
Foto cedida por Marina Cattani. Postagem: Jonas Cadorin

Foto cedida por Marina Cattani. Postagem: Jonas Cadorin

Foto: Fatos e retratos de Ademar e Samara Campos,p.80. Postagem e comentários: Jonas Cadorin. (Ajudou na identificação das pessoas a Srª Janete Piva)


Foto Fúnebre: album de familia de Terezinha Natalina Dalri. Foto da lápide: Lorena Poli. Informações coletadas do livro Gracia Ricevuta. Síntese e postagem: Jonas Cadorin

Este é o passaporte de Giovanni Battista Tamanini ( patriarca da família Tamanini de Vígolo), um documento raríssimo que nos remete a chegada dos primeiros imigrantes trentinos que se estabeleceram em Nova Trento, no ano de 1875. Como vocês podem observar, as inscrições no passaporte eram feitas em dois idiomas, o italiano e o alemão. Naquele período, a Província de Trento e toda a região do Trentino Alto Adige pertenciam ao Império Austro- Húngaro, isso explica o fato de muitos imigrantes trentinos estabelecidos em Nova Trento muitas vezes se identificarem como austríacos ou tiroleses, com cultura/história peculiar habitando território que posteriormente veio a se denominado como Trentino.. ( Aqui no site do Alfero, logo abaixo das categorias de de sobrenomes temos uma texto que resume a história dos tiroleses/trentinos que colonizaram diversas partes do Brasil, inclusive Nova Trento)
Acervo e comentário: Prof. Jovane Tamanini
Colaboração: Alexandre A. Cipriani

foto: acervo da banda padre Sabattini. Postagem e comentário:Jonas cadorin














Postagem Jonas Cadorin. Fotos do arquivo pessoal e do jornal O Município do dia 13.08.2007
Faleceu aos no dia 07 de janeiro de 2021, aos 103 anos,Alexandre Atilio Visintainer. Nascido em 4 de março de 1917, era o último sobrinho-neto de Santa Paulina. Filho de Marta e Manoel Benjamin Visintainer, o segundo irmão da Santa, falecido em 1976. (Santa Paulina teve 13 irmãos.) Foi pai de 14 filhos, com 38 netos e 17 bisnetos. Produtor de vinho artesanal ,aposentado, vivia numa casa típica de madeira (uma das últimas do bairro Alto Alferes) cercada por uma pequena plantação de uvas e assistido pelo filho Agenor e a nora, Maria. A esposa faleceu há 23 anos. Falante do dialeto tirolez/trentino mantinha a tradição do vinho e do cachimbo. A última vez que viu a tia Santa viva foi quando faleceu o pai dela, Antonio Napoleone Visintainer. “Eu era pequeno quando Santa Paulina deixou Nova Trento para ir à São Paulo”, relata. Este fato foi com aproximadamente 10 anos de idade.”(informação dada ao jornal da aquidiocese de Florianópolis em 2016)

Fonte : Jornal Correio Regional,07.08.1992. Postagem : Jonas Cadorin

Postagem : Jonas Cadorin