HOJE É DIA DE SÃO VIGÍLIO, BISPO MÁRTIR – PADROEIRO DETRENTO E NOVA TRENTO

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Bispo mártir de almas mil, Te veneram no Brasil. Nova Trento em ti confia… diz o hino. Vigilio nasceu em Roma no ano de 335, estudou,  foi sacerdote, bispo e  missionário na região do norte da Itália onde foi morto a pauladas e golpes de tamancos(slgamei, socoi) pelo moradores da Val de Rendena que cultuavam o deus Saturno.(San Vigilio provocou a ira dos  moradores ao celebrar uma missa num local onde havia uma estátua de saturno que ele arremessou no rio Sarca. algumas estatuas o apresentam com um tamanco na mão, lembrando seu martírio. Canonizado, San Vigilio é o santo patrono da Arquidiocese de Trento e da diocesse de Bolsano-Bressanone. A devoção ao santo foi trazida pelos imigrantes tiroleses/trentinos que colonizaram Nova Trento e que o aclamaram como padroeiro da Paróquia de São Virgílio (nome foi traduzido para o português). sua festa é comemorada no dia 26 de junho. Em nova Trento os nascidos nesta data recebiam o nome do santo. Muitos são os Virgílio de Nova Trento. Nas novenas preparatória de sua festa uma das procissões  era ados “Virgílios” onde o santo era levado por homens e meninos com o seu nome.

Foto e postagem Jonas Cadorin. estátua da igreja matriz de Nova Trento

 

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DIA DE FESTA, TRAJE DE FESTA!

Dalbosco

Da esquerda para a direita: Na escada da antiga prefeitura de Nova Trento:  Alcides Sgrott, Onildo Dalbosco, (três amigos sem identificação. se você que nos  segue souber, por favor escreva no ‘balão’ de dialogo acima da foto, no canto direito superior). Detalhes da moda de então; sapatos do mesmo modelo e cor, meias brancas e listradas, paletó, gravata, chapéu, cigarro. Dia de festa, com certeza.

Acervo: Vlademir Dalbosco. Postagem: Jonas Cadorin

Os filhos mais novos de Salvador e Maria do Carmo Maçaneiro Cadorin

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Da esquerda para a direita: Rita, Jurema, Jonas, Saulo e Jânio Cadorin.(Como toda família da época ter muitos filhos era uma benção de Deus. Além dos mais jovens que aparecem na foto, o casal teve: Virgílio, Isaias, Ludovico e Lauda) Foto tirada no pasto que ficava nos fundos da propriedade, rua João Bayer Sobrinho ( década de 1970) onde a família criava cabras, uma vaca, porcos e galinhas. Os meninos da foto tem um cabritinho no colo.Cada cabra tinha um nome! Essa que aparece em primeiro plano se chamava Pina. O bode, San Vigili! Coisa de criança.

Foto: álbum da família Salvador Cadorin. postagem: Jonas Cadorin

FAMÍLIA CIPRIANI – do Tirol à Nova Trento – 1891

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Na fila da frente da esquerda para a direita : Maria, Feliciana, Jozé Cipriani, Gercindo, Otília e Julieta. Na fila de trás, da esquerda para a direita : Ângelo, Francisco, Alberto, João e Hercílio.

Registro fotográfico da tradicional familia de Jozé Cipriani e de Feliciana Vendrami, imigrantes italianos que a partir do ano de 1875 estabeleceram-se em terras que deram origem ao futuro território do município de Nova Trento, mais precisamente no Bairro Cascata, cuja terras e residência localizavam-se defronte a filial da Fabrica de Tecidos Renaux. Jozé Cipriani, com 24 anos de idade e Feliciana Vendrami, com 19 anos de idade casaram-se em Nova Trento no dia 11 de abril de 1891 na Capela do Sacratíssimo Coração de Jesus, casamento este celebrado pelo Padre Ângelo Sabbatini, que chegou nessa paróquia em 03 de janeiro de 1880.(Padre Ângelo Sabbatini, foi o fundador da Banda Musical que hoje tem o seu nome, em 05 de outubro de 1889, da qual o saudoso  Sr. Gercindo Cipriani um dos filhos desse casal, fez parte como clarinetista. )                                                                                                                                              Jozé Cipriani, natural de Torragnolo Diocese de Trento no Tirol, filho de Ângelo Cipriani e Judith Gerola, nasceu em 1867;                                                                                                Feliciana Vendrami, natural de Soffratta Província de Treviso na Itália, filha de Caetano Vendrame e Anna Sacconi, nasceu em 1872.                                                                            Fonte de consulta : Fotografia e Certidão de casamento.                                                Acervo : Eder Cipriani. Cometários: Godofredo Tonini. Postagem: Jonas Cadorin

 

LUIZ VIRGÍLIO TOMASI

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Da esquerda para a direita : O saudoso Isaías Tomasi, Dante Mendonça, Antonio Tomasi (Toninho) e Gisselda Tomasi. Sentado na bicicleta o saudoso Prefeito Municipal, Sr. Luiz Virgílio Tomasi. A fotografia foi tirada defronte a uma das residências de propriedade da família do saudoso Sr. Luiz Tridapalli, já demolida, no Bairro Besenello. Registro fotográfico de amigo e familiares do saudoso Prefeito Municipal de Nova Trento , Sr Luiz Virgílio Tomasi, que administrou o nosso município de 22/03/1950 a 31/0/1951.
Acervo fotográfico : Gisselda Tomasi. Comentário Godofredo L. Tonini. Postagem: Jonas Cadorin

Catalogada a biblioteca do neotrentino Walter Fernando Piazza * 6/11/1925 + 10/02/ 2016)

No ano de 2018 a Universidade para o Desenvolvimento do Estado de Santa Catarina UDESC, juntamente com a -FAED- IDCH  catalogou o vasto acervo da biblioteca pessoal do historiador Walter F. Piazza. Fez parte da catalogação os diplomas, honrarias, medalhas troféus, documentos que retratam a vida de um neotrentino ilustre que engrandeceu a cultura catarinense. Morre o homem, fica sua obra! Imortal.                                                 Os catálogos se encontram disponíveis em formato PDF na internet  wvplivros_e_folhetos.pdf

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Na manhã de quarta-feira, 10 de fevereiro 2016, Nova Trento perdeu um dos mais ilustres neotrentinos, o historiador Walter Fernando Piazza, 91 anos. Natural de Nova Trento,foi vereador em 1950, se estabeleceu em Florianópolis, onde exerceu a função de professor e historiador e formou família. Ele era professor aposentado da UFSC, membro dos Institutos Históricos e Geográficos de Santa Catarina, Espírito Santo, Bahia e São Paulo. Além disso, era membro da Associação dos Professores Universitários de História de São Paulo e da Comissão Nacional de História do Instituto Histórico da Ilha Terceira, nos Açores. Piazza também era membro da Academia Catarinense de Letras. Filho de Romeu Boiteux Piazza e Aracy Batista Pereira Piazza. Era sobrinho e afilhado de José Boiteux. Contraiu matrimônio com Alba Maria da Luz Fontes, a qual faleceu prematuramente. Mais tarde, casou-se com Lourdes Maria da Silveira Piazza, com quem teve cinco filhos e seis netos.Entre 1947 e 1948, a convite do colega Hercílio Pedro da Luz Filho, mudou-se para Florianópolis.(fonte wikipedia)

Postagem: Jonas Cadorin

 

JOGO DE MORA – BAIRRO TRINTA RÉIS – 1950

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Da esquerda para a direita na frente, com a mão enfaixada os Sr. Vicente Ceccato, Aprígio Bottamedi, Alcides Dell’Antonio, desconhecido, o  Sr. usando chapéu desconhecido, e os saudosos Srs. Giácomo Migliorini (Giacomin) e Virgílio Eccel.Atrás, Sr.desconhecido, o outro Sr. possivelmente membro da família Battisti. Registro fotográfico de jogo de mora ocorrido durante os festejos do padroeiro do Bairro Trinta Réis – Nova Trento – SC., São João Batista (São Joanin), na década de 1950. Geralmente no final das festas ocorria esse jogo, os jogadores sempre bem animados e ainda sempre bem vestidos eram uma atração à parte.                                                                                        “O jogo da mora, ou apenas mora, é uma tradição com origem na região italiana do Vêneto e levada para o Brasil pelos imigrantes. A palavra significa “morra!”.
O jogo tradicionalmente é realizado em língua vêneta ou talian e se resume em acertar o número do conjunto de dedos da mão que os contendores sucessivamente apresentam sobre uma mesa, batendo os dedos sobre ela.
A dificuldade é a rapidez com que isso se desenvolve, o que gera sempre um grande entusiasmo em todos que se traduz em exclamações e impropérios em alta voz.
Os jogadores vão apresentando os dedos e gritando os números supostos até um deles acertar a soma. Se um jogador acerta o número deve acusá-lo dizendo mora, senão o ponto não é marcado e o adversário prossegue.
Se mais de um acerta, também não se marca ponto. Se os jogadores são experientes o jogo pode se tornar violento e causar ferimentos nos dedos, pela força e velocidade empregadas e pela sucessão de inúmeras batidas.
O jogo exige grande agilidade manual, reflexos apurados e grande atenção e vivacidade mental, entre o veloz movimento dos dedos e a incessante pronúncia dos números. A pontuação necessária para a vitória é convencionada previamente, variando de 12 a 21 pontos. Pode haver um ou dois juízes, e disputado individualmente ou em parcerias.” Fonte :www.wikipedia.com.br  Foto e comentários, Godofredo L. Tonini . Postagem : Jonas Cadorin