda sopa – merenda escolar. As árvores ao fundo eram laranjeiras e vergamoteiras do pomar da família do sr. João Valle, musico( tocava a Requinta, uma variação do clarinete em tom agudo)), cantor barítono que encantava a todos com seu timbre de voz durante as missas.A foto foi tirada no local onde havia o campo de futebol (hoje tem dois ginásios de esporte. O colégio foi dividido pelo Rua dos Imigrantes , aberta na década de 1980) . Ao fundo o GOT – Ginásio Orientado para o Trabalho, hoje centro de encontros Imaculada Conceição – CEIC.
Foto: acervo do colégio Francisco Mazolla. Postagem e comentários Jonas Cadorin