Angelo Piva,(provavelmente filho de Pietro Piva), natural do Besenello, tirol/Trentino, migrou para o Brasil com cerca de vinte cinco anos. Foi morador do bairro Besenello. Faleceu com noventa e cinco anos. A informação tumular, mesmo que sem fotografia, preserva a memória de um dos fundadores da cidade.
Fotografia: Cemitério central de Nova Trento. Postagem e comentário, Jonas Cadorin
Carolina Gullini Rover, 91 anos de idade, nascida em 1933, viúva do saudoso Danilo Rover, exibindo uma bacia de piavas. Uma fritada de piavas, juntamente com polenta e uma salada de chicória era um dos pratos que alimentava as numerosas famílias de outros tempos.
Josephina Jacobina Motta e José Custodio Rosa. Ele era filho de Custodio João Rosa. Ela era filha de Pietro Paolo Motta, da região da Lombardia, província de Monza, Itália e Enrica/Enriqueta Stofella. Residiram em Claraíba, distrito de Nova Trento e depois mudaram-se para Rio do Pouso, em Gravatal. Foi batizada em 18 de abril de 1894 pelo padre Angelo Sabbatini.
João José da Rosa, filho de José Custodio Rosa e Josephina Motta, residente em Rio do Pouso, munícipio de Gravatal.
Fotos e informações cedidas por Juliana Rosa, filha do saudoso João José da Rosa
Rosa Maria Orsi Archer * 08.05.1927 + 17.05.2016 Oscar Battisti Archer *06.01 1926 + 13.06.2006. Moradores do centro da cidade, próximo a casa da banda padre Sabbatini. “Dona Rosinha” marcou a comunidade pela sua simpatia no desempenho de atividades de serviços gerais no colégio Francisco Mazzola.
Fonte: lápide do cemitério central de Nova Trento. Postagem: Jonas Cadorin
Maria l. Gessele * 17.05.1917 + 16.03.2002 e Antônio * 06.03.1918 + 26.01.1982. Moradores do bairro Espraiado. Antônio era neto do imigrante Giovanni Battista Ambrosi, de Pomarolo, no Tirol/Trentino Alto Adige ocupante do lote colonial número 5.
Foto: lápide do cemitério central, Nova Trento. Postagem Jonas Cadorin
Senhor Valmir Telles, morador do bairro Joáia em Tijucas dando uma ajuda ao andarilho conhecido como japonês ou homem de plástico devido a roupa que havia confeccionado para se proteger da chuva. Percorria o vale do rio Tijucas, passando muitas vezes por Nova Trento. Pouco se soube sobre ele. Morreu atropelado, na década de 1990, sem receber socorro, as margens da SC411. Ele era daquelas pessoas que passam, muitas vezes, como invisíveis por nós mas que cumprem seu papel de nos lembrar que somos todos humanos, cada um do seu jeito! Em Nova Trento tivemos pessoas que marcaram época: a negra Vitalina, o velho Gregório, o aleijadinho da carroça, o Ponticelli, o homem dos balaios(Stédile), o casal Andrea e Angelina… Se você que nos segue tiver alguma foto, por favor, nos envie, eles também fazem parte da história de Nova Trento.(Pode deixar sua mensagem no balão no lado superior da foto.)
Foto: site de fotos antigas de São João Batista. Comentário: Jonas Cadorin
Transcorria o ano de 1970, quando foi realizado o registro fotográfico abaixo do centro da cidade de Nova Trento – SC. No dia 11/11/1970, a ponte de ferro denominada de Ponte Governador Vidal Ramos que ligava o centro da cidade de Nova Trento ao Bairro Trinta Réis, foi demolida. Com se pode observar na foto ,em seu lugar foi construída uma ponte provisória. A atual ponte, Governador Machado Salles, foi entregue no ano de 1972. Nas ruas da cidade circulavam pouquíssimos carros, a bicicleta era o veículo mais utilizado, a Rua dos Imigrantes não existia ainda, tempos de tranquilidade. O parquinho da praça também não existia como vemos hoje. O campo de futebol do seminário…
Foto e comentário: Godofredo L. Tonini. Postagem : Jonas Cadorin
O bairro da Ponta Fina Norte, Sant’Atonin, também conhecido como Maronhas, localiza-se à margem esquerda do Rio do Braço, sentido município em direção a São João Batista. Lá residem e residiram tradicionais famílias neotrentinas de descendência tirolesa/trentina vindas na colonização iniciada no ano de 1875. As famílias pioneiras do bairro foram os Smaniotto, Tomazoni, Darós, Maffezzolli, Zandonai,Piva. Maronha, em italiano gramatical marógna, é um substantivo feminino que em dialeto significa monte de pedras que, em terrenos cultivados ou de pastagens, são acumulados nas margens para formar muros ou terraços.s.(https://www.treccani.it/vocabolario/marogna/) No dialeto tirolês/trentino, falado em Nova Trento, Maronha, é o nome dado as pedra que existem nessa localidade, provavelmente encontradas na abertura da estrada que foi aberta para dar acesso aos lotes coloniais.
Foto na cachoeira no bairro Salto (?).De pé , a esquerda, Edith Bozzano Souza, filha de Elias Agostinho Bozzano, nascida em Nova Trento. Residia na casa de Acácio Linhares e Margarida Souza Linhares. As Informações e foto nos foram enviadas pela neta Larissa Dalcastagné Marchiori.