ANSELMO PICOLI – COMBATENTE DA FEB

Anselmo Picoli foi ‘pracinha’ da FEB. Atuou na linha de frente. Trouxe como triste troféu uma cicatriz no rosto de um projétil que o atingiu de raspão. Em Nova Trento atou durante muitos anos com carteiro juntamente com seu colega , também ex-combatente Manoel Barauna.                                                                                                                            “Distintivo da FEB, 1944. Nome dado à força militar brasileira constituída em 9 de agosto de 1943, no governo de Getulio Vargas,  para lutar na Europa ao lado dos países Aliados, contra os países do Eixo, na Segunda Guerra Mundial. Integrada inicialmente por uma divisão de infantaria, a FEB acabou por abranger todas as tropas brasileiras envolvidas no conflito. Adotou como lema “A cobra está fumando”, em resposta àqueles que consideravam ser mais fácil uma cobra fumar do que o Brasil entrar na guerra. Ao todo, a FEB contou com um efetivo de um pouco mais de 25 mil homens que combateram o exército alemão , lado a lado, com  as tropas do V Exército norte americano – integrante do X Grupo de Exércitos Aliados. Nesse momento, o objetivo das tropas aliadas sediadas na Itália era impedir o deslocamento alemão para a França, onde se preparava a ofensiva final aliada. Era necessário, assim, manter o exército alemão sob constante pressão. As primeiras vitórias brasileiras ocorreram em setembro de 1944, com a tomada das localidades de Massarosa, Camaiore e Monte Prano. No início do ano seguinte, os pracinhas participaram da conquista de Monte Castelo, Castelnuovo e Montese. O conflito, no entanto, não se estendeu por muito mais. A 2 de maio, o último corpo do exército alemão na Itália assinou sua capitulação, e a 8, a guerra na Europa chegava ao fim, com a rendição definitiva da Alemanha.A FEB perdeu 454 soldados que durante muitos anos permaneceram no cemitério de Pistóia (Itália). Em outubro de 1960, suas cinzas foram transferidas para o Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, erguido no Rio de Janeiro.”(http://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/FatosImagens/FEB)                                                             Foto: Cemitério central de Nova Trento. Postagem Jonas Cadorin

HOMENAGEM CÍVICA- DÉCADA DE 1940

2018-09-14 14.08.11

A segunda Guerra Mundial duro de 1939 a 1945. durante este período Nova Trento participou intensamente de todo o processo. Enviou soldados, organizou o Tiro de Guerra, fez coletas de metais, foi vigiado pelas campanhas de nacionalização da língua. Homenagens cívicas manter vivo o ardor patriótico eram organizados com certa frequência. Nomes de praças e ruas foram trocados por nomes de heróis nacionais. A atual praça Getúlio Vargas de Nova Trento, se chamava praça Galileu Galilei. Os cemitérios tiveram suas lápides com os nomes traduzidos para o português. atualmente o cemitério do Baixo Salto é o único que ainda guarda( não se sabe até quando) tum ulos em italiano.

Postagem: Jonas Cadorin

Praça de Nova Trento

Praça de Nova Trento, entre 40 a 45

Homenagem cívica na praça ao lado da igreja matriz de Nova Trento(atual praça Del Comune). Ao fundo , no lado direito da foto se vê parte do prédio da primeira prefeitura e anexo o prédio da cadeia. A foto foi tirada num dos anos de mandato do presidente Getúlio Vargas, 1930 1945. Durante seu governo o culto aos herois nacionais, bem como o próprio presidente como ‘pai dos pobres’, nacionalização da língua portuguesa, foi incentivado nas escolas e igrejas. Na foto é possível observar um grupo de meninas levando um andor com a letra ‘V” de Vargas e sua foto está ao lado, levada por meninos.

Foto: Juliano Mazzola. Postagem e comentário: JonasCadorin