BANCA PARA LAVAR ROUPA NO RIO

thumbnail_facebook_1585590578531

FOTOGRAFIA : A esquerda com lenço na cabeça, minha saudosa tia Catarina Battisti Archer Marchi (Tia Catina), e sua amiga de nome desconhecido, lavando roupa às margens do Rio do Braço em terras do saudoso Sr. Emílio Battisti, ali existia uma pequena praia.

Tempos passados usava-se muito um equipamento totalmente de madeira nominado de banca para lavar roupa.Não importava se era às margens dos ribeirões ou do Rio do Braço, rio esse que atravessa o nosso município de Oeste para Leste em toda a sua extensão, essas bancas eram usados por quase todas as donas de casa.Geralmente as roupas eram lavadas no período da manhã, as lavadeiras colocavam as bancas geralmente duas ou três próximas uma das outras, assim realizavam as suas tarefas, e aproveitavam para conversar.As águas não eram tão poluídas, além de serem abundantes. Até a chegada da máquina de lavar roupa, esse era o melhor método empregado pelas donas de casa.As roupas eram levadas até às margens dos rios ou ribeirões, em bacias de alumínio ou em baldes, depois eram estendidas nas cercas de arame farpado que cercavam as pequenas pastagens ou pastos para o vento não leva-las, não existiam ainda os grampos atuais usados para prende-las, depois de secas eram recolhidas, tinha que se ter um cuidado extremo para não rasga-las ao retira-las das cercas.Quando aconteciam as enchentes, a preocupação primeira era ir até a beira do Rio do Braço colocar a banca de lavar roupa em segurança para as águas não levarem-na, independente da hora que o rio começava a encher em demasia, era um artigo de luxo.

Fonte e comentários: Godofredo L. Tonini. Postagem: Jonas Cadorin

PONTE MADRE PAULINA -1977

thumbnail_20200320_132651thumbnail_20200320_132817

Substiuindo um pontilhão de madeira, a ponte contruida em 1977 resiste ao forte movimento da atualidade. Fica próxima a réplica do casebre que abrigou a cancerosa e as tres primeiras irmãs.

Foto: Fidelis Dalcim Barbosa, in  “A Coloninha”. Postagem: Jonas Cadorin

VÍGOLO EM 1967

thumbnail_20200320_111555thumbnail_20200320_133035 (1)

Vista das imediações da igreja de São Jorge, bairro Vigolo, no ano de  1967. Tudo começou a mudar rapidamente com a beatificação e santificação de Madre Paulina.

Foto: Fidélis Dalcin Barbosa in ‘A Coloninha’ editado em 1967. Postagem: Jonas Cadorin

HIC DOMUS DEI -1940-1942

 

thumbnail_20200312_115226

Uma saída de missa do domingo em 1988. Alguns rostos já partiram. No letreiro pintado  sobre a entrada da porta da igreja matriz: 1940 – HIC DOMUS DEI EST ET PORTA CAELI -1942 ( ESTA É A CASA DE DEUS ESTA É A PORTA DO CÉU. 1940 -1942 Tempo que durou a construção da igreja).  Foto: Othmar Seehauser e Bruna Dal Lago Veneri. 1988. Postagem e comentário: Jonas Cadorin

MANDE FOTOS – ALFERO NÃO TEM MÁQUINA DE INVENTAR FOTOS !!!

NESTES DIAS DE QUARENTENA TIRE A POEIRA DOS SEUS ALBUSN DE FOTOS ANTIGAS.

FOTOGRAFE (as fotos que tem em casa)OU PEÇA PAR ALGUEM FAZER ISSO E NOS ENCAMINHE.  IDENTIFIQUE O QUE SE PASSA NA FOTO. IDENTIFIQUE AS PESSOAS , SEMPRE DA ESQUERDA PARA A DIREITA. POSTANDO IMORTAlIZAMOS A IMAGEM DE PESSOAS QUE FIZERAM A HISTORIA DO NOSSO MUNICIPIO.

O SITE NÃO TEM FINS LUCRATIVOS OU POLITICO IDEOLÓGICOS. POSTAMOS COM O OBJETIVO DE RESGUARDAR A MEMORIA FOTOGRAFICA , COMO UM GRANDE ALBUM DE FOTOS DA FAMÍLIA NEOTRENTINA.(NELE SOMO TODOS IMPORTANTES. TODOS!)

fotos podem ser enviadas para: alferont@gmail.com ou Jonas cadorin@gmail.com ou jonascadorin@univali.br

por Al Fero Postado em Todas

SANTA ÁGATA – Besenello – protetora dos seios

thumbnail_20200320_192941thumbnail_20200320_193238

Quadro que foi trazido pelos imigrantes e está na igreja de Santa Ágata no bairro Besenello em Nova Trento. No verso a dedicatória do pároco de Calliano Don Giovanni Tecilla: ‘ Ai miei cari parochiani emigrati in Brasile questo religioso ricordo assieme alla  sua benedizione, siando con anima commossa. Don Giov. Tecilla .(carimbo) Parocho di Calliano.( Aos meus caros paroquianos emigardos ao Brasil esta recordação religiosa junto com sua benção com a comoção de alma. Don Giovanni…)

Postagem;Jonas Cadorin.   Segue abaixo informações sobre a bografia da santa obtidos no site:http://www.saomarcos.org.br/artigo/conheca-a-historia-de-santa-agata-protetora-dos-seios

“Santa Ágata, a protetora dos seios era filha de uma nobre família siciliana e muito bonita. O senador romano Quintianus, prefeito da região, pediu Ágata em casamento. Ela recusou-se e ele retaliou, colocando-a em um bordel, de onde ela conseguiu escapar virgem.

Quintianus, então, acusou-a de pertencer a seitas fora da lei e ela foi condenada e esticada na roda, açoitada, marcada com ferros em brasa e, finalmente, teve seus seios cortados. Não foram permitidos remédio, nem ataduras nas suas feridas e ela foi jogada num calabouço escuro e sem comida.

Conta a tradião que ela teve uma visão de São Pedro acompanhado de um jovem carregando uma tocha. O jovem aplicou óleos medicinais em seus ferimentos, ficando curada. Quatro dias mais tarde, furioso pela cura milagrosa de Santa Ágata, Quintianus mandou que a rolassem nua, sobre uma cama de carvão em brasa misturado com pedaços de vasos.

Santa Ágata acreditava que a morte seria um feliz final para a sua torturas. Os carrascos tinham o cuidado para não deixa-la morrer e carregaram o seu corpo alquebrado de volta a cela, enquanto ela orava pela liberdade. Naquele exato momento, um terremoto sacudiu a prisão e ela veio a falecer.

No seu funeral, inexplicavelmente, apareceu um jovem com uma tocha para honra-la. Pouco tempo depois, Quintianus foi jogado no rio pelo seu cavalo e afogou-se.

No primeiro aniversário da morte de Ágata, o vulcão do Monte Edna iniciou uma erupão. Os devotos de Santa Ágata tomaram o seu véu e colocando-o na ponta de uma lança subiram a montanha e o fluxo de lava milagrosamente parou.

A sua tumba está na Catania, Sicília e o seu véu está num santuário na Catedral de Florença. Varias igrejas são dedicadas a ela.

Algumas pessoas acreditam que, para pedir ajuda a Santa Ágata, deve-se fazer uma novena dedicada a ela, iniciando-a de preferência numa sexta-feira de Lua Crescente, sempre no mesmo horário, acendendo duas velas num pires branco. Não deve-se interromper nenhum dia. Se isso acontecer, é preciso reiniciar do princípio

ARTUR SGROTT

thumbnail_20200320_190922

Esquerda para direita: Humberto Tomasini, Artur Sgrott, Wilson Sgrott e…  foto registrada na sede da banda Filarmonica Padre Sabattini tendo ao fundo quadros de musicos que marcaram a história  da “Furiosa”. Artur, funcionário público, foi um exímio clarinetista e, a seu modo, um dos divulgadores da cultura musical neotrentina. Fazia parte de grupos que animaram carnavais, serenatas de Natal… era um dos membros do grupo “Os insuportáveis” que tocava os mais variados ritmos  para animar festas familiares.   Foto: Othmar Seehauser e Bruna dal Lago Venrei, in L’Odisseia brasiliana.1988.Trento. Comentário e postagem: Jonas Cadorin

Sobrado do sapateiro Gercindo Cipriani

20200313_124444

Sobrado que pertenceu ao sapateiro Gercino Cipriani  no bairro Espraiado. Além de sapateiro, Gercino  notabilizou-se por ser um homem recluso, solteiro,excêntrico, de inteligência apurada, vivia sozinho e evitava visitas. Enquanto pode frequantava a  missa na matriz. Usando paletó e deslocando-se numa bicicleta preta,pneus de borracha sem câmara, das antigas, sem bagageiro. Ia e voltava! Um homem curioso, um leitor, um inventor, um músico. Confeccionou dois violinos a partir de moldes que produziu observando  figuras de violinos na revista “O Cruzeiro”.( Após seu falecimento sua casa ficou fechada e foi alvo de vandalismo de curiosos que acreditavam  encontrar no seu interior algum’ tesouro’ escondido. Com autorização do seu  sobrinho, Sr. Daniel, visitei a casa uma semana antes que fosse demolida. Passei amanha observando e foleando restos de livros, revistas, correspondência, livros contábeis de sua sapataria domestica, ferramentas de sapateiro,  recortes de revistas com modelos de sapatos, moldes de violinos,muitas partituras, um quadro de São Crispim e são Crispiniano padroeiros dos sapateiros(foto abaixo), espalhados pela casa. No final da vida, doente foi internado  no hospital Imaculada Conceição. A enfermeira Rita Cadorin Tomasoni que o atendeu relatou que  ele ficou maravilhado  e intrigado quando viu pela primeira vez uma televisão em cores)

são-crispin-e-crispiniano1

Foto do sobrado cedida por Alexandre Cipriani. Postagem e comentários: Jonas Cadorin